Com a saída de Serra, ex-presidentes são chamados a ajudar gestão bicolor

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O presidente Sérgio Serra, do Paissandu, apresentou nesta quinta-feira sua renúncia ao cargo, alegando razões de natureza pessoal. Serra vinha sofrendo críticas da torcida pela má campanha do time na Série B e a situação chegou ao limite ao ser ameaçado, por homens armados, no domingo passado, quando passeava com a esposa e o filho mais velho. Ele ficou seis meses no cargo.

A renúncia de Serra foi aceita e o vice-presidente Toni Couceiro foi empossado na presidência, tendo convidado ex-presidentes, como Vandick Lima e Alberto Maia, para colaborarem com a nova gestão bicolor. Maia já informou que irá trabalhar na contratação de jogadores.

9 comentários em “Com a saída de Serra, ex-presidentes são chamados a ajudar gestão bicolor

  1. Isso é inaceitável. Ameaçar de morte um presidente de clube de futebol por maus resultados é o fim da picada. Onde vamos parar desse jeito? Com toda essa violência, gangues podem se apoderar de clubes e não ter qualquer responsabilidade. Se a moda pega…

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  2. Na minha modesta opinião tomou a atitude mais errada que poderia tomar onde a atitude poderá causar danos irreversíveis ao Paysandu nesta sequência de série B. Espero que este palpiteiro que sempre acerta palpites aqui , esteja errado dessa vez.

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  3. A que ponto o futebol paraense chegou. Sou totalmente contra esse time de atitude por parte do “torcedor”. Quer cobrar, vai para os treinos, leva bandeira, grita, xinga os jogadores e o presidente, mas não ameaça esses profissionais que estão ali para ganhar o pão de cada dia, assim como qualquer trabalhador.

    No Remo, foi pago o salário dos jogadores do mês de Maio. Falta o mês de Junho que vence agora dia 10/07

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  4. Se maus resultados fossem motivo para qualquer falso torcedor ameaçar a integridade física e moral de dirigente de Clube, não haveria nenhum vivo no Remo….
    Dirigente não joga, não perde gols feitos, não comete faltas e penâltis infantis, não finge contusão, não provoca cartões amarelo/vermelho para se esconder do próximo jogo ou não viajar. Enquanto o jogador brasileiro não se assumir profissional comprometido com o clube, a bestialidade somente crescerá no futebol brasileiro.

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