A sessão de júri popular a que seria submetido o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, acusado de ser o mandante da execução da missionária Dorothy Stang, foi adiado para 12 de abril próximo. Motivo: a ausência do advogado de defesa, Eduardo Imbiriba, fato visto pela promotoria como uma estratégia para transferir o julgamento. O advogado, em petição encaminhada ao juiz Raimundo Moisés Flexa, titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Belém, argumentou que o não comparecimento se deu em virtude de que aguardaria, primeiramente, o julgamento de recurso de hábeas corpus em favor do réu, pelo Supremo Tribunal Federal, o qual não tem efeito suspensivo. O juiz lamentou o adiamento da sessão, em virtude do alto custo para o Poder Judiciário e de toda a logística para o julgamento e, desde, já, com fundamento no artigo 456 do Código de Processo Civil, designou os defensores públicos Alex Noronha e Paulo Bona para atuarem na assistência do réu no julgamento remarcado para o dia 12. Também determinou que seja encaminhado ofício à OAB, seção do Pará, para conhecimento.

Vou te contar…

2 responses to “Caso Dorothy: júri de mandante é adiado”

  1. Avatar de Luiz Antônio de Castro
    Luiz Antônio de Castro

    A justiça paraense além de cega, tarda, retarda e falha quase sempre. Um caso desse nos Estados Unidos, todos os envolvidos já estariam na cadeira elétrica e prisão perpétua, com apenas um julgamento.

  2. Avatar de Luiz Antônio de Castro
    Luiz Antônio de Castro

    Meu amigo Gerson:
    Você precisa incluir no jornal uma coluna em forma de jornaleco, interativa e anárquica, porém construtiva. Eu colaboro… de graça. Tenho modelo

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