12 responses to “Capa do Bola, edição de quinta-feira, 23”

  1. Avatar de Tavernard Neves
    Tavernard Neves

    Fez-se justiça.

  2. Avatar de CARLOS BERLLI
    CARLOS BERLLI

    Falta a reforma tributária.

  3. Avatar de Cezar Falconi
    Cezar Falconi

    Há quem diga que o Pelé vive no Olimpo. Se é verdade, por que misturá-lo aos mortais ???

    1. Avatar de CARLOS BERLLI
      CARLOS BERLLI

      Talvez para não contrariar os 87% dos cabras bons que imortalizam LULA Lá.

  4. Avatar de ANDREIA NOBREGA
    ANDREIA NOBREGA

    Faltou critério na unificação

    Se a intenção era boa, a execução passou longe disso.
    A unificação dos títulos brasileiros pela CBF foi exagerada e jogou desastradamente no mesmo balaio conquistas muito diferentes.

    Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa não são farinha do mesmo saco. Não é possível comparar a primeira, disputada entre 1959 e 1968 com o segundo, entre 1967 e 1970.

    Nem com a melhor das boas vontades, é possível nivelar o atual Campeonato Brasileiro (1971-2010) com a Taça Brasil, torneio regionalizado – em que times de Rio e São Paulo já entravam nas fases decisivas – onde em cinco, seis partidas, se conquistava o título.

    A intenção era homenagear Pelé?!

    Mas de quais homenagens ainda precisa o Rei, além das legítimas e justas que recebe todos os dias ao redor do mundo?

    Não se pode atropelar o bom senso em nome disso.

    O Santos foi campeão cinco vezes seguidas da Taça Brasil (1961-65), tendo jogado no total 24 jogos, média de menos de CINCO por ano.

    Um dos argumentos comuns para defender a unificação, de que “era o campeonato mais importante da época”, é frágil. Corre-se o risco de termos que unificar competições regionais ainda mais antigas, como o Rio-São Paulo, porque “era o campeonato mais importante da época”.

    Era uma OUTRA época, com a sua importância, mas que simplesmente não pode ser comparada ou nivelada à atual.

    Simples assim.

    Pela insólita unificação, o Palmeiras passa a ter dois títulos brasileiros no mesmo ano (1967), quando ganhou o Robertão e a Taça Brasil. No ano seguinte, em seis partidas “e meia” (a sétima foi interrompida), o Botafogo levou a mesma Taça Brasil numa competição com times que simplesmente abandonaram a disputa.

    Quase bizarro.

    O Robertão (ou Taça de Prata), conquistado duas vezes por Palmeiras, uma pelo Santos e outra pelo Fluminense, tinha característica e dificuldade semelhantes ao atual campeonato. Unificá-lo às conquistas atuais não era obrigatório, mas sensato.

    Mas dizer que “se unificar estes tem que unificar tudo”, se não for desconhecimento, é despir-se de bom senso e vestir-se de torcedor.

    Mais que isso: é legitimar que, num futuro próximo, os vencedores da Copa do Brasil (esta sim, semelhante à Taça Brasil) também reivindiquem – com toda razão – que suas conquistas sejam unificadas no mesmo pacote.

    A mais simples e óbvia unificação sensata para o futebol brasileiro seria:

    Taça Brasil = Copa do Brasil
    Robertão = Campeonato Brasileiro

    Assim como a decisão mais simples, óbvia, e sensata sobre 1987 seria – no mínimo – dividir o título oficialmente entre Flamengo e Sport.

    Mas eu disse “óbvia”, “sensata” e “futebol brasileiro” na mesma frase?

  5. Avatar de ANDREIA NOBREGA
    ANDREIA NOBREGA

    Faltou critério na unificação

    Se a intenção era boa, a execução passou longe disso.
    A unificação dos títulos brasileiros pela CBF foi exagerada e jogou desastradamente no mesmo balaio conquistas muito diferentes.

    Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa não são farinha do mesmo saco. Não é possível comparar a primeira, disputada entre 1959 e 1968 com o segundo, entre 1967 e 1970.

    Nem com a melhor das boas vontades, é possível nivelar o atual Campeonato Brasileiro (1971-2010) com a Taça Brasil, torneio regionalizado – em que times de Rio e São Paulo já entravam nas fases decisivas – onde em cinco, seis partidas, se conquistava o título.

    A intenção era homenagear Pelé?!

    Mas de quais homenagens ainda precisa o Rei, além das legítimas e justas que recebe todos os dias ao redor do mundo?

    Não se pode atropelar o bom senso em nome disso.

    O Santos foi campeão cinco vezes seguidas da Taça Brasil (1961-65), tendo jogado no total 24 jogos, média de menos de CINCO por ano.

    Um dos argumentos comuns para defender a unificação, de que “era o campeonato mais importante da época”, é frágil. Corre-se o risco de termos que unificar competições regionais ainda mais antigas, como o Rio-São Paulo, porque “era o campeonato mais importante da época”.

    Era uma OUTRA época, com a sua importância, mas que simplesmente não pode ser comparada ou nivelada à atual.

    Simples assim.

    Pela insólita unificação, o Palmeiras passa a ter dois títulos brasileiros no mesmo ano (1967), quando ganhou o Robertão e a Taça Brasil. No ano seguinte, em seis partidas “e meia” (a sétima foi interrompida), o Botafogo levou a mesma Taça Brasil numa competição com times que simplesmente abandonaram a disputa.

    Quase bizarro.

    O Robertão (ou Taça de Prata), conquistado duas vezes por Palmeiras, uma pelo Santos e outra pelo Fluminense, tinha característica e dificuldade semelhantes ao atual campeonato. Unificá-lo às conquistas atuais não era obrigatório, mas sensato.

    Mas dizer que “se unificar estes tem que unificar tudo”, se não for desconhecimento, é despir-se de bom senso e vestir-se de torcedor.

    Mais que isso: é legitimar que, num futuro próximo, os vencedores da Copa do Brasil (esta sim, semelhante à Taça Brasil) também reivindiquem – com toda razão – que suas conquistas sejam unificadas no mesmo pacote.

    A mais simples e óbvia unificação sensata para o futebol brasileiro seria:

    Taça Brasil = Copa do Brasil
    Robertão = Campeonato Brasileiro

    Assim como a decisão mais simples, óbvia, e sensata sobre 1987 seria – no mínimo – dividir o título oficialmente entre Flamengo e Sport.

    Mas eu disse “óbvia”, “sensata” e “futebol brasileiro” na mesma frase?

  6. Avatar de Alonso Perez
    Alonso Perez

    CHORA GAMBÁ ,JÁ FOI …CHORA MAIS GAMBAZINHA RS,RS ,RS

  7. Avatar de Harold Lisboa

    um porre de felicidade, assim tem sido as horas seguintes ao jogo que nos pos de volta no estadual.
    Ei Gerson, cade o post??? ainda da’ tempo. hehe
    Baião tambem esta em festa.

  8. Avatar de Alonso Perez
    Alonso Perez

    EI CARA PÁLIDA VC POSTA AQUI DEFENDENDO A AZULETE- DESBOTADA E AGORA É TORCEDOR DO TUNA …

  9. Avatar de Harold Lisboa

    Tu es’ um gajo “boludo” sem noção alguma. A ultima coca do deserto.

    1. Avatar de Daniel Malcher
      Daniel Malcher

      De pleno acordo Harold…

  10. Avatar de ricardo
    ricardo

    Harold, afinal tu és Tuna ou Remo? Decida-se. O ermano tá com razão.

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