Por Lédio Carmona
Os pais botafoguenses podem passar a mais tradicional das camisas alvinegras, vesti-la e curti-la com orgulho nesse domingo da celebração paterna. A atuação do Botafogo diante do Atlético Mineiro, no Engenhão, foi mais do que convincente. Organizada, segura e corajosa. O time de Joel Santana foi seguro na defesa, prático no meio e forte no ataque. E, após um começo equilibrado, foi se impondo na partida e marcando os gols, que garantiram uma vitória justa e definitiva na noite carioca: 3 a 0, gols de Maicossuel, o primeiro na volta para o clube, Somália, o segundo na temporada, e Herrera, o quinto no Brasileirão, 18º em 2010. Agora, o Botafogo ocupa a 8ª colocação, com cinco jogos de invencibilidades (duas vitórias seguidas) e o assombroso avanço de nove posições em apenas duas rodadas. Em duas rodadas, o salto. E o sonho de brigar por uma vaga na Libertadores. Não é delírio. O elenco alvinegro é bom. No campo e no banco. E joga sem medo, no ataque, com jeito moderno e eficaz. Ontem, no banco, Joel Santana tinha Renan, Fahel, Renato Caja, Loco Abreu, Edno, Caio e Lúcio Flávio. Começou com Maicossuel na ligação e com Herrera e Jobson na frente. Terminou com quatro atacantes, quando já vencia por 3 a 0: Caio, Edno, Loco Abreu e Jobson. Um Botafogo que orgulha. Dois pais aos filhos, a satisfação é flagrante. Vale um brinde na hora do almoço. A hora pede celebração.

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