O Paissandu trava três importantes batalhas no front financeiro nesta semana. A primeira diz respeito ao contrato em vigor com a empresa de logística BWA, cuja multa rescisória é de R$ 1,6 milhão. Outros seis clubes brasileiros rescindiram acordo com a firma, mas o Paissandu ainda não descobriu um jeito de pôr fim a uma parceria que na prática não existe mais. A segunda bronca tem a ver com o lateral-direito Pikachu, cuja transferência para investidores permanece um grande mistério. Um dos empresários desembarcou nesta semana em Belém alegando que pagou um adiantamento ao ex-presidente Luiz Omar Pinheiro. A diretoria não levou em conta os argumentos e defende-se dizendo que não há nenhum documento assinado comprovando o negócio. Por fim, uma causa trabalhista de grande monta surge no horizonte alviceleste. Envolve o ex-jogador Sandro, que cobra na Justiça dívidas no valor de R$ 750 mil e ação indenizatória, por calúnia e difamação, no mesmo valor, contra o ex-presidente LOP. Quem acompanha de perto detalhes das reivindicações dá como praticamente certa a vitória do antigo ídolo da Fiel nos tribunais.
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