Por Juca Kfouri
Santos e Botafogo já fizeram os maiores clássicos do futebol brasileiro nos tempos de Pelé e Mané. E já decidiram, com muita polêmica, o Brasileirão de 1995. E hoje, na Vila Belmiro, às 20h30, fazem um jogo isolado do Brasileirão de 2011. Isolado porque atrasado, embora possa adiantar, e muito, a vida dos dois alvinegros.
A do Santos, com Neymar de volta, porque o campeão da Libertadores precisa recuperar a confiança perdida e porque precisa somar pontos para poder se preocupar só com o Mundial de Clubes, no Japão, no fim do ano. E adianta muito a vida do Botafogo, sem o ex-santista Renato, porque a vitória torna real o que é virtual, potencial, hipotética: a liderança do campeonato a oito rodadas do fim. Os três pontos para os cariocas significarão um a mais do que têm Corinthians e Vasco e o mesmo número de vitórias do Corinthians.
É jogo para torcedor nenhum botar defeito e para tornar menores os jogos do Flamengo e do São Paulo pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, no Engenhão, contra a Universidade do Chile e, no Morumbi, contra o Libertad, do Paraguai, às 21h50. O Flamengo com Ronaldinho e o São Paulo, de novo, com o técnico interino Milton Cruz, credo.
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