Caso o presidente da FPF tivesse algum tipo de compromisso mais verdadeiro com o futebol do Pará e com os paraenses, a essa hora já teria comunicado oficialmente ao seu “amigo” Ricardo Teixeira que não iria mais chefiar a delegação brasileira na Copa das Confederações.
Poderia alegar uma série de razões. A primeira: o constrangimento pela vergonha que Teixeira impôs a Belém. A segunda: solidariedade ao torcedor paraense, um dos mais apaixonados do Brasil, que foi barrado na festa da Copa do Mundo. E em terceiro: pela condição de legítimo paraense, presidente da Federação de Futebol, que não pode trair sua gente.
Claro que isso é puro delírio, pois o presidente da FPF jamais perderia tal “honraria”. No fundo, a FPF está pouco ligando para o Pará, para Belém e para a torcida paraense. Comporta-se como um órgão burocrata e distante, indiferente à paixão sincera do torcedor pelo futebol.
O único compromisso dessa gente é com seus próprios interesses. Vergonha na cara é artigo que eles desconhecem.
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