“Lula é forte, não é fake; não precisa manipular dado nenhum”

A filósofa Viviane Mosé e também especialista em comunicação foi entrevistada no Giro das 11 do Brasil 247 desta sexta-feira (20/05) e dá dicas de como usar com competência as redes sociais. Abaixo, uma parte da live, importante para quem atuanas redes:

“Estamos num momento de crise da civilização gravíssimo. O que podemos colocar agora como um conteúdo que agrada as pessoas de verdade é algo que produz a vida, que esteja calcada numa coisa real. Nada mais real do que o Lula. Ele passou por todo tipo de vasculhamento de vida. Sua vida foi esmiuçada. Temos com Lula uma história de dados objetivos…. No mundo foi o que mais diminuiu a desigualdade entre as classes. A história do Lula é real. Então temos que compartilhar o que é real. O que tem de brilhante no Lula é exatamente isto. Ninguém o derruba. Não é fake. Você pode vasculhá-lo. Este é o nosso cara nós que estamos trabalhando com comunicação e mídia. Então o nosso trabalho para estas eleições é invadir as redes com o verdadeiro Lula. Assim é que se faz guerra de informação. Temos esta sorte. Não precisamos manipular dado nenhum. É uma alegria ter o Lula. Tenho a absoluta certeza que vai ganhar esta eleição porque na hora do voto a gente pode ter a guerra que for do lado de fora. Claro: nós temos que saber lutar com as armas certas. E arma certa é a informação correta. Não é jogar na guerra buscando estrategiazinhas. Não precisa. Não precisamos estudar os milhões de estratégias deles para criar milhões de estratégias nossas contra eles. Nós temos a única coisa que uma pessoa precisa na comunicação: nós temos o vigor, a verdade, o brilho. Diante de milhões de mortos no mundo, de mais de meio milhão de mortes no Brasil, o que vai determinar a eleição é o que de fato acontece”.
“A informação do sim é mais qualificada que o do não. O ‘Ele não’ daquela campanha foi um erro. O ‘ele’ é mais forte que o ‘não’. O ‘ele’ acabou sendo fortalecido. Outro exemplo: ‘não use drogas’. O ‘use drogas’ se sobressai e o ‘não’ fica pequeno. O não como comunicação não tem valor. Nesta campanha temos que destacar o sim. E nós temos um grande sim que é o Lula”.

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