Torrô foi a surpresa na escalação do Paissandu contra o Cristal, no amistoso do último domingo, em Macapá. E a chance foi bem aproveitada. O jogador, que já rodou por praticamente todos os times de Belém, atuou com desenvoltura e marcou um bonito gol, o da virada, dentro de suas características de homem de área. Em função disso, tem boas possibilidades de entrar na equipe contra o Rio Branco, domingo (14), ou ficar como opção para o banco de reservas.
A utilização de Torrô obedeceu ao rodízio implantado por Edson Gaúcho na avaliação de seus atacantes para formação da dupla de ataque. O próprio técnico elogiou a atuação de Torrô e estendeu os afagos a Zé Carlos, que completou a dupla de ataque.
Humilde, o ex-artilheiro do Castanhal exaltou o fato de ter tido uma chance para atuar por mais tempo. “Fazia tempo que não jogava 40 minutos ou mais. Joguei uns 70 minutos, eu acho. Fui bem, aliás, a equipe foi bem. Mostramos o que podemos fazer contra o Rio Branco”.
O atacante tem dois obstáculos respeitáveis para virar titular do Paissandu: Zé Carlos e Reinaldo, atacantes que têm a confiança de Edson Gaúcho e que contam com a simpatia do torcedor. Além disso, Torrô luta contra o preconceito que ronda atacantes nativos. Um exemplo: Hélcio, que foi o artilheiro do Parazão pelo S. Raimundo, também perambulou pelos grandes de Belém sem conseguir chances efetivas. (Com informações do Bola e da Rádio Clube)
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