Meio século sem Jimi

Se no futebol existe Pelé, no basquete, Michael Jordan e na física, Albert Einstein, na guitarra há alguém chamado James Marshall Hendrix. O “maior guitarrista de todos os tempos” morreu há exatos 50 anos, no auge, deixando para nós um legado de magnitude cósmica —de onde provavelmente ele veio.

OK, você prefere a “mão lenta” do “deus”, Eric Clapton, a técnica e velocidade absurdas de Eddie Van Halen ou misticismo único de Jimmy Page. Mas responda sinceramente: algum deles foi maior, mais revolucionário e influente que o cometa Jimi Hendrix? Er…. Difícil.

Essa era nossa teoria, e ela foi confirmada por seis expoentes da guitarra brasileira: Andreas Kisser (Sepultura), Kiko Loureiro (Megadeth), Edgard Scandurra (Ira!), Robertinho do Recife, Edu Ardanuy (Dr. Sin) e Lanny Gordin. E eles foram além: dá pra sintetizar a viagem “hendrixeana” em três pontos.

*Ele colocou a guitarra, instrumento antes relegado ao acompanhamento, como protagonista da música

*Ele abusou de solos, experimentação e pedais de distorção, como fuzz e wah-wah, “inventando” o rock pesado

*Ele investiu no visual e performance incendiária, anos à frente dos já revolucionários anos 60

E tudo isso sem falar na qualidade de um compositor que soube sintetizar a experiência da contracultura em ‘Foxy Lady’, ‘Purple Haze’, ‘Little Wing’, ‘The Wind Cries Mary’, que viraram cânone para guitarristas. (Do Splash/UOL)

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