Papão recorre ao tapetão pelo título da Copa Verde

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O Jurídico do Paissandu se prepara para tentar uma última cartada em defesa do título da Copa Verde. Com endosso da diretoria, o advogado Alberto Maia informou nesta quarta-feira que o clube ingressará com recurso junto ao STJD reivindicando os pontos da partida da última segunda-feira, vencida pelo Brasília por 2 a 1 (com posterior confirmação na cobrança de penalidades). A alegação é de que o jogador Gilmar, autor do primeiro gol do jogo, teria sido escalado de forma irregular. Ele, segundo Maia, teve renovado contrato fora do prazo e não estaria com o nome incluso no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Em entrevista ao repórter Dinho Menezes, da Radio Clube do Pará, Maia disse ter confirmado a situação de irregularidade depois de analisar, junto com toda a diretoria do Papão, o Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. “Nós analisamos e verificamos com muita cautela a documentação e chegamos à decisão unânime junto à diretoria do Paysandu de que há realmente uma irregularidade”. O diretor jurídico viaja nesta quinta-feira (24) para o Rio para dar entrada ao processo junto ao STJD. Caso a denúncia seja acatada e julgada procedente, o Paysandu pretende reivindicar o título da Copa Verde e a vaga à Copa Sul-Americana de 2015. (Foto: CADU GOMES) 

38 comentários em “Papão recorre ao tapetão pelo título da Copa Verde

  1. Não cola, mas só de pensar em ver remistinha invejoso preocupado já dá pra rir. Enquanto isso a fantástica fábrica de chocolate vai de mal a pior e as contas já não batem. Vão se preocupando com quem vai iniciar a disputa da série C no sábado, vão.

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  2. Eu já sabia esse Título é nosso de qualquer maneira eles estão igual a situação do Naviraiense na Copa do Brasil ano passado kkkkkkkkk CHUPAAAAAA SECADOR

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  3. A Lusa tem filial no centro-oeste. Bora Wandick, de quebra contrata logo esse Gilmar que é um bom meia kkkkk

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  4. Remo é campeão do 1 turno não precisa ficar querendo puxar o tapete de ninguém não, pra ganhar um titulo no ano do SEMternada

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  5. kkkkkkkkk é por isso que não saem da lama: “o remo é campeão do 1º turno” é com isso que vocês se contentam?

    Acho que não vinga essa história de jogador irregular, então sofredores sem série não precisam perder o sono, podem voltar a se preocupar em conquistar uma vaga no limbo do futebol brasileiro.

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  6. Ganhar o primeiro turno não garante nada,ainda mais com adversários futuros como Papão e o malvado INDEPENDETE,que INDEPENDENTE de qualquer coisa meteu 3×0 em vocês . Por tanto,não se julguem, pois vcs não estão com nada até o momento,a não ser com ameaças de grande crise futura. É só se atualizarem e lerem coluna aqui no próprio Blog ! Afinal vcs não são “INDEPENDENTES”

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  7. Se o jogador estiver realmente irregular ,o Paysandu está certo em buscar os seus direitos.

    Isso é futebol profissional.

    O resto é desespero alheio.rsrsrsrsrs

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  8. Pega leve, Charles rss, os caras têm moral pra falar, afinal de contas nunca foram atrás do que não lhes pertence, nem em Cametá, nem em Rondônia kkkkkk. Sabe de naaada, inocente!

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  9. Direito só existem para o lado deles, Só falam besteira todo ano,encabeçadas pelo seu próprio presidente.Querem reclamar de que ? Era pra esses elementos estarem sem atividades iguais a seu time que não disputa nada e só fica tentando atrapalhar o grande PAPÃO da Amazônia. que defende o Pará como seu legítimo e único representante ! Vão procurar o que fazer,em vez de secar esse monumental clube ! Te contar ! Inveja !

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  10. O Remo é o time mais sujo do nosso futebol, o passado é quem diz isso.

    Em 2000 o Tiradentes e de lá pra cá um monte.

    Já o papão só recorre dentro de uma legalidade em que seus advogados descobrem.

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  11. O que consta no BID é uma publicação de rescisão contratual do Gilmar sob o número DF2013133723. Quanto a outras informações do tipo que o diretor do Brasília alega, não há nada.
    Portanto, se deram brecha meu, é recorrer e ganhar e as azuletes PIRAR!

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  12. Vai ver que o único salário em dia é do 33, kkkkk, justamente o cara que dá mais sangue pelo time em campo…!!!…????….Só que não!
    O garoto mimado Potiguar que só sabe reclamar, parece que ainda não saiu da fralda, no jogo contra o Independente saiu de ambulância, será que foi verdade isso? Algo de “Maçã Podre” no reino das azuletes!
    É como eu digo e repito e afirmo, vocês tem que agradecer e muito para o Seneme!

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  13. Miguel, o Leví é maçã podre, já foi pra tv e disse que todo mundo tem que tomar vergonha na cara, e pra completar o Rafael não foi punido, como os outros supostamente foram.

    Essa vaca já foi pro brejo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  14. Olhando a descrição do Miguel sobre as publicações no BID, penso que o Brasília (infelizmente para o futebol jogado em campo) errou e vai pagar por isso com a perda do título e vaga na sul americana. Aos colegas que gastaram seus fogos com seu novo time de coração, Brasília, só posso dizer, sinto muito.

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  15. As remocinhas podem ficar despreocupadas, pois o Paysandu não vai entregar. Eles vão disputar a Série D como vice-campeões.

    Quanto ao episódio Brasília, se houver irregularidade tem que ser punido sim e se o PSC acha que tem razão, tem que ir atrás.

    Companheiros Maurício e Edson bem lembraram as presepadas azulinas do passado remoto (daria um bom nome de torcida organizada) e recente.

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  16. Parei em o remo é o time mas sujo: Sabe de nada inocente:
    Esquema de Suborno

    Segundo ex-presidente do Paysandu, Miguel Alexandre Pinho, o bicolor foi beneficiado num esquema de suborno no Estadual de 2000 e nos Brasileiros de 1991 e 2001….
    3174 92 Google +2 0 28.09.2005 – 15:41 – Pará

    A revelação do esquema de arbitragem na edição do Campeonato Brasileiro deste ano, trás a tona um novo caso do futebol nacional, com as conquistas do Paysandu nas edições da Série B do Brasileiro de 1991 e 2001 além da conquista do Paraense de 2000.

    Voltamos então a edição do Jornal O Liberal, do dia 12 de novembro de 2003 na matéria “Cartola revela esquema de suborno”, para relembrar as denúncias feitas pelo ex-presidente do Paysandu, Miguel Alexandre Pinho, que falou como o esquema foi realizado para beneficiar o Papão em algumas competições.

    Durante muito tempo, as pessoas suspeitavam e chegavam a comentar em mesa de bar, mas não havia confirmação. Agora é diferente. De forma surpreendente e estarrecedora, Miguel Alexandre Pinho, ex-presidente, grande benemérito e integrante da diretoria de futebol do Paysandu em vários mandatos, confirmou que o clube bicolor subornou árbitros para conquistar o Campeonato Paraense de 2000 e os brasileiros da Segunda Divisão de 1991 e 2001.

    Na Série B do Brasileiro de 1991, o Papão era presidido por Asdrúbal Bentes, Miguel Pinho era o vice-presidente de futebol e Antônio Carlos Nunes de Lima, hoje presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), o diretor de futebol. Em 2000, o clube alvi-azul era presidido por Joaquim Ramos, mas quem dava as cartas no futebol profissional era o presidente do conselho deliberativo, Arthur Tourinho. Em 2001, Arthur Tourinho presidia o Papão e também comandava diretamente o futebol profissional.

    Miguel Pinho disse ao colunista Carlos Ferreira, de O LIBERAL, que participou da entrevista concedida pelo cartola na Mais TV, que o árbitro envolvido no “esquema do Parazão de 2000” foi Wagner Tardelli, que dirigiu a decisão contra o Castanhal.

    O cartola acrescentou ter havido esquema também para beneficiar o Paysandu no clássico contra o Remo, que precisava vencer por dois gols e ganhou por 1 x 0, mas teve um gol legítimo de Robinho anulado pelo bandeirinha que era vizinho do jogador bicolor Da Silva, em São Paulo.

    O ex-presidente do Paysandu disse ainda que “ninguém é santo” no futebol, e desconhece um clube que nunca tenha se beneficiado de esquema de bastidores – suborno a árbitros, jogadores e treinadores de equipes adversárias. “Não basta você formar um time competitivo. Para ser campeão você tem que fazer esquema. E o torcedor quer saber é do título. Não interessa o que aconteceu”, justificou Miguel Pinho.

    O ex-presidente do Paysandu se incluiu entre os cartolas que praticavam suborno. Ele revelou que tentou subornar Mário Fernando, ex-goleiro de Paysandu, Remo e Tuna, quando o jogador atuava por um time pequeno (Sport Belém ou Pinheirense), mas não teve êxito. Segundo Pinho, Mário Fernando não quis conversa.

    Títulos

    Sobre os dois títulos da Série B conquistados pelo Paysandu em 1991 e 2001, Miguel Pinho afirmou comum todas as letras que o clube bicolor se beneficiou de fortes esquemas. Citou o árbitro baiano Manoel Serapião Filho, referindo-se a ele como “Serapapão”. Serapião foi o árbitro do jogo entre Paysandu e ABC, de Natal, no qual caiu o muro do estádio Leônidas Castro que fica para a travessa Curuzu, e da final, contra o Guarani, no Mangueirão.

    No jogo contra o ABC, Serapião realmente “fez chover”. Anulou um gol legalíssimo do ABC, marcado por Rildon, e, de quebra, permitiu que o jogo chegasse ao final sem o mínimo de segurança. “Existem dois tipos de torcida, a pacífica e a aguerrida. A do Paysandu é pacífica”, justificou Serapião, para dar continuidade à partida, vencida pelo Paysandu por 3 a 1. O ABC era comandado pelo técnico Givanildo Oliveira, hoje no Remo.

    No título paraense conquistado sobre o Castanhal, Miguel Pinho foi mais direto ao se referir a Wagner Tardelli. Disse que o árbitro carioca entrou no esquema montado para o primeiro jogo da decisão do Parazão, contra o Castanhal. O Papão venceu por 1 x 0 com um gol de pênalti, nos acréscimos. No lance seguinte Edil quase empatou, carimbando a trave. Tardelli teria dito a Miguel que se fosse gol ele teria anulado.

    O ex-cartola bicolor prosseguiu assegurando que o Paysandu continuou se beneficiando das arbitragens de Wagner Tardelli. E que ele, Miguel, foi quem colocou o árbitro carioca na vida do Papão.
    Fonte: Futeboldonorte.com/Jornal O Liberal – See more at: http://www.futeboldonorte.com/noticias_materia.php?id=8865#sthash.uTrIJYuL.dpuf

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  17. Esquema de Suborno

    Segundo ex-presidente do Paysandu, Miguel Alexandre Pinho, o bicolor foi beneficiado num esquema de suborno no Estadual de 2000 e nos Brasileiros de 1991 e 2001….
    3174 92 Google +2 0 28.09.2005 – 15:41 – Pará

    A revelação do esquema de arbitragem na edição do Campeonato Brasileiro deste ano, trás a tona um novo caso do futebol nacional, com as conquistas do Paysandu nas edições da Série B do Brasileiro de 1991 e 2001 além da conquista do Paraense de 2000.

    Voltamos então a edição do Jornal O Liberal, do dia 12 de novembro de 2003 na matéria “Cartola revela esquema de suborno”, para relembrar as denúncias feitas pelo ex-presidente do Paysandu, Miguel Alexandre Pinho, que falou como o esquema foi realizado para beneficiar o Papão em algumas competições.

    Durante muito tempo, as pessoas suspeitavam e chegavam a comentar em mesa de bar, mas não havia confirmação. Agora é diferente. De forma surpreendente e estarrecedora, Miguel Alexandre Pinho, ex-presidente, grande benemérito e integrante da diretoria de futebol do Paysandu em vários mandatos, confirmou que o clube bicolor subornou árbitros para conquistar o Campeonato Paraense de 2000 e os brasileiros da Segunda Divisão de 1991 e 2001.

    Na Série B do Brasileiro de 1991, o Papão era presidido por Asdrúbal Bentes, Miguel Pinho era o vice-presidente de futebol e Antônio Carlos Nunes de Lima, hoje presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), o diretor de futebol. Em 2000, o clube alvi-azul era presidido por Joaquim Ramos, mas quem dava as cartas no futebol profissional era o presidente do conselho deliberativo, Arthur Tourinho. Em 2001, Arthur Tourinho presidia o Papão e também comandava diretamente o futebol profissional.

    Miguel Pinho disse ao colunista Carlos Ferreira, de O LIBERAL, que participou da entrevista concedida pelo cartola na Mais TV, que o árbitro envolvido no “esquema do Parazão de 2000” foi Wagner Tardelli, que dirigiu a decisão contra o Castanhal.

    O cartola acrescentou ter havido esquema também para beneficiar o Paysandu no clássico contra o Remo, que precisava vencer por dois gols e ganhou por 1 x 0, mas teve um gol legítimo de Robinho anulado pelo bandeirinha que era vizinho do jogador bicolor Da Silva, em São Paulo.

    O ex-presidente do Paysandu disse ainda que “ninguém é santo” no futebol, e desconhece um clube que nunca tenha se beneficiado de esquema de bastidores – suborno a árbitros, jogadores e treinadores de equipes adversárias. “Não basta você formar um time competitivo. Para ser campeão você tem que fazer esquema. E o torcedor quer saber é do título. Não interessa o que aconteceu”, justificou Miguel Pinho.

    O ex-presidente do Paysandu se incluiu entre os cartolas que praticavam suborno. Ele revelou que tentou subornar Mário Fernando, ex-goleiro de Paysandu, Remo e Tuna, quando o jogador atuava por um time pequeno (Sport Belém ou Pinheirense), mas não teve êxito. Segundo Pinho, Mário Fernando não quis conversa.

    Títulos

    Sobre os dois títulos da Série B conquistados pelo Paysandu em 1991 e 2001, Miguel Pinho afirmou comum todas as letras que o clube bicolor se beneficiou de fortes esquemas. Citou o árbitro baiano Manoel Serapião Filho, referindo-se a ele como “Serapapão”. Serapião foi o árbitro do jogo entre Paysandu e ABC, de Natal, no qual caiu o muro do estádio Leônidas Castro que fica para a travessa Curuzu, e da final, contra o Guarani, no Mangueirão.

    No jogo contra o ABC, Serapião realmente “fez chover”. Anulou um gol legalíssimo do ABC, marcado por Rildon, e, de quebra, permitiu que o jogo chegasse ao final sem o mínimo de segurança. “Existem dois tipos de torcida, a pacífica e a aguerrida. A do Paysandu é pacífica”, justificou Serapião, para dar continuidade à partida, vencida pelo Paysandu por 3 a 1. O ABC era comandado pelo técnico Givanildo Oliveira, hoje no Remo.

    No título paraense conquistado sobre o Castanhal, Miguel Pinho foi mais direto ao se referir a Wagner Tardelli. Disse que o árbitro carioca entrou no esquema montado para o primeiro jogo da decisão do Parazão, contra o Castanhal. O Papão venceu por 1 x 0 com um gol de pênalti, nos acréscimos. No lance seguinte Edil quase empatou, carimbando a trave. Tardelli teria dito a Miguel que se fosse gol ele teria anulado.

    O ex-cartola bicolor prosseguiu assegurando que o Paysandu continuou se beneficiando das arbitragens de Wagner Tardelli. E que ele, Miguel, foi quem colocou o árbitro carioca na vida do Papão.
    Fonte: Futeboldonorte.com/Jornal O Liberal –

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  18. “Quatro jogadores do Paysandu se venderam. Não tenho provas e, por isso, não vou citar nomes, mas é certo que aconteceu.” Assim, o ex-presidente do clube paraense fala, pela primeira vez, sobre os rumores que cercaram a partida daquele 17 de novembro de 2002. José Artur Guedes Tourinho hoje está afastado do futebol e ocupa a presidência da Junta Comercial de Belém. Na época, presidia o Paysandu. ‘É a lei da oferta e da procura. A torcida não aceita que um clube do tamanho do Inter caia”, observa.

    • Jogo marca surgimento de novo Inter

    Tourinho revela detalhes de como tudo teria acontecido. Segundo ele, o assédio começou na quinta-feira que antecedeu a partida, quando os primeiros contatos de pessoas ligadas ao Inter ocorreram. No dia seguinte, prevendo que a oferta também chegaria aos jogadores, Tourinho procurou um contraveneno: uma premiação extra para vitória, não para derrota. Buscou junto à Amazônia Celular um bicho extra de R$ 50 mil para dividir entre os atletas. “Na sexta-feira à noite, peguei os R$ 50 mil, juntei com mais R$ 20 mil do caixa do Paysandu e fui para o hotel da concentração. Reuni o grupo, olhei na cara de cada um e disse: “Tem alguém que quer se vender aqui?”. Ninguém confirmou. Então, disse que daria os R$ 70 mil para o time ganhar do Inter. O rebaixamento do Inter seria uma notícia mundial, e todo mundo ganharia, inclusive o patrocinador”, afirma ele.
    Mas o plano teria dado errado. “Os quatro jogadores tiveram uma reunião com um empresário no sábado, véspera da partida. Foi no almoço. Acho que foi ali que acertaram tudo”, lembra. Hoje, o empresário citado encontra-se preso em Belém acusado de duplo homicídio.
    O ex-presidente do Paysandu conta que, depois do jogo, foi até o vestiário sob um chuva de moedas atiradas pela revoltada torcida. Chegando lá, conta que perdeu a razão e tentou agredir um dos “vendidos”. ‘Fui para cima dele. Mas o pessoal separou”, conta. Segundo Tourinho, houve também um sério desentendimento dos quatro atletas com o resto do grupo. Afinal, segundo a versão do dirigente, os quatro receberam uma bolada, enquanto que os outros nem os R$ 70 mil puderam amealhar.
    Para Clemer, “papo-furado”
    Já na época da partida, as informações de que alguns jogadores do Paysandu teria “facilitado” circulou tanto em Porto Alegre quanto em Belém. A manchete do jornal O Liberal, um dos principais do Pará, anunciou no dia seguinte ao jogo: “Papão envergonha a Fiel”.
    O Correio do Povo também noticiou o fato e naquele época entrevistou Tourinho, que confirmou ter sido assediado por “pessoas interessadas em intermediar um encontro” entre ele e dirigentes colorados. Hoje, como naquela época, todos ligados ao Inter negam com ênfase e indignação: “Isto tudo é papo-furado. Aquele jogo foi muito difícil”, relembra Clemer.

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  19. Hehehehehehehehehehehe

    Elas ficaram descontroladas com a notícias sobre a possibilidade do Glorioso Papão, ganhar o título da Copa Verde.

    hahahahahahahahahahaha

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  20. Amigo Maurício,e haja desespero.rsrsrsrsrsrsrsrs

    Vamos esperar o desenrolar dos acontecimentos sobre esta suposta irregularidade envolvendo o jogador do Brasília.

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  21. Fera porque tu Não Fala que o Papão Foi Ajudado contra o Boca na Argentina. Foi Ajudado Na Final da Copa dos Campeão. Na Final da Copa Norte. Na Final Daquele Cameonato Internacional que Ganhamos Em Cima de Vcs. e Tu se Lembra que Vcs Cairam pra Segunda Divisão do Paraense que Fizeram Maracutaia Pra VOltar. e Que Vcs Estão sem Série. Simplimente por que São Sério.
    Compradores e Mendigador de Vaga. ou Esqueceu o Quer Fizeram com o Cametá.

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  22. Égua, será que o Geovany é mais um criação do rei dos clones, será que aqui todo remista é clone?

    O Remo é o time mais sujo e ponto final, e o pior um pobre liso, em 100 roubou tanto e não ganhou nada, o crime não compensou kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  23. Contra os fatos não há argumentos. Pode ter certeza que não sou Fake, sobre os fatos está ai na internet tudo, pra provar quem é o sujo da historia.

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  24. O Paysandu pagou pra ser 45 vezes campeão paraense?

    A maioria desses títulos foi em cima do remorto, se for verdade o que Geovanny diz, pergunto, o cara que se vende é o quê?

    Série B de 91, o remorto tava no nosso grupo no inicio do campeonato, teve um empate e uma pêia, se venderam?

    Copa Norte pegaram duas cacetadas de 4×0 no chiqueiro, se venderam?

    Parei, gosto de discutir glórias e não baixaria, nosso rival é muito fracote mesmo, e sujo.

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  25. Isso é uma eterna inveja e dor de cotovelo,amigo Édson.

    Quem fala,tem que ter as provas em mãos,e isso que eternamente alguns remistas dizem é pura e simplesmente um desejo de se confortarem,pois,até então, o Remo,em 100 anos, conquistou uma Série C apenas e detém menos títulos regionais que o Papão.

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  26. Cara quando um amigo meu paraense disse que o pará só querem saber de ganhar no tapetão eu não acreditei mais agora sei não…

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