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PSC time Campeao 2013-Mario Quadros

Da Revista Placar

Dia 2 de fevereiro é a data de cebração à Iemanjá, a rainha das águas. Para uma massa apaixonada, torcedores de um clube que representa o Norte do país no mapa da bola brasileiro, o dia também é de festejos. É o dia do Paissandu, o Papão da Curuzu. Neste domingo, enquanto um sem-número de pessoas farão suas oferendas ao mar, os adeptos do clube paraenses também celebrarão. O motivo é nobre: o centenário do clube. Tempo de recordar glórias, dores e muita paixão destes 100 anos de história.

Em 1914, um grupo de dissidentes do Norte Club, bem como de outras pequenas agremiações, resolveram fundar um novo clube para fazer frente ao Grupo do Remo (que depois teria o nome mudado para Clube do Remo), principal força paraense à época e dono de enorme força nos bastidores. “Vou fundar um clube para vencer o Grupo do Remo”, afirmou Hugo Leão, integrante do Norte Club em fins de 1913. Pouco depois, sua intenção se tornou realiadade e fundou-se o Paissandu Foot-Ball Clube (poucos dias depois, o nome seria trocado para Paysandu Sport Club), glória do futebol nortista.

Nos primeiros anos de vida, o Paissandu viu o Grupo do Remo reinar no futebol local (foi heptacampeão paraense entre 1913 e 1919). O primeiro clássico “Re-Pa” ocorreu no dia 14 de junho de 1914, e o Papão viu o adversário vencer a partida que marcava a inauguração do futuro estádio da Curuzu, à época pertencente à firma Ferreira & Comandita (em 1918 seria adquirido pelo Paysandu por 12 contos de réis) por 2 x 1.

Em 31 de janeiro de 1915, o Paissandu venceu pela primeira vez o Remo, com o placar de 2 x 0. A partida marcou a estreia de Suísso, primeiro ídolo da equipe, e jogador fundamental na campanha do primeiro título paraense da história bicolor, em 1920, conquista que quebrou a série de sete taças seguidas do Remo. Nos três anos seguintes, o craque do Papão conduziu o clube ao tetracampeonato.

O “Esquadrão de Aço”

No final da década de 30, formou-se a equipe que seria conhecida por “Esquadrão de Aço”. O auge deste time se deu em 1947 quando a equipe sagrou-se pentacampeã estadual. Dois anos antes, no dia 22 de julho, o Papão goleou o Clube do Remo por 7 x 0, maior goleada da história do clássico. Vinte anos depois, em 1965, outro feito célebre para a história do clube foi a vitória por 3 x 0 sobre o Uruguai, que era base da seleção uruguaia, no Estádio da Curuzu, durante escursão da equipe pelo Brasil. Em 1990, após décadas fazendo campanhas discretas na série A do Brasileirão e disputando algumas temporadas na série B, o time disputa, pela primeira vez, a série C, alcançando a quinta colocação e o consequente acesso à Segundona. Em 1991, então, conquista a série B pela primeira vez, feito que repetiria em 2001.

Calando La Bombonera

O início da milênio seria marcante para o clube, campeão da Copa Norte, em 2002, e da Copa dos Campeões, no mesmo ano, feito que possibilitou ao clube a façanha de disputar a Libertadores da América no ano seguinte. Na competição sul-americana, chega, de forma surpreendente, às oitavas de final, batendo, de maneira histórica, o Boca Juniors, por 1 x 0, em plena Bombonera. Na volta, porém, em Belém, o time bicolor perdeu por 4 x 2 e foi eliminado. Após quatro temporadas na série A, o time despenca, em dois anos, para a série C, por onde permance por seis anos. Em 2012, no entanto, volta à série B, mas, com campanha ruim no ano de 2013, voltou para a série C em 2014.

O maior do Norte

O Papão da Curuzu é o time de maior torcida e com mais conquistas na Região Norte. Além do bicampeonato da série B (1991 e 2001), da Copa Norte (2002) e da Copa dos Campeões (2002), possui 45 campeonatos paraenses, três a mais que o arquirrival Remo, que luta, ano após ano, para tentar disputar a série D. No confronto direto com o rival, no entanto, leva desvantagem: foram 226 vitórias e 256 derrotas, em 719 partidas. Os maiores ídolos da torcida são: Suísso, Quarentinha, Bené (este, o maior artilheiro da história do clube), Wandick, Robgol, Iarley, Fumanchu, Zé Augusto, Lecheva, entre outros. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola) 

23 respostas a “Papão soberano do Norte, segundo a Placar”

  1. A revista ratificando que o Paysandú Sport Club é o maior clube de futebol do Norte do País!

  2. Mandaram só uma parte da história da mucura para a revista placar, faltou falar do tabu 33 das corridas de campo do primeiro 7×0 do bacuri das 3 eliminações na CB da participação do 100% da Sudan do troféu Coitado Campeão do troféu Lucia Penedo…

    Eles topam qualquer parada, como assim se fugiram de campo???

    1. Avatar de Marcos Lauriano
      Marcos Lauriano

      cala a boca teu time e perdedor meu, hugo criou esse time pra ser o eterno campeão, chega de choradeira nos somos o maior do n orte em torcida e titulos, mostre algum titulo de vcs so serie C kkkk

  3. IN-DIS-CU-TI-VEL-MEN-TE o Paysandu sport club, foi quem deu as MAIORES GLÓRIAS PARA O ESTADO DO PARÁ.

  4. Caro Miguel, a conceituada revista placar também ratifica que o papão tem a maior torcida do norte do Brasil.

  5. ESSA BELISSIMA HONAGEM É DA REVISTA PLACAR????? A REVISTA ESPORTIVA MAIS TRADICIONAL E DE MAIOR VENDAGEM NO BRASIL????????????????????????? TOMA-TE,TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TETOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TETOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE TOMA-TE. é claro que tudo que relataraM na homenagem não foi nenhuma novidade, o povo que acompanha o Círio já sabe disso. Mas convenhamos que receber homenagem de uma revista esportiva mais tradicional e que mais vende no páis é de arrepiarRRRRRRRRRRRRRRRR

    mas ESPERA AÍ, NÃO LI DIREITO, TEM UMA NOVIDADE…………

    Eles relataram que tem um time em Belém que possui títulos titulos estaduais para fazer frente ao Paysandu, onde esses tiulos foram ganhos quando o time tinha O nome DE GRUPO, DEPOIS mudou para CLUBE onde ganharam mais títulos e somaram os titulos do GRUPO com os do clube?????????????????ISSO é irregular para a contagem de títulos e fazer frente ao glorioso Paysandu Sport Club. Isso golpe bairxo. Alò FPF, vamos corrigir essa contagem, Ora, vejam se vcs entendem: o time nasceu com o nome de GRUPO e ganhou titulos. Nesse tempo nem existia o Paysandu Sport Club. Em 02 de fevereiro de 2014 nasceu o Paysandu Sport Club que ganhou todos os seus titulos com este nome. Porém em julho de 14, após o Paysandu Sport Club ser fundado, fecharam extinguiram o time que tinha nome de GRUPO e fundaram CLUB, não sei se foi por inveja do Paysandu ou acharam Paysandu .Sport Club muito bonito.. Até aí tudo bem. Mas o problema é que os titiulos do extinto GRUPO, foram somados com os do CLUB que foi criado e não poderia jamais. Clue e clube grupo é grupo, fechou, se extinguiu. Assim desse jeito……..daqui ha pouco o Independente vai querer somar o título que ele ganhou com os da extinta União Esportiva. pode?????????????????? Alô FPF, vamos fazer essa contagem de títulos estaduais corretamente porque agora sabemos que O Paysandu possui uma difrença muito maior de titulos estaduais que o que se diz segundo lugar em Belém

    papaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoao

  6. Maior torcida?

  7. Gerson amigo desculpa, esqueci de te gradecer e o faço agora, pela belíssima e sincera postagem com mensagem emocionante sobre o centenário do Paysandu Sport Club. Atua mensagem também foi muito honrosa e de arrepíar igual essa da Revista Placar. Gerson faço esse agradecimento não so pela homenagem ao Paysandu, mas porque sabemos que diariamente tem muitos torcedores do alvi azul que reclamam que didulga mais aquele lado. Não é verdade. Você é imparcial e torcedor do futebol paraense. Por isso fica feliz com as grandes conquistas bicolores. festeja intensamente todas as conquistas de outros times parenses, valoriza mesmo que estas não tenham tanto valor como algumas que o Paysandu. Mas imparcialidade é isso. é valorizar as grandes conquistas e as menores conquistas do nosso futebol não interessando a cor da camisa. Obrigado Gerson, e posto aqui a tua bela mensagem:

    Por Gerson Nogueira

    Um dia é pouco para reverenciar times e jogadores de respeito que o Paissandu legou ao mundo do futebol neste primeiro século de vida. Fosse fazer um inventário de nomes a edição inteira do DIÁRIO não seria suficiente. Bené, Castilho, Vila, Ércio, Abel, Oliveira, Patrulheiro, Bacuri, Beto, Moreira, João Tavares, Mura, Abel, Chico Spina, Edésio, Charles, Lupercínio, Aldo, Cacaio, Dadinho, Alfredinho, Careca, Rogerinho, Gino, Iarley, Robgol, Heider, Edil, Mirandinha, Vandick e todos os Quarenta.

    Fizeram história, responderam pelas glórias e conquistas que constituem a verdadeira essência de uma bandeira. Porque um clube nada mais é do que o conjunto de troféus e façanhas épicas. O que eleva um time à condição de potência futebolística é justamente a memória de fatos, lembranças e episódios que reúne ao longo do tempo.

    unnamed (55)É o que arrasta o povo, faz com que as pessoas se unam em torno da causa, se apaixonem, chorem, ergam preces aos céus.

    No fim das contas, o futebol é o que é pela existência de clubes como o Paissandu, capazes de se erguerem do nada para construírem uma história realmente grandiosa. As conquistas iniciais, tisnadas de heroísmo, fizeram com que o clube ganhasse as ruas, carimbo definitivo para a eternidade.

    Passei a acompanhar o Paissandu – como, de resto, o futebol – a partir dos anos 60. Formatei minhas impressões iniciais a partir do relato falado dos craques do rádio de então. Aprendi, ouvindo o velho Edyr Proença, a entender os segredos da mística bicolor de empreender grandes viradas. Da gostosa e peralta mania de derrubar grandes e famosos, de contrariar a lógica das coisas.

    Foi assim com o temido Peñarol. Com o estrelado Botafogo de Nilton Santos. Com o Cruzeiro favorito de 2002. Com o Boca Juniors na Bombonera.

    O rádio me revelou o quanto o Paissandu era temível nos minutos finais dos jogos. Um time que não desistia nunca, que não se assustava com o tamanho do oponente. Fibra, vontade, destemor. Tempos de Bené, o Canhão da Curuzu, autor de chutes que pareciam sonorizados. Já em Belém pude ver em ação no começo dos anos 70 um conjunto de grandes boleiros.

    Roberto Bacuri era o mais habilidoso daqueles tempos, jogando como um bailarino, tamanha a elegância nos passes e lançamentos. Ainda tive a sorte de ver Chico Spina em ação. Um verdadeiro trator, cuja arrancada era impossível de conter. Depois dele, viria Cacaio, menos intenso, mas tão decisivo quanto. Dadinho, Róbson e Vandick completam a trinca de grandes artilheiros.

    É meio injusto com os demais jogadores, mas o futebol nos empurra para essa mania de valorizar aqueles que decidem as coisas. Esses nomes, talvez não tão importantes quanto outros dos primórdios, forjaram a imagem que tenho do Papão. São partes indissociáveis desses cem anos emocionantes. Parabéns!

  8. Avatar de Antonyo Rafael - Codó - MA
    Antonyo Rafael – Codó – MA

    Não é qualquer timinho que merece uma matéria desse tipo na maior e mais lida revista esportiva do país.

    Tem um torcedor do time rival (anônimo) que está pra morrer de tanta inveja, porque o timinho dele nem divisão tem quanto mais prestígio para que seja publicada matéria semelhante em qualquer revista do Brasil.

  9. Avatar de Mauricio Carneiro
    Mauricio Carneiro

    Por isso que evito bate-boca com sofredor invejoso aqui no blog. Desnecessário. A Placar fala, Armando Nogueira escreveu, a ESPN acabou de mostrar.

  10. A reportagem diz:.” Pouco depois, sua intenção se tornou realiadade e fundou-se o Paissandu Foot-Ball Clube (poucos dias depois, o nome seria trocado para Paysandu Sport Club), glória do futebol nortista.” Então pq vc, gérson \nojeira insiste em escrever PaISSandu. Só pode ser recalque de um remista safado…..

    1. Avatar de blogdogersonnogueira
      blogdogersonnogueira

      Pela maneira como usa o termo, deve ser profundamente identificado com safadezas. Ocupe-se de sua turma e respeite homem, corajoso cidadão fake.

  11. Avatar de Filipe Rocha - Meu time tem divisão
    Filipe Rocha – Meu time tem divisão

    A conceituada revista lista os títulos do Papão e logo depois fala que o rival luta ano após ano por uma vaga na série D. Kkkkkkkkkkkk

  12. Pode retirar meu comentário, mas vc nunca deixará de fazer parte desta imprensa safada e remista, Gerson Nojeira. Vcs morrem de inveja do Papão, Enquanto tiverem este sentimento, vcs nunca sairão da merda q são….

  13. É impressão minha ou o blog alterou o texto da revista para grafar “Paissandu” ao invés do “Paysandu” usual?

    1. Avatar de blogdogersonnogueira
      blogdogersonnogueira

      É como eu grafo, amigo. E deixa de melindres, há coisas mais importantes que essa discussão sem fim.

  14. Agora que eu percebi que um certo imbecil andou xingando o Gerson por causa da grafia do nome, mas eu quero deiar claro mesmoe eu tendo tocado no mesmo assunto não sou eu que estou despejando lixo nesse blog, como o anomino covarde.

  15. Avatar de Gil (Genova - Italia)
    Gil (Genova – Italia)

    O Paysandu é sim referencia quando fala-se em futebol no Norte do Brasil !

  16. Égua muito bonita a reportagem na Espn Brasil mostrando o Papão o lobo Mau.

  17. Ei covarde anônimo você está estressado? Tá vendo que é felicidade, no dia dos Cem anos tudo é alegria, vá dormir, que amanhã é outro dia, hoje, é dia do Papão dos felizes. Passa aqui na Curuzu, vem tomar uma, sem stress!

  18. Concordo com o seu Gerson Nogueira,vamos parar de brigar,cada um torce pro seu clube e pronto,vamos nos respeitar.Parabéns papão pelos 100 anos.

  19. Quer dizer então que de 1947 a 1991 o time só ganhou o Peñarol mesmo?

    Hehehehehe, agora entendi porque botaram no hino…

  20. Gersom boa tarde o papão da curuzu e o maior campeão de títulos do norte e enquanto outros timinhos so tem títulos estaduais não se dão conta que não conseguem nada não passam disso não tem nem história pra contar boa tarde amigo

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