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Em agosto de 2016, nos Jogos do Rio de Janeiro, Neymar ajudava o Brasil a conquistar a inédita medalha de ouro Olímpica no futebol. Converteu o pênalti decisivo na final contra a Alemanha, diante de um Maracanã lotado. Quase dez anos depois, o craque confirmou que não voltará a vestir a camisa da Seleção Brasileira.

Na terça-feira (28), após atuar na vitória do Santos sobre a Universidad Central (Venezuela) por 4 a 2 pela Copa Sul-Americana, o atacante comentou na zona mista da Vila Belmiro, de acordo com o O Globo: “Meu momento na seleção já foi. Fiz história, fui muito feliz, dei meu sangue, minha vida, sempre briguei e lutei pela ‘Amarelinha’, mas agora não quero mais”.

A estreia de Neymar pela seleção foi em 10 de agosto de 2010, logo após a Copa do Mundo daquele ano. Marcou um dos gols da vitória sobre os Estados Unidos por 2 a 0, em amistoso.

O jogo, em Nova York/Nova Jersey, curiosamente aconteceu no mesmo estádio em que fez o seu último pelo Brasil – o da eliminação da Copa do Mundo 2026 em derrota para a Noruega por 2 a 1, em 5 de julho passado. Descontou, de pênalti, no apagar das luzes. 

Com a camisa da seleção foram 130 partidas e 80 gols no total. Esteve presente em quatro edições de Copas do Mundo (2014, 2018, 2022 e 2026). Entre suas principais conquistas estão a Copa das Confederações em 2013, a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro e a prata em Londres 2012. O ouro na Rio 2016 ele declarou ter sido seu momento mais marcante pela seleção.

Atacante do Santos, Neymar acumula 130 partidas pela seleção e o posto de maior artilheiro da história da equipe de acordo com os critérios adotados pela Fifa. O jogador, que estreou pela seleção em 2010 e conquistou dois títulos: a Copa das Confederações de 2013 e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

Neymar marcou 80 gols e distribuiu 59 assistências. A distribuição dos gols por competição inclui 46 em amistosos, 16 nas Eliminatórias para a Copa do Mundo — ambos os recordes de artilharia da seleção nessas categorias —, 8 em Copas do Mundo, 5 na Copa América e 4 na Copa das Confederações. O jogador é o segundo atleta com mais partidas pela seleção brasileira na história, atrás apenas de Cafu, que detém o recorde com 150 aparições.

(Com informações de Brasil Olimpics, Folha de SP e O Globo)

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