Papão manda no início, Leão equilibra depois e clássico termina empatado

O primeiro Re-Pa do Parazão terminou empatado. PSC e Remo fizeram um jogo de dois tempos bem diferentes, mas no final a igualdade prevaleceu, com o placar de 1 a 1. No estádio da Curuzu lotado pela torcida alviceleste, o time de Márcio Fernandes foi amplamente superior no primeiro tempo, mas não transformou em chances de gol o domínio do jogo.

No segundo tempo, o PSC recuou suas linhas e o Remo passou a atacar com mais perigo. Brenner, Marco Antonio e Ronald tiveram boas chances de marcar. Emoções de verdade, só no final da partida. Aos 43 minutos, após cobrança de escanteio, Brenner abriu o placar, desviando de cabeça. Três minutos depois, Dioguinho empatou, também de cabeça.

O empate manteve o PSC invicto e na primeira posição do Grupo A com 14 pontos, já classificado. O Remo, que também não perdeu no Estadual, caiu para a segunda posição do Grupo C, agora com os mesmos 13 pontos do Caeté, que leva a melhor em vitórias – 4 a 3. Os remistas avançam à próxima fase com um empate na próxima rodada.

Foi a 9ª partida de invencibilidade do Leão sobre o maior rival. O mini-tabu já dura um ano e cinco meses. (Foto: John Wesley/Ascom PSC)

3 comentários em “Papão manda no início, Leão equilibra depois e clássico termina empatado

  1. Acho incrível, em um clássico, em que um dos oponentes, jogando bem menos, acha um gol faltando alguns minutos para o final da partida e não sabe segurar o placar. Nessa hora, conta o chutão para o mato, a cera do goleiro, os passinhos para os lado, a catimba. Contando ainda que joga no terreiro do adversário, com a torcida total a favor deste. Pra completar a zica, o gol de empate vem de um ex, do peladeiro festeiro. É de lascar.

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  2. O jogo de ontem serviu para mostrar algumas coisas, que eu já sabia.
    1) O time do Remo é fraco – e isso até o reino mineral também já sabia. Nenhuma novidade aí. A segunda etapa, porém, provou que a equipe tem potencial para evoluir.
    2) O time rival não é todo esse refrigerante, da forma como a maioria da mídia paraense cantava em prosa e verso (exceção rara de Gerson Nogueira, sempre comedido e imparcial em suas análises).

    12 gols contra defesas capengas; apenas um gol sofrido (e de pênalti, na primeira rodada), até então.
    Ontem: primeira etapa, o Remo, imprensado em seu campo de defesa, e ainda assim o ataque “avassalador” do PSC não conseguiu superar a defesa azulina. Na entrevista, o treinador adversário apela para o “se”: se o PSC tivesse feito um gol logo no primeiro tempo, … Ora, “se” o Remo se houvesse melhor postado no primeiro tempo, é possível que também fizesse seu gol… Se, se… Apesar de tudo, a defesa azulina conseguiu neutralizar as jogadas ensaiadas que, antes, haviam resultado em gols do rival contra adversários cujas defensivas são reconhecidamente mais frágeis. Vide as cobranças de escanteio do Paysandu.
    Segunda etapa: o CR “melhorou” pouquinha coisa, apenas, e a defesa do rival listrado ficou em polvorosa, prova da fragilidade dos ataques adversários de antes.

    E, quanto ao árbitro central, devo reconhecer que foi irrepreensível técnica e disciplinarmente, embora – deve-se dizer – o jogo não tenha proporcionado lances polêmicos.

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