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Prezado Gerson
Bom dia.
Esse chapéu da charge do Aroeira me lembrou, de novo, a letra da música “Canalha” de Walter Franco, apresentada e cantada por ele no Festival da Tupy de 1979, que parece cada dia mais atual: “É uma dor canalha / Que te dilacera / É um grito que se espalha / Também pudera / Não tarda nem falha / Apenas te espera / Num campo de batalha / É um grito que se espalha / É uma dor / Canalha”. Foi com essa letra que iniciei a pequena crônica “Canalhavírus” no aparentemente distante 25/03/2020: http://cacamedeirosfilho.blogspot.com/2020/03/canalhavirus-cronica-deheraldo-campos-e.html
Abraços,
Heraldo
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