Os líderes da torcida bicolor Alma Celeste (BAC) denunciaram as agressões sofridas, no estádio da Curuzu e entorno, na noite de sexta-feira, antes, durante e após o jogo entre Paissandu e Luverdense. Acusam integrantes de outras facções de torcidas organizadas do clube, que começaram a xingar e ameaçar a Alma Celeste com palavrões e termos homofóbicos. Depois da partida, houve agressão física quando os torcedores deixavam o estádio. A diretoria da BAC postou nas redes sociais uma nota de repúdio pelo ocorrido.
Na nota, a Alma Celeste repudia “todo e qualquer ato de violência entre as torcidas organizadas”. Acrescenta que “infelizmente, no final do jogo entre PSC e Luverdense, a Terror Bicolor agrediu integrantes da nossa torcida. Não tivemos opção senão sair às pressas do estádio, mesmo assim muitos de nós saímos machucados e vários materiais foram roubados. Não contentes, nos seguiram até os arredores do estádio, onde nos agrediram novamente. Nós, da torcida Alma Celeste, esperamos que medidas sejam tomadas com a torcida Terror Bicolor”, diz o comunicado.
Vale lembrar que a mencionada torcida, famosa pelos atos de vandalismo e violência nos estádios, foi extinta através de medida judicial, mas segue comparecendo normalmente aos jogos descumprindo o que foi determinado pela Justiça.
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