A reportagem do Clube do Esporte DF entrou em contato com o gerente de futebol do Brasília, Régis Carvalho (foto), e foi informada de que a situação do atleta está correta. Segundo o dirigente, a Federação Brasiliense de Futebol recebeu um termo aditivo ao contrato do jogador Gilmar, legalizando a situação para que ele jogasse a segunda partida final da competição. “Esse documento foi colocado no BID da CBF na última quinta-feira (17), pois o contrato dele venceria no dia 20”, explicou o dirigente.
No site da entidade máxima do futebol brasileiro, os dados do jogador estão acompanhados da informação de uma rescisão contratual. “Você não pode fazer um novo contrato com outro vigente. Não há cabimento. Se acabou de publicar a rescisão contratual dele no site da CBF, mais do que certo é que ele estava com contrato vigente”, disse Régis.
Contudo, Gilmar deixou o colorado candango após um acordo com a diretoria e a comissão técnica do Brasília. “Foi um pedido para que ele participasse da final e assim fizemos com esse termo”, revelou o gerente de futebol do clube.
Além disso, Régis Carvalho confirmou que também protocolou – sob o n.º 370 – os termos aditivos de outros seis atletas: o goleiro Celso Fernando, os zagueiros Índio e Márcio Santos, o lateral direito Fernando e os atacantes Alex Cambalhota e Igor, tudo para que eles pudessem entrar em campo diante do “Papão da Curuzu”.
De acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, caso o time paraense entre com uma ação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva e o parecer seja favorável à equipe nortista, o Brasília pode ser enquadrado no artigo 214. Se condenado, pode ser multado de R$ 100 a R$ 100 mil e perder os três pontos da decisão. Agora, o colorado volta as atenções para a semifinal do Campeonato Brasiliense, quando recebe o Brasiliense no próximo domingo (27), às 16h, no estádio Serejão, em Taguatinga.
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