No último dia seis de janeiro, a nova presidência do Leão tomou posse na sede social do Clube do Remo, que até então estava completamente abandonada. Naquele dia, enquanto a cerimônia acontecia, os convidados que chegaram ao salão principal foram recepcionados por uma verdadeira poça de água da chuva, resultante de muitas goteiras que caíram do teto da sede, totalmente infiltrado (fotos acima e abaixo).
Hoje, no entanto, o patrimônio remista já ganha nova feição. Graças aos esforços de conselheiros, beneméritos, grandes beneméritos e abnegados, a sede social do clube se transformou num verdadeiro canteiro de obras. O orçamento estimado da obra é de R$ 50 mil para deixar o salão principal novinho em folha. As mudanças já começam a ser notadas desde a entrada. As paredes, que também estavam cheias de infiltrações, já foram cobertas com massa. A próxima etapa, agora, é a reforma do teto, que começou a ser reparado. A previsão é de que em dentro de um mês as obras sejam concluídas.

Segundo o vice-presidente de patrimônio do clube, engenheiro Josias Campos, o projeto engloba a reforma de todos os bens azulinos. “Já demos uma ‘cara nova’ ao Baenão. Agora estamos na sede e depois partiremos para o Ginásio Serra Freire, que terá o piso totalmente substituído por um novo”, destaca Campos, que comemora a reviravolta. “Olha só como nos recebemos a sede, em total estado de abandono. Mas aos poucos nós estamos ajeitando a casa, para fazer da sede mais uma fonte de renda para o clube”, ressalta. (Transcrito do caderno Bola)

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