Vivendo e não aprendendo

A situação envolvendo o jogador Ramon começa a gerar sérias preocupações no Remo. Além de pouco produzir quando foi escalado, o meia está vinculado ao clube por contrato de dois anos, negociado com um empresário que usou indevidamente a marca de uma conhecida empresa. Na conversa com os dirigentes, o cidadão não explicou a atual condição do jogador e nem o clube procurou saber os motivos que levavam um atleta internacional a querer se estabelecer no futebol paraense. Pelo acordo, Ramon recebe salários em torno de R$ 24 mil, o mais alto do atual elenco. A quantia é justificada porque ele seria a principal aposta para o campeonato, a contratação top. Mesmo depois que ficou evidente que o jogador não é reforço, alguns dirigentes ainda insistem em justificar a barbeiragem, que pode vir a custar muito caro ao clube mais adiante – algo mais ou menos do porte que a dívida com Arinélson significou para o Paissandu.

16 comentários em “Vivendo e não aprendendo

  1. o remo gasta 10 mil de salario com ele os outros 15 mil são pagos pela herbalife. que não justifica também, haja vista, o cara ser o maior chinelinho do futebol paraense.

  2. Pelo que ouvi declarar, uma noite, na Turma do Bate Papo, da Clube, a pessoa mais indicada para falar sobre este contrato, é o Super vice-presidente, o Pirão. Ele disse, com todas as letras, em fanfarronice digna do LOP, que dispensou o empresário, suposto picareta, e que assumiu, em nome do Remo, a contratação do jogador.

  3. Acho que os times paraenses têm que seguir o exemplo do Paysandu e prestigiarem os técnicos locais, e estes devem estudar mais e fazerem cursos lá fora. Estou cada dia mais decepcionado com os técnicos de fora, parecem todos iguais, que o diga o Flávio Araújo.

  4. 24 mil???!!! Se me derem 1 terço disso ainda faço aquela meiuca azulina funcionar muito mais….rsrsrs

    O amigo Edson Amaral foi certeiro no comentário e o escriba explicou cenário com perfeita clareza! Infelizmente, é assim que caminha o futebol…

  5. Verdade Édson e Israel. No entanto, neste caso, parece que o técnico azulino é inocente. Tanto assim que nem sequer escala mais o jogador. Parece que o fez antes por pressão do LOP do Baenão, como o identificaram acima. Podemos fazer uma campanha para o Pirão pagar os dez mil do bolso dele. É justo.
    abs

  6. Gerson, Cláudio e demais colegas, até um tempo, eu acreditei que os dirigentes fizesse essas contratações alopradas sem interesses, mas por ingenuidade, mas depois me dei conta do ÓBVIO: que fazem isso bem cientes dos embróglios, mas o fazem justamente porque sabem que é um meio de levarem vantagens ($$$). É o que eu creio.

  7. Após a briga dos dirigentes remistas com um empresário, barrado nas dependências do clube, vazou uma burrada que os azulinos bem gostariam de ter mantido em sigilo: Eduardo Ramos tinha sido oferecido incialmente ao Remo, ainda em dezembro, mas acabou recusado porque o clube preferia os bondes atuais.

    E, comprovando que estes dirigentes não são do ramo, ainda tem o caso Potiguar, que o clube desistiu de trazer, dando preferência a Clebson e Capela. É verdade que Potiguar não joga dez por cento do que a imprensa fala, mas, óbvio, mesmo ruim é muito melhor do que os dois que vieram.

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