Por falta de quórum (cinco auditores do tribunal não apareceram), o Tribunal de Justiça Desportiva adiou para fevereiro o julgamento dos recursos de Castanhal e Tuna contra a inclusão do Cametá na primeira fase do Campeonato Paraense. A sessão havia sido marcada para esta sexta-feira pelo presidente do TJD, André Silva Oliveira. Com isso, a situação do torneio segue indefinida do ponto de vista jurídico, podendo vir a ser suspenso na fase decisiva do segundo turno – isto se não ocorrer novo adiamento. Somente três auditores compareceram à sessão.
A medida revoltou os advogados de Tuna e Castanhal, clubes que solicitaram a anulação do campeonato. Eles questionaram, inclusive, a seriedade do TJD, afirmando que houve uma simples manobra protelatória, provavelmente por pressão da Federação Paraense de Futebol. O advogado do Cametá, André Cavalcante, disse à Rádio Clube que o campeonato vive uma situação de “intranquilidade jurídica” em função da questão pendente.
Deixe uma resposta