Gangues semeiam barbárie e insanidade

Mais uma vítima da insanidade nos estádios de futebol. O Hospital São Vicente de Paula, em S. Pauo, informou que o torcedor do Palmeiras Rafael Vinícius Moura, 26 anos, que perdeu a mão vitimado por uma bomba caseira durante confronto com torcedores do São Paulo no final da noite de domingo, em Jundiaí (SP), tem saúde estável e está consciente. A confusão de ontem deixou uma pessoa morta e 12 feridas na rodovia dos Bandeirantes. Segundo o hospital, o torcedor palmeirense Alex Furlan Santana, 29 anos, morreu após ser baleado na cabeça. Outros três torcedores do Palmeiras também foram baleados no confronto, mas nenhum deles corre risco de morrer.
 
Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, cerca de 200 torcedores do Palmeiras e do São Paulo que tomavam o rumo do interior se encontraram na rodovia dos Bandeirantes, em um local próximo a um posto de gasolina, por volta das 23h30 de domingo. O confronto interditou a rodovia dos Bandeirantes por cerca de 20 minutos, à altura do km 58, até a chegada da polícia.

Barbárie pura, por conta dos atos aloprados de gangues que se travestem de torcedores para levar violência e horror aos estádios. Essa gente, digo sempre, é inimiga do futebol. Torcedor de verdade não precisa se “organizar” para torcer. Quem faz isso não pertence a torcidas, mas ao crime organizado.

2 comentários em “Gangues semeiam barbárie e insanidade

  1. Concordo plenamente. Aqui em Belém, alguns idiotas ficam a incenssar as violentíssimas TUTB e TOR, com desculpas esfarrapadas do tipo: “Ah… mas eles fazem uma linda festa nas arquibancadas.” E os integrantes destas “organizadas” tem a audácia de se acharem mais torcedores do que os outros, classificando os não organizados de “povão” ou “torcedor comum”, que não “agitam” nas arquibancadas e etc. Sou a favor do fim destes grupos fascistas recheados de frustrados e derrotados. Mão de ferro sobre eles!

    Hoje mesmo vi uma matéria em um telejornal em que a organizada do São Paulo proferia um grito de guerra que dizia mais ou menos assim: “sou independente (nome da organizada), não temo ningém, se vier encarar, mato um, mato cem!”. Ao dizerem que são da “Independente”, logo os caras nem tricolores são! O time deles, de fato, é o tal bando. E ao dizerem que vão “matar um ou cem”, logo não vão ao estádio pra torcer…

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  2. É a volta dos que não foram. Tema repetitivo, por responsabilidade exclusiva do estado brasileiro em todos os níveis. É a famosa tolerância à moda Brasil. Toleram e depois não tem estrutura e competência para controlar essas gangues. Só uma mudança geral no estado como um todo, poderia nos dar alento de que ninguém ficaria impune. Pelo que ouvi, a polícia paulista não tem pista dos autores de tão bárbaro crime. Como neste país, a tolerância e a impunidade são os lemas, só nos resta a indignação e o choro aos mortos.

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