O Ipea divulgou nesta sexta-feira estudo que avalia em cerca de R$ 1 bilhão por ano o custo da criação de um novo Estado. Essa despesa seria bancada pela União. Esta é uma das razões mais fortes para que o governo federal se mostre contrário à ideia de esquartejamento do Pará.
Dado valiosos que precia ser transformado em argumento convicente nas discussões q
CurtirCurtir
(perdoem a falha, contonuo …) que deverão ser travadas em debates e embates que virão. A mobilização da maioria que não comunga da separação tem que começar agora, ganhar às ruas num engajamento que seja inedito na historigrafia paraense. Que o ideal CABANO seja o sentimento a nos animar nesta luta.
CurtirCurtir
O GOVERNADOR, OS DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES FIZERAM VISTAS GROSSAS PARA ISSO PORQUE NAO QUEREM SE QUEIMAR COM A POPULAÇÃO. A SIMPLES INOPERANCIA JA INDICA DE QUE LADO ELES ESTÃO. UMA VERGONHA.
CurtirCurtir
Mas, são exatamente esses “R$ 1 bilhão por ano” que as aves de rapinas, os imediatistas e oportunistas (populistas simplificadores) visualizam. Querem pegar esse dinheiro, enganando o povo do Pará. Fora, obviamente, as sinecuras embutidas.
CurtirCurtir
Não sei se ainda temos tempo para salva o Estado Paidégua.
Insisto! E nos mesmos termos:
A Secretaria de Cultura do Estado, o que fez até hoje? Para garantir a integração cultural do Estado deveria ter buscado, por exemplo, a promoção da cultura cabana no conjunto do território – mormente naquelas regiões com maior fluxo de “neoamazônidas”, como o sul do Estado.
Em determinadas subregiões do Pará, nos tempos correntes, a música, a dança, o artesanato, a gastronomia (e a culinária) mas, principalmente, a linguagem oral (o falar típico) não são mais “parauaras”.
Não houve, ao longo do tempo, nenhuma estratégia (política pública) para “recepcionar” e integrar gaúchos, mineiros, paranaenses, cearense etc ao universo cultural dos “papa-chibé / cabanos”.
Ao revesso, o núcleo de paraenses babacas (a chamada elite metropolitana de Belém) nem sequer considera a sua identificação com a cultura cabana. Aplicam, sistematicamente, a tática da avestruz em relação à epopéia histórica de Eduardo Nogueira (Angelim) e seus companheiros de luta.
Enquanto os gaúchos valorizam a (elitista) saga farroupilha e os paulistas enaltecem a (genocida) história dos bandeirantes, os paraenses demonstram vergonha em relação a seus heróis das lutas populares – certamente, por suas origens humildes.
A história da Comuna de Belém (a saga cabana – o assalto aos céus nos trópicos) não é levada ao conhecimento amplo de nossos jovens, a partir mesmo das escolas públicas.
Quero crer que ainda dá tempo para salva o Estado Paidégua. Então, vamos lá. Por um Pará integrado e íntegro – em todos os sentidos!
CurtirCurtir
Não me impressionou, mas, me assustou, a facilidade com que o argumento efêmero de LIRA MAIA (O DEMO “PARAENSE”) e GIOVANNI QUEIROZ (PDT-PA), conseguiu aprovar o PLEBISCITO. O argumento: o tamanho do estado paraense, gera ingovernabilidade.
Indagações ingênuas: Será que os Srs: LIRA MAIA e GIOVANNI QUEIROZ, num momento raro de lucidez, não conseguem compreender que a ausência de políticas pública nessas áreas é justamente por falte de atitudes políticas deles próprios, em favor do povo ? Por que não usaram em outros momentos as mesmas habilidades aplicadas na aprovação do plebiscito, para forçar o governo do Estado a desenvolver melhores políticas em favor das áreas separatistas?
O Sr. LIRA MAIA (O DEMO “PARAENSE”) preocupado com o bem-comum do povo paraense, diz que o “a divisão dos recursos federais ocorrerão do mesmo jeito”. Agora, o surpreendente mesmo, é a certeza marciana que o Sr. LIRA MAIA tem quanto ao custo/beneficio sobre a fragmentação do Pará, segundo ele, é insuperável. Ué, se a equação ainda está na orquestração, como se chegou a esse resultado: insuperável ??
É como eu imaginava, estão usando Tocantins como parâmetro. Espero que os Srs: LIRA MAIA e GIOVANNI QUEIROZ, façam sobre Tocantins, análises objetivas, mantendo a integridade das causas e efeitos e divulgá-las. Teriam coragem para tanto ??
Os políticos separatistas estão preocupados porque montaram suas logísticas para “trabalhar” somente com os seus, mas agora, terão que enfrentar as contramedidas, e elas, vêm dos mais de 7 milhões de paraenses ou se preferir, tirem 1,5 milhão pra vocês e ainda sobrarão 5,5. Será ou não será, um tapa sem mão ?
CurtirCurtir
NÃO sou candidato a nada. Meu título eleitoral é até do Paraná. Tampouco sou filiado a qualquer agremiação partidária. Porém Gerson Nogueira e outros já conhecem um pouco da minha posição acerca de muitos pontos.
No entanto, nesse caso específico sou favorável à redivisão territorial do estado. Já expliquei aqui o porquê.
NÃO TEM santo aí nessa história, disso eu, que já tenho 50 anos, sei. DE UM LADO quem quer a divisão (um tal deputado LM é quem mais se movimenta), de outro o PESSOAL que NÃO QUER A DIVISÃO (o maior interessado, vou deixar aqui bem claro, é o senador JB), já que grande parte dos votos dele vêm do interior, significativamente dessas regiões a serem desmembradas. Essa é a verdade.
DA minha parte, eu não sou por esses interesseiros, oportunistas (para dizer só isso), mas sou pelo POVO dessas regiões, que foram abandonados pelo governo paraense. Eles não se sentem mais paraenses, essa é a verdade.
É isso.
CurtirCurtir
TANTO uma posição quanto a outra é mais para atender interesses. Quem não quer a divisão não está interessado no povo, nem morre de amores pelo Grão-Pará (gigante, continental, e paupérrimo), quer somente se manter onde sempre esteve: no poder.
De outro lado, um grupo quer a redivisão para se instalar de camarote no poder, ufruindo do povo. Isso é a verdade.
Porém, nessa segunda hipótese, ainda com todas as mazelas, o povo dessas regiões vai optar por mudanças. Se vai dar certo ou não é outra história, mas é melhor tentar a mudança (como também fez o brasileiro nas três eleições majoritárias) do que ficar inerte, deitado eternamente em berço esplêndido.
CurtirCurtir
A divisão do Pará será muito bom, para ambos os lados. Para se ter uma idéia o Pará de hoje cabe 3 França, o maior país europeu. Divisão já, e agora.
CurtirCurtir
O povo do Pará dará a resposta na medida certa a esses aproveitadores de plantão. Paranse uma vez, paraense sempre.
DIGA NÃO À SEPARAÇÃO.
CurtirCurtir
Só será mais dois novos estados da região norte,esquecidos pela união,discriminados pelo restod oo país e cheio de políticos corruptos que só pensam em interesse próprio,visando cargos e oportunidades de meter a mão no dinheiro público,prática constante em nosso país, que tem um população omissa, que é capaz de sair de casa para protestar veementemente contra o seu time de futebol,mas é incapaz de lutar pelos seus direitos quando são lesados e roubados por esses políticos corruptos.
CurtirCurtir
A realização de um plebiscito popular para saber se o paraense deseja ou não dividir o seu estado em três unidades distintas poderá acontecer em breve. Se for para o bem do país e desenvolvimento sustentável da região, creio que até poderia ser uma boa alternativa. Agora, o que me preocupa é a possibilidade de haver interesses econômicos e políticos por trás desse plebiscito.
A quem poderia interessar a divisão do pobre estado rico do Pará?
Para termos uma idéia melhor, em 1988 o estado de Tocantins foi criado a partir da divisão do estado de Goiás. Em outubro de 2011, 23 anos depois dessa divisão, a pergunta que se faz é: Quanto está custando para a união e que de verdade foi beneficiado com a criação desse novo estado?
Em relação ao estado do Pará, quanto custará para a união e qual o prejuízo que o povo do Pará terá com essa possível divisão?
Em minha opinião, caso o plebiscito seja favorável pela divisão, o estado do Pará só terá prejuízo e deveria ser indenizado pelas perdas de território e de riquezas que acompanharão o território seccionado.
Na década de 1980, quando tentaram dividir o estado da Bahia em dois, para criar o estado de Santa Cruz, tendo Ilhéus como futura capital, aconteceu uma grande mobilização popular em conjunto com o governo estadual para impedir essa divisão. Essa grande mobilização teve sucesso e o estado permaneceu unido. A campanha que foi feita na época foi basicamente centrada nas raízes culturais do estado e na força política que eles tinham no congresso nacional.
No caso do Pará, a nossa força cultural é rica e cheio de raízes, o que poderá nos ajudar a ter sucesso, já na parte política não creio que tenhamos a mesma sorte pois nesse campo, infelizmente, nas últimas décadas só temos tido derrotas e vergonha.
A união e o futuro do Pará está nas mãos de seu povo.
CurtirCurtir
A realização do plebiscito é procedimento legal e democratico. Não devemos ser contra qualquer consulta popular. Muito pelo contrário devemos incentivá-las. A questão é de posicionamento político. Esses fisiológicos de plantão (Maia e Queiroz) estão à mando de quem? Do povo humilde é q
Será que as 3 regiões em discussão (Tapajós, Carajás e Região de influência Metropolitana) estão paritariamente representadas no Senado e nas duas Câmaras – Federal e Estadual?.
CurtirCurtir
O texto ficou truncado. Mas … queira dizer que …
Nosso Estado não é pobre, é injusto, Principalmente na representação política. São poucos (pouquíssimos) os que, de fato, estão preocupados com o povo humilde do Estado Paidégua.
Em todos as nossas 12 regiões.
É legitima a discussão. Vamos fazê-la. En defesa de um Pará integrado e íntegro.
CurtirCurtir
E mais, meu caro Vicente: será que há a essa altura alguém na bancada federal que se importe de verdade com os destinos do Pará, Estado pelo qual todos foram eleitos? A impressão é de que o moribundo DEM e setores tucanos manobraram, sem opositores, para fazer passar o projeto do plebiscito – sem votação em plenário! Li, estupefato, que o diminuto ACM Neto foi o condutor dos conchavos de bastidores. Veja você.
CurtirCurtir
Como diz o Fernando Abrúcio (Folha de São Paulo /Hoje): “precisamos de menos desmembramentos e mais parcerias entre níveis de governos”.
Precisamos aproximar o poder público( e seus serviços públicos) do cidadão comum. Pelo menos, em cada cidade-polo da 12 subregiões do Estado Paidégua deveríamos ter (por iniciativa do Governo do Estado, com apoio do Ministério da Justiça), um Centro de Atendimento Integrado, para prestar serviço presencial ou virtual ao cidadão – do tipo “poupa-tempo” (SP), “na-hora” (DF) ou “quiosque do cidadão”(BA). Precisamos sair desse mundinho da região metropolitana.
CurtirCurtir
Na verdade essas centrais de atendimento ao cidadão (presencial e/ou virtual) já deveriam estar implantadas em todos os municípios que constituem nosso Estado Paidégua.
CurtirCurtir
Pelo bem da verdade essas centrais de atendimento ao cidadão (presencial e/ou virtual) já deveriam estar implantadas em todos os municípios que constituem nosso Estado Paidégua.
CurtirCurtir
Já começou a guerra. Quem é a favor da divisão não é paraense; quem é a favor é paraense nato. Não existe esquartejamento melhor. Quem mora no Sul-Sudeste e no Oeste do Estado a partir de quinta-feira (5/5) não é mais paraense. Muito bom. Não existe esquartejamento melhor. Já estamos esquartejados.
CurtirCurtir
Não vejo como guerra, Saulo. Mas é absolutamente necessário esclarecer e informar, sempre. As opções, que o plebiscito explicita, dependerão em grande medida desse processo de esclarecimento.
CurtirCurtir
Para que separar o estado do Pará? Seria para atender grupos econômicos e interesses políticos centralizados? Qual será a verdadeira razão?
O governo do estado precisa dinamizar sua atuação e criar projetos que atenda e distribua renda e empregos em todas as regiões do estado.
Seguindo o raciocínio dos defensores da divisão do estado, sob argumento de maior autonomia, será que também adiantaria dividir o Brasil para dar mais autonomia à Amazônia?
CurtirCurtir
É importante saber que esse movimento já vem se constituindo há 4 legislaturas:
* Esses 2 políticos são representantes do Povo, pois foram votados por eles, ainda que pessimamente, mas ai entra aquela tese de legenda, clientelismo e por ai vai.
* Fica claro que os nossos representantes não fizeram e não fazem nada pela integração do Estado, nem os antigos e nem os atuais.
* Já ficou provado com a criação do Estado do Tocantins, que o desmembramento é de interesse de poucos em detrimento da população, e isso só faz aumentar o erro se acontecer com o estado do Pará.
* É legal a consulta através do Plebiscito, só espero que a População possa dar a resposta correta pelo NÃO desmembramento do Estado, pois apesar de ser rico em recursos, ainda tem uma distribuição econômica desigual, e uma integração regional péssima pela má condução dos nossos Governantes e Representantes Legislativos.
CurtirCurtir
Gersão, põe mais uma pimentinha aí, postando algo sobre a legalização da união estável entre gays e tua opinião a respeito. Bolsonaro tá tiririca. E os frequentadores do boteco, o que pensam?
CurtirCurtir
Orgulho de ser gaúcho? hehehe…
CurtirCurtir
Camarada, respeito as diferenças e, como tal, não posso ser contra a legalização.
CurtirCurtir
Eu também, amigo, longe disso, mas vc não acha que nada pode ser rápido demais nesse país tão hipócrita? Não estamos na Holanda. E as reações dos radicais? Houve uma conscientização prévia do povo? Os gays não podem se empolgar e correr mais riscos ainda? Lógico que juiz nenhum vai ser contra, não precisava nem ir a votação.
CurtirCurtir
Diga não a divisão do estado do Pará. Faça igual ao Remo, sem divisão é com ele mesmo.
CurtirCurtir
A ANA JULIA PERDEU A SEDE DA COPA, O JATENE VAI PERDER A MAIOR PARTE DE ESTADO. O PARÁ PERDERÁ FORÇAS EM TODOS OS SETORES. É A CARA DO PSDB.
CurtirCurtir
Entre os politicos “separatistas” não esqueçam de incluir a Dra. Maria do Carmo (alcaide santarena) que um dia pretendeu ser governadora do Estado do Pará e que hoje sonha com a governança tapajonica apesar da administração que proporciona aos mocorongos.Se misturarmos as coisas a luta pela integridade estará enfraquecida. Esqueçamos das questiunculas partidárias, incabiveis nesta discussão de foros e expressões maiores e que rejeitam sentimentos menores.
CurtirCurtir
SE houver redivisão, será um direito de Maria do Carmo, ainda mais como Santarena que é, ser candidata sim.
CurtirCurtir
Assim como ela, mais 7 cosnelheiros para o TCU mais no mínimo 24 deputados estaduais, mais 8 deputados federais, mais um zilhão de de desembargadores para TJ, mais TRT´s mais TRE´s e por ai vai …de repente sobra uns 5 bilhoés para o Governo Federal sustentar mais 2 estados.
CurtirCurtir
Infelizmente os interesses políticos sobrepõe-se aos interesses da população.Quem já leu um pouco sobre a tal divisão sbe que isso ´totalmente inviavél e só iria onerar ainda mais os cofres da nação, seriam criados 2 estados totalmente insignificantes.O Pará com todo o seu gigantismo já é esqueciso imagina os “grandes” Tapajós e Carajás. O que acalanta é que este plebiscito será realizado em todo o Estado e não somente nas regiõs “interessadas” omo queriam os capetas LM e GQ, desta forma, omo a maioria da população esta concentrada na RMB e no Nordeste do Estado, teremos grandes chances de brcar essa insanidade.
Temos que tomar atitude, iremos às ruas, está na hora de fazermos com esse enrgúmenos saibam que os paraenses de verdade não deixarão o Estado Paidégua fragmentar-se.
Em tempo: quem já foi no sul do Pará sabe que quem quer essa divisão, não são os paraenses e sim forasteiros que passavam fome em seus estados de origem e que graças ao Pará e suas oportunidades conseguiram e conseguem ter uma vida digna.
CurtirCurtir
Sergio Costa, o que seria do Pará sem os forasteiros, gaúchos, goianos, cearenses, etc. Será que o gaúcho tem uma vida pior que o paraense?
CurtirCurtir
Balmázio,
O Pará sem estes sanguessugas seria bem menos poluido,desmatado,teria bem menos assanitado e bem menos escravos do carvão, pra começar.
CurtirCurtir