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Fez-se justiça.
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Falta a reforma tributária.
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Há quem diga que o Pelé vive no Olimpo. Se é verdade, por que misturá-lo aos mortais ???
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Talvez para não contrariar os 87% dos cabras bons que imortalizam LULA Lá.
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Faltou critério na unificação
Se a intenção era boa, a execução passou longe disso.
A unificação dos títulos brasileiros pela CBF foi exagerada e jogou desastradamente no mesmo balaio conquistas muito diferentes.
Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa não são farinha do mesmo saco. Não é possível comparar a primeira, disputada entre 1959 e 1968 com o segundo, entre 1967 e 1970.
Nem com a melhor das boas vontades, é possível nivelar o atual Campeonato Brasileiro (1971-2010) com a Taça Brasil, torneio regionalizado – em que times de Rio e São Paulo já entravam nas fases decisivas – onde em cinco, seis partidas, se conquistava o título.
A intenção era homenagear Pelé?!
Mas de quais homenagens ainda precisa o Rei, além das legítimas e justas que recebe todos os dias ao redor do mundo?
Não se pode atropelar o bom senso em nome disso.
O Santos foi campeão cinco vezes seguidas da Taça Brasil (1961-65), tendo jogado no total 24 jogos, média de menos de CINCO por ano.
Um dos argumentos comuns para defender a unificação, de que “era o campeonato mais importante da época”, é frágil. Corre-se o risco de termos que unificar competições regionais ainda mais antigas, como o Rio-São Paulo, porque “era o campeonato mais importante da época”.
Era uma OUTRA época, com a sua importância, mas que simplesmente não pode ser comparada ou nivelada à atual.
Simples assim.
Pela insólita unificação, o Palmeiras passa a ter dois títulos brasileiros no mesmo ano (1967), quando ganhou o Robertão e a Taça Brasil. No ano seguinte, em seis partidas “e meia” (a sétima foi interrompida), o Botafogo levou a mesma Taça Brasil numa competição com times que simplesmente abandonaram a disputa.
Quase bizarro.
O Robertão (ou Taça de Prata), conquistado duas vezes por Palmeiras, uma pelo Santos e outra pelo Fluminense, tinha característica e dificuldade semelhantes ao atual campeonato. Unificá-lo às conquistas atuais não era obrigatório, mas sensato.
Mas dizer que “se unificar estes tem que unificar tudo”, se não for desconhecimento, é despir-se de bom senso e vestir-se de torcedor.
Mais que isso: é legitimar que, num futuro próximo, os vencedores da Copa do Brasil (esta sim, semelhante à Taça Brasil) também reivindiquem – com toda razão – que suas conquistas sejam unificadas no mesmo pacote.
A mais simples e óbvia unificação sensata para o futebol brasileiro seria:
Taça Brasil = Copa do Brasil
Robertão = Campeonato Brasileiro
Assim como a decisão mais simples, óbvia, e sensata sobre 1987 seria – no mínimo – dividir o título oficialmente entre Flamengo e Sport.
Mas eu disse “óbvia”, “sensata” e “futebol brasileiro” na mesma frase?
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Faltou critério na unificação
Se a intenção era boa, a execução passou longe disso.
A unificação dos títulos brasileiros pela CBF foi exagerada e jogou desastradamente no mesmo balaio conquistas muito diferentes.
Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa não são farinha do mesmo saco. Não é possível comparar a primeira, disputada entre 1959 e 1968 com o segundo, entre 1967 e 1970.
Nem com a melhor das boas vontades, é possível nivelar o atual Campeonato Brasileiro (1971-2010) com a Taça Brasil, torneio regionalizado – em que times de Rio e São Paulo já entravam nas fases decisivas – onde em cinco, seis partidas, se conquistava o título.
A intenção era homenagear Pelé?!
Mas de quais homenagens ainda precisa o Rei, além das legítimas e justas que recebe todos os dias ao redor do mundo?
Não se pode atropelar o bom senso em nome disso.
O Santos foi campeão cinco vezes seguidas da Taça Brasil (1961-65), tendo jogado no total 24 jogos, média de menos de CINCO por ano.
Um dos argumentos comuns para defender a unificação, de que “era o campeonato mais importante da época”, é frágil. Corre-se o risco de termos que unificar competições regionais ainda mais antigas, como o Rio-São Paulo, porque “era o campeonato mais importante da época”.
Era uma OUTRA época, com a sua importância, mas que simplesmente não pode ser comparada ou nivelada à atual.
Simples assim.
Pela insólita unificação, o Palmeiras passa a ter dois títulos brasileiros no mesmo ano (1967), quando ganhou o Robertão e a Taça Brasil. No ano seguinte, em seis partidas “e meia” (a sétima foi interrompida), o Botafogo levou a mesma Taça Brasil numa competição com times que simplesmente abandonaram a disputa.
Quase bizarro.
O Robertão (ou Taça de Prata), conquistado duas vezes por Palmeiras, uma pelo Santos e outra pelo Fluminense, tinha característica e dificuldade semelhantes ao atual campeonato. Unificá-lo às conquistas atuais não era obrigatório, mas sensato.
Mas dizer que “se unificar estes tem que unificar tudo”, se não for desconhecimento, é despir-se de bom senso e vestir-se de torcedor.
Mais que isso: é legitimar que, num futuro próximo, os vencedores da Copa do Brasil (esta sim, semelhante à Taça Brasil) também reivindiquem – com toda razão – que suas conquistas sejam unificadas no mesmo pacote.
A mais simples e óbvia unificação sensata para o futebol brasileiro seria:
Taça Brasil = Copa do Brasil
Robertão = Campeonato Brasileiro
Assim como a decisão mais simples, óbvia, e sensata sobre 1987 seria – no mínimo – dividir o título oficialmente entre Flamengo e Sport.
Mas eu disse “óbvia”, “sensata” e “futebol brasileiro” na mesma frase?
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CHORA GAMBÁ ,JÁ FOI …CHORA MAIS GAMBAZINHA RS,RS ,RS
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um porre de felicidade, assim tem sido as horas seguintes ao jogo que nos pos de volta no estadual.
Ei Gerson, cade o post??? ainda da’ tempo. hehe
Baião tambem esta em festa.
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EI CARA PÁLIDA VC POSTA AQUI DEFENDENDO A AZULETE- DESBOTADA E AGORA É TORCEDOR DO TUNA …
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Tu es’ um gajo “boludo” sem noção alguma. A ultima coca do deserto.
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De pleno acordo Harold…
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Harold, afinal tu és Tuna ou Remo? Decida-se. O ermano tá com razão.
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