Apagão na Curuzu e a pororoca de memes da final do Parazão

Assim que o Re-Pa decisivo do Parazão 2022 terminou, a cerimônia de premiação foi realizada no estádio da Curuzu. Já sem torcida nas arquibancadas, o evento começou e quase ao final a luz foi apagada, a mando da diretoria do Papão. O apagão veio quando a taça de campeão ia ser entregue ao capitão Marlon. A atitude antidesportiva, criticada nacionalmente, virou motivo para gozação nas redes sociais.

A mania de zoar com o adversário virou um esporte à parte no futebol e é particularmente forte entre as torcidas de PSC e Remo. Ao final de cada jogo, as redes sociais se transformam em verdadeiro ringue de memes e muito esculacho.

7 comentários em “Apagão na Curuzu e a pororoca de memes da final do Parazão

  1. Faltou só citar o desrespeito dos jogadores e comissão do Remo com a instituição Paysandu nas comemorações antes do apagão. Também há vídeos disto nas redes sociais…

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    1. Amigo Alex, festejar uma conquista é normal, cantar e vibrar por isso. Não configura desrespeito ao clube que perdeu. Anormal e inaceitável, sob qualquer aspecto, é o gesto antidesportivo de apagar os refletores. Não foi apenas um desrespeito com o adversário, mas com os patrocinadores do campeonato e autoridades presentes.

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  2. O Remo ganhou o campeonato pulando uma fogueira exclusivamente por culpa do seu técnico. Os adversários são equivalentes. Em sendo assim, o Remo impôs uma tremenda vantagem no primeiro jogo da decisão. E qual seria a atitude do time para o segundo jogo? Jogar com cautela, explorando contra-ataques e o erros e a ansiedade do adversário. Mas, ao contrário, praticou um jogo horroroso Apático no primeiro tempo, com chutões descalibrados em direção a área adversária, e tudo com a passividade do técnico que não fez qualquer substituição ou mudança tática, mesmo levando três gols em 40 minutos de jogo. No segundo tempo, com as mudanças feitas, passou a jogar melhor e achou um gol, o bastante para ganhar o título. Foi só no segundo tempo que passou a jogar com inteligência de quem iniciou o jogo com larga vantagem. E ainda foi beneficiado pela expulsão de um elemento do adversário. Agora é comemorar. Cobrar civilidade de quem não a detém e chover no molhado.

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  3. Concordo, comemorar é do jogo. No entanto xingar o estádio e o próprio Paysandu com termos ofensivos não me parece justificável sobre nenhum aspecto. Ademais o Paysandu errou no episódio, mas seria justo fazer uma referência ao desrespeito da equipe do Remo, pois são profissionais e não torcedores

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    1. Se de fato houve a autorização da diretoria Bicolor em apagar as luzes ela só fez assinar de vez o atestado de pura incompetência e amadorismo, agiu como os três micos pois não quis ver que o time é limitado, não quis ouvir as críticas e sugestões de quem faz a análise serena do futebol sem clubismo e calou diante do rival em vez de parabenizar e reconhecer que no esporte a vencedores e perdedores.
      No futebol profissional não há espaço para acéfalos que se intitulam diretores, presidentes ou seja o que for, achando que são donos do clube.

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  4. Em campeonatos sérios, para jogos finais da disputa do título, quando não há um estádio pertencente ao poder público, o estádio particular, seja ele de propriedade de um dos disputantes ou de terceiros, é requisitado pela federação pelo tempo necessário para o jogo em si e para os procedimentos pré e pós-jogo. Deixar que isso fique na mão do dono do campo é uma temeridade, pois atos de civilidade só são esperados de quem a tem.

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