Leão tem 5º melhor público dos Estaduais

REXPA 1o da Decisao Parazao 2013-Mario Quadros (7)

Do Blog Srgoool

Se o Campeonato Mineiro terminou com a melhor média de público entre os Estaduais 2013, não é nenhuma surpresa que algum clube de Minas Gerais tenha o maior público da temporada. E o Cruzeiro segue a risca o script. Vice-campeã Estadual, a Raposa está no topo do ranking que abrange as melhores médias do Brasil em 2013. Com a reabertura do Mineirão, o Cruzeiro pôde reeditar grandes públicos do passado. No primeiro clássico, o Trem Azul levou mais de 50 mil pagantes ao estádio. A média do time mineiro só fez subir e o deixou com 24.532 pagantes. O segundo lugar é alvinegro e também vem da Região Sudeste.

Campeão paulista, o Corinthians vive uma lua de mel sem fim com sua torcida. Pelo sexto ano consecutivo, o Timão foi o líder de público no Estadual de São Paulo. No geral, o Timão ostenta média de 23.887 pagantes. Apenas Cruzeiro e Corinthians ousaram ultrapassar a barreira dos 20 mil torcedores. De todos os clubes dos 26 Estaduais em andamento, só 16 chegaram a dez mil pagantes. O Santa Cruz completa o Top 3. Tricampeão pernambucano, o Tricolor ostenta 19.318 pagantes. Mas são outros clubes que chamam a atenção.

O Remo, por exemplo, mais uma vez ficou sem o título paraense e sem vaga na Série D. Mesmo assim, o Leão ocupa a honrosa quinta colocação com média de 15.501. Outros dois clubes do ranking também não disputarão nenhuma divisão nacional. O São Bernardo, que conta com a colaboração de empresários na compra e distribuição de ingressos, fecha o Top 16 com média de 10.009 pagantes. Mas a maior surpresa vem do Itumbiara. Rebaixado no Goianão, o Itumbiara aparece na 13ª colocação a frente de Coritiba e Grêmio, clubes da Série A do Brasileirão – com média de 11.293 pagantes. O Itumbiara, porém, tem a colaboração da prefeitura em relação as entradas.

Destes 16 clubes com as maiores médias de público do Brasil, nove disputarão a elite do Brasileirão. Outros três buscarão o acesso na Série B, enquanto um é da Série C e três – como já foi falado – estão sem calendário nacional.

Confira os clubes com as melhores médias de público dos Estaduais:

1 – Cruzeiro (24.532)

2 – Corinthians (23.887)

3 – Santa Cruz (19.318)

4 – Atlético Mineiro (18.261)

5 – Remo (15.501)

6 – Bahia (14.874)

7 – São Paulo (14.558)

8 – Vitória (13.177)

9 – Paysandu (12.287)

10 – Ceará (12.072)

11 – Sport (11.543)

12 – Santos (11.349)

13 – Itumbiara (11.293)

14 – Coritiba (10.937)

15 – Grêmio (10.111)

16 – São Bernardo (10.009)

REXPA 1o da Decisao Parazao 2013-Mario Quadros

(Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola) 

Verdão e Sport, exceçõe$ na Série B

tiago-real-leandroO Palmeiras será a grande atração do Campeonato Brasileiro da Série B de 2013. Como já aconteceu há 10 anos, quando sagrou-se campeão da divisão, o time paulista entra como favorito ao título. Não só por sua tradição, como também pela disparidade financeira que o separa dos outros 19 participantes. Enquanto o Palmeiras terá à disposição a sua cota da televisão, que pode chegar a R$ 80 milhões conforme o retorno do pay-per-view, os outros clubes vão receber da televisão a insignificante cota de R$ 3,4 milhões, pagos em 10 parcelas de R$ 340 mil. Este valor é líquido porque são descontados 5% de INSS – previdência social – e 5% de direito de imagem dos jogadores. O valor bruto é de R$ 3,8 milhões.

Só o Sport Recife foge da regra por ter um acordo bilateral com a Rede Globo, detentora dos direitos de imagens, por uma cota de R$ 20 milhões. É a chamada “reserva de praça”, no caso de Recife, considerada uma cidade estratégica. O time pernambucano deve, portanto, ser apontado como um dos times que pode brigar diretamente pelo acesso.

SEM REFORÇOS
A disparidade é enorme “da água para o vinho” diz o presidente do Bragantino, Marco Chedid. Para ele, o mínimo necessário para se tocar um time na Série B por oito meses de competição seria algo em torno de R$ 7 milhões, ou seja, perto de 30% do que recebe o Sport.
Sem dinheiro para investir, os clubes, de forma geral, estão mantendo os seus elencos usados no início da temporada nos estaduais. Com alguns poucos retoques. O plano dos dirigentes é não gastar nas seis primeiras rodadas, porque depois a disputa será paralisada por causa da Copa das Confederações. Isso vale tanto para jogadores como também para os técnicos e suas comissões técnicas.
A tendência é que todos os clubes façam um up-grade após este recesso. E a sua intensidade vai depender, justamente, no desempenho de cada um nas fase inicial. Até o Palmeiras adotará este esquema, embora já venha priorizando a Série B desde que Paulo Nobre assumiu a presidência, em dezembro.

Ele asssegurou a permanência do técnico Gilson Kleina, que já subiu com a Ponte Preta em 2011, e já fez alguns negócios visando a competição, como a ida de Barcos para o Grêmio, com a vinda de vários jogadores: Vilson, zagueiro, Léo Gago, volante, Rondinelly, meia, e Leandro, atacante.
E de outros nomes, como o goleiro Fernando Prass, do Vasco, os laterais Ayrton, do Coritiba, e Weltinho, do Corinthians; o lateral-esquerdo Marcelo OLiveira, do Cruzeiro, o atacante Kléber, do Porto, de Portugal, além da volta do meia Souza, que estava no Náutico e goza de prestígio de Kleina. Após o Paulistão, o zagueiro Tiago Alves chegou do Mogi Mirim. É limitado tecnicamente, mas experiente. (Com informações da Ag. FI)

Charles deixa o PFC e pode assumir o Remo

Depois de aceitar proposta do Remo, voltar atrás e anunciar permanência no Paragominas, o técnico Charles mudou de ideia de novo. Na manhã desta sexta-feira, o treinador se desligou do PFC e voltou a Belém. Em entrevista, disse que não se sentia mais à vontade no Jacaré, admitindo que está renegociando com os dirigentes do Remo. Ao mesmo tempo, a diretoria do PFC anunciou o substituto de Charles: é Cacaio, que treinou a Tuna no segundo turno do Parazão e se apresenta neste sábado. 
Após uma reunião com o presidente do PFC, Jorge Formiga, na noite de quinta-feira (23), Charles citou como principal ponto o desgaste com a torcida e com pessoas ligadas à diretoria do clube. O fato chegou às redes sociais, onde a família do treinador chegou a ser hostilizada por torcedores. Charles deve comandar o Remo pela terceira vez na carreira. Em 2005, ele foi vice-campeão paraense e, em 2007, treinou o clube no Brasileiro da Série B. Diante de tantas idas e vindas, porém, é prudente não confiar nas decisões do treinador. (Com informações da Rádio Clube) 

O velho Nilton e a bola

nilton santos - abre

Homenagear Nilton Santos, a “Enciclopédia” do futebol brasileiro, nunca será demais. Agora, surge mais um livro, desde já na lista de obrigatórios da literatura esportiva. Nilton Santos já tinha um livro publicado sobre sua vida, mas muito distante do que mereceria. Mas este “O velho e a bola ” (Editora Maquinaria), é um golaço marcado pelo craque do jornalismo e da literatura esportiva Rafael Casé.  Livros de crônicas reunidas na literatura esportiva recente são raridades. Por isso, resgatar a trajetória de Nilton Santos, por intermédio das crônicas de Jacinto de Thormes, pseudônimo do jornalista Maneco Muller, publicadas no jornal Última Hora, torna-se um marco.

São 40 crônicas escolhidas e organizadas pelo jornalista Rafael Casé, que também assina as notas que compõem o livro. Foram retiradas da série de crônicas que leva o mesmo nome do livro, publicada no jornal Última Hora no ano de 1963 e traçam um rico panorama do futebol brasileiro dos anos 1950 e 1960, com alegrias e dramas, talentos e malandragens, fama e decadência de craques inesquecíveis. Os textos têm na trajetória do jogador do Botafogo, conhecido como Enciclopédia – apelido, inclusive, dado por Maneco Muller – seu fio condutor.

Teimosa vocação tabajara

Por Gerson Nogueira

O Remo começa a se especializar não apenas em perder turnos de campeonato, mas também na fina arte de produzir lambanças. Poucas contribuições de impacto foram dadas até hoje pela atual diretoria, mas, sem dúvida, o anedotário do futebol paraense ficou mais rico graças a ela. É uma presepada atrás da outra.

A última trapalhada envolveu a contratação do técnico Charles Guerreiro. Dada como certa na terça, caiu por terra na quarta pela manhã depois que o treinador se acertou com os dirigentes do Paragominas. Ontem, finalmente, ficou tudo esclarecido. Charles fica mesmo no PFC e a cartolagem do Remo contabiliza mais um mico.

COLUNA GERSON_24-05-2013As circunstâncias da trepidante negociação envolvendo Charles e dirigentes do Remo é algo digno de livreto de piada. O técnico contou que foi procurado, recebeu uma proposta e ficou tentado a aceitar, até para atender um apelo da família para voltar a morar em Belém. Pediu, porém, um tempo para comunicar sua decisão aos diretores do PFC.

No meio do caminho, o mais afoito dos cartolas remistas apressou-se em anunciar a transação como definida e sacramentada. Esqueceu apenas que um profissional só pode ser considerado contratado depois que põe o jamegão na folha de papel. O treinador admitiu, ontem, que a algazarra dos azulinos pesou na sua desistência, pois temia ficar marcado junto à torcida de Paragominas.

O comportamento destrambelhado tem sido a marca dos gestores do futebol do Remo. E a balbúrdia parece definitivamente instalada. Nem bem baixou a poeira do caso Charles, em meio a especulações sobre Maurílio, eis que surge a notícia de que Cacaio será o técnico. De novo, a informação saiu antes que o técnico assinasse contrato com o clube. Não será surpresa se hoje surgir novo desmentido.

Depois da eliminação do Campeonato Paraense, o Remo voltou à mesma situação do final do ano passado. Parece uma nau à deriva, sem rumo ou comandante. Sem competições previstas no restante da temporada, a pressa em contratar um treinador transmite insegurança e desespero.

O insucesso na busca por um técnico vem se juntar à infeliz ideia de recorrer ao STJD pleiteando a vaga paraense na Série D. O clube tem todo direito de resguardar seus direitos, mas não pode se expor a situações vexatórias. Depois que o mais falastrão de seus gestores garantiu em entrevista que o Remo iria disputar “de qualquer maneira” a competição, a sensação é de que tudo será feito para confirmar a tal previsão.

Como era fácil de prever, depois de notificada pelo tribunal sobre a reclamação, a FPF respondeu que o representante do Pará é o Paragominas. Nem podia dizer outra coisa, pois o campeonato foi disputado sob um regulamento aprovado pelo conselho técnico dos clubes. Se há algo dúbio ou mal explicado, a responsabilidade é também dos remistas, que ajudaram a formatar o regulamento.

Do lado prático das coisas, causa espanto que o Remo tenha se dado conta da imperfeição do regulamento somente agora, depois do término do campeonato. Se não concordava, deveria ter esperneado antes do torneio. Como aceitou disputar, só resta submeter-se às regras do jogo. Reclamar agora, tardiamente, mesmo que os argumentos sejam consistentes, soa como coisa de mau perdedor.

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Uma estreia longe de casa

Longe da torcida e ainda sob os efeitos da derrota no tapetão, que fulminou as esperanças de permanência na Copa do Brasil, o Paissandu inicia hoje a esperada campanha de retorno à Série B, depois de seis anos de ausência. Não é a estreia dos sonhos. Apesar de utilizar o time-base do Parazão, o técnico Lecheva tem vários problemas.

Além da forçada mudança na lateral-esquerda, com a possível entrada do novato Janilson em substituição a Rodrigo Alvim (contundido), há dúvidas quanto ao meio-de-campo. Vânderson, Capanema e Djalma não treinaram por diferentes razões. Eduardo Ramos, cérebro do time, é o único do setor que está em plenas condições.

Por sorte, o ataque não sofreu alterações. Setor fundamental pela necessidade de uma vitória logo de cara, tem Rafael e João Neto bem entrosados e voltando a jogar como no primeiro turno do certame estadual. O adversário é pouco conhecido dos paraenses, mas constrói uma imagem vencedora com o vice-campeonato da Copa do Nordeste e as boas participações na Segunda Divisão, onde está há três anos.

O ponto forte do ASA é a capacidade de marcação, que se concentra no trio de volantes (Rudiero, Milton e Pedro Silva). Na frente, Léo Gamalho, que andou na mira de vários clubes da Série B e até da primeira divisão, é o homem a ser vigiado pelos bicolores.

Toda estreia é difícil, mas os desafios do Paissandu aumentam na medida em que o ASA é um adversário mais habituado à Série B. Além disso, é um time bem arrumado e perigoso como visitante, explorando bem os contra-ataques.

O segredo, para o Paissandu, pode estar na participação da torcida de Paragominas, que já deu um tremendo empurrão (reforçada por torcedores que viajaram de Belém) na Série C contra o Macaé. Na parte técnica, depois do apagão contra o Naviraiense, o rendimento parece ter voltado ao normal na boa atuação diante do PFC, domingo.

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O velho Naça renasce das cinzas

Quem diria… Impulsionado por fortes investimentos, o Nacional de Manaus dá pinta de que está mesmo de volta à cena. Depois de golear o Coritiba em Manaus, foi ao Paraná e arrancou a classificação à terceira fase da Copa do Brasil. No placar agregado, triunfou com sobras – 4 a 2. Na primeira fase, o Naça de Aderbal Lana eliminou o Águia de Marabá. Rafael Mourisco, ex-Remo, é o xerifão da zaga.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 24) 

Leão vai à semifinal da Taça BR de Futsal Sub-15

Com um gol aos 32 segundos de jogo, o Remo conseguiu derrotar a equipe do Country Club, do Paraná, garantindo vaga nas semifinais da Divisão Especial da Taça Brasil de Futsal Sub-15, que se realiza em Recife (PE). O único gol da partida foi marcado por Gabriel, que chutou forte e surpreendeu o goleiro do time paranaense. Com o resultado, o Leão chegou aos 9 pontos em quatro jogos, ficando com a segunda colocação do grupo E2. A liderança é do Sport, dono da casa, que venceu todas as partidas que disputou.  Agora, os remistas vão enfrentar a equipe do Fluminense. Remo e Flu se enfrentam nesta sexta-feira, a partir das 17h. A outra semifinal terá o clássico pernambucano entre Sport e Náutico. A final está marcada para este sábado. (Com informações da MMSports)