5 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de segunda-feira, 28

  1. E incrivel, como ainda vemos casos isolados de racismo mundo afora! O que mais me surpreende e, que como podo um País, do porte da Inglaterra, ainda tolerar esse tipo de coisa! Outra coisa e, como esses imbecis racistas, podem ter atitudes racistas com jogadores de outras nações, se na própria seleção dos mesmos, tem vários negros.
    Outra o piloto inglês Lewis Hemilton, também e negro não e, ou ele e loiro de ohos azuis?

  2. André, ignore. A escocia além do destilado não tem muito mais prá mostrar. O melhor da Europa não usa K I L T .

  3. Diz o Diario On Line: “COMELLI VAI MUDAR O JEITO DO JAVALI JOGAR”. Imagino o que será este time se piorar. Vém muita peía no futuro. Aguardem.

  4. Já passou dos limites esta frescura de racismo, se for parar levar ao pé da letra, os albinos teem os mesmos direitos.

  5. Motorista mata na volta da micareta Primeira página do Diário)

    Caro Gerson, mais uma vez lemos, com um misto de revolta e tristeza, uma matéria que estampa, com todas letras, mais um ato de violência que enluta todos aqueles que veem cada ser humano como um irmão que deve ser respeitado. Esse princípio tão simples deveria ser o fio condutor das atitudes de cada um de nós. No entanto, não é essa a regra geral. Veja essa morte estúpida de um jovem cheio de esperanças.

    As mortes provocadas por assassinos como este, que ceifou a vida de um jovem de apenas 27 anos, são apenas uma parte do estado de guerra civil em que o Brasil se encontra. Infelizmente, esse é mais um caso que vai cair no esquecimento.

    O asssassino vai continuar com sua carteira de habilitação, vai continuar dirigindo embriagado, enquanto os parentes e amigos de suas vítimas vão continuar chorando as perdas de seus entes queridos.

    Alguém consegue informar o que aconteceu com o motorista de ônibus que passou sobre a perna de uma senhora de mais de 70 anos? Seguramente ele continua a dirigir (?) o seu ônibus. Até mesmo a imprensa relegou esse caso ao esquecimento.

    A violência é tão grande e costumeira que grande parte da população, e até as autoridades, a encaram como algo banal que, talvez e infelizmente, esteja a se incorpòrar ao caráter do brasileiro.

    Devemos constatar, com profunda consternação, que, em pleno regime democrático, estamos sob o jugo da ditadura da boçalidade. Basta caminhar um pouco pelas ruas de Belém para comprovar o grau de incivilidade a que chegamos.

    Alguém dúvida de que estamos em plena guerra civil? Para os incrédulos eu proponho a leitura diária dos jornais nos quais o sangue jorra sem parar. Comece com a capa de hoje do Diário.

    PS: Trancar ruas, em sinal de protesto, é uma atitude inócua que pune inocentes e não atinge o cerne da questão.

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