Recorde de arrecadação e despesas

O Re-Pa deste domingo bateu o recorde de arrecadação do clássico, atingindo a quantia de R$ 1.172.030,00, com um público pagante de 38.193 pessoas. Com 2.690 credenciados, o total presente foi de 40.883 espectadores. As despesas chegaram ao inédito valor de R$ 366.097,21! Alguns dos itens que contribuíram para essa facada: cota da FPF, R$ 117 mil; arbitragem, R$ 20.155,01; ingressos, R$ 85.306,00; segurança, 25.885,00. Para cada clube, coube o valor líquido de R$ 402.966,40.  

16 comentários em “Recorde de arrecadação e despesas

  1. Estes números somente mostram a grandeza e amor do torcedor paraense ao futebol…

    Uma pena saber que a Fifa (com o dedão do Sr. Ricardo Teixeira) preteriu uma cidade apaixonada por futebol por cidades sem expressão nenhum no futebol brasileiro…

    Parabéns as torcidas de Remo e PSC, verdadeiro patrimônio imaterial deste estado.

  2. A Cota da dupla rexpa nos 3 jogos chegou a R$1,000,000,00 nada mal….e daqui a 15 dias terá uma nova partida,é pra tirar a barriga da miséria.

  3. Três Clássicos… Três REXPA, e aproximadamente 120 mil pessoas no Mangueirão. Pergunto: O que faz do torcedor paraense um ser tão especial? Será que de um momento para outro passamos a disputar finais com Barcelona, Milan e Real? Será que o nosso velho e aniversariante Mangueirão passou a ter a estrutura dos estádios mais modernos do planeta? Será que tratava-se de uma disputa por título mundial? Ou valeria vaga na Libertadores das Américas? Ou ainda, seria o Show de Sir James Paul McCartney em nossa querida Belém? Tantas perguntas e apenas uma resposta (com provavelmente uma única palavra) para entender tantas pessoas para assistir uma “super’ final do “grande” Campeonato Paraense: AMOR, assim mesmo, em letras garrafais, posto que é preciso amar estes famigerados gigantes paraenses, carinhosamente apelidados de Leão Azul e Papão da Curuzu, para sofrer na compra de um ingresso ou na entrada de um estádio. Viva o futebol paraense! Viva Remo e Paysandu, gigantes da Amazônia!

    Carlos Lira

  4. Está acontecendo a mesma coisa do ano passado. O Remo tá ganhando muita grana e ficando a ver navios.

    O Remo virou a galinha dos ovos de ouro.

    Entra muita grana.
    O time não consegue nada.
    Os patrocinios se estendem até o final do ano.

    Quem quer largar uma vida dessas?

    E ainda tem gente se preocupando com os ex presidentes do Paysandu.

    Hoje temos a melhor pessoa comandando nosso Clube, que tá pagando os salários adiantados.
    Honrando dividas trabalhistas.
    Proucurando os patrocinadores mais lucrativos.
    Sem contar que nas grandes rendas do brasileiro, copa do Brasil deste ano e nas cotas tanto da Copa Brasil como da segundona.

    E se o time se manter vencedor é só botar pra frente o projeto sócio torcedor que vai disparar.

    Tá tudo dando certo, grandes projetos só dão certo com conquistas, e ganhar o 1° turno em cima do rival valoriza ainda mais isso.

    Ainda tem o projeto dos 100 anos de vida do Clube.

    Tudo está no seu ligar. O meu papão vive verdadeiramente NOVOS RUMOS.

    Isso tudo está acontecendo porque nós não aceitamos ser comandados pela turma do mal, que nos últimos 6 anos só fez espalhar o rancor entre os grandes biclores e afastou com pessimas campanhas o torcedor do estádio, que no campeonato brasileiro vai abarrotar o mangueirão.

    Hoje com já disse tantas vezes aqui no Blogo no passado, é o papão que manda, jogadores como rafael Oliveira, precisam enteder isso, não estamos deacreditados numa 3° divisão. estamos na porta da elite do futebol brasileiro.

    Da-lhe Paysandu!

    Papão da Curuzú!

  5. Somos um apaixonado por futebol, não credito à CBF (Teixeirão) a escolha de outra cidade no lugar de Belém. Acredito que o vacilo, foi do Governo do Estado, que deixou de ser ousado, deveria propor a construção de um novo estádio, com capacidade para mais de 60 mil pessoas. Hoje o Mangueirão, aniversariante do dia, já está ultrapassado além de limitado para atender a um RE x PA, como estes que ocorreram, pior, agora será mais difícil construirmos um grande estádio, pois a sangria do dinheiro do governo federal vai acabar em 2014.

  6. Lembrando que o Paysandu tem outra vantagem sobre o Remo: o presidente é escolhido pelo voto direto, pelos sócios, e não por um conselho. O melhor conselho que se poderia dar ao Remo é ter conselho nenhum.

  7. Desde 2011 eu postava aqui sobre as altas despesas dos jogos.É intragável para a sociedade esportiva paraense as despesas serem 1/3 da renda.Absurdo
    .Paulo Borges o dr.Alonso que era engenheiro me disse que depois que foi ao Magueirão duas vezes achou o estádio mal construído que precisava ser remodelado com anéis de arquibancada mais perto do gramado e modernizado em outros setores.Concordo com vc havia briga política interna entre os que poderiam ter conseguido trazer a Copa para Belém.Egos inflados. Papão realmente tem tudo para seguir um Rumo , um caminho bem sedimentado com o Vandick.

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