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Não tem limites a cara de pau de vampiros como Paulo Scaff, aquele mesmo que criou o infame Pato da Fiesp (lembram?), durante a campanha golpista contra Dilma Rousseff em 2015. É gente que mama nas tetas do erário há décadas e vive chorando miséria. Agora ele e toda a elite econômica investem contra o fim da escala 6×1.

Engraçado é que quando Temer impôs aquela deformação trabalhista eles apoiaram com entusiasmo. Só visam o lucro, o povo que se lasque. Não há empatia ou preocupação maior com o país. É algo historicamente entranhado na formação das chamadas elites, microcosmo privilegiado que habita aquilo que Gilberto Freyre denominou de “casa-grande”.

Basta observar: sempre que surge uma ideia favorável ao trabalhador, os sanguessugas se levantam, indignados, alegando prejuízos gigantescos para o país, como se em algum momento eles tivessem a menor noção de brasilidade e preocupação com o bem comum.

Em generosa reportagem de quase 10 minutos na mais poderosa rede de TV do país, Scaff e seus parças argentários da Fiesp ainda tiveram a pachorra de deixar no ar a ameaça/chantagem de repassar os custos do fim de escala no lombo do trabalhador – como se isso fosse novidade…

A regra é clara: quando eles combatem um projeto é porque isso beneficia o trabalhador. A questão é de classe. Eles sempre estão do outro lado do balcão.

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