Hélio dos Anjos ressalta o preparo físico do time

Hélio dos Anjos viu seu time ficar à frente do placar duas vezes — Foto: Jorge Luiz/Paysandu

Hélio dos Anjos comemora a manutenção da invencibilidade sobe o maio rival e na própria história do clássico. Com a vitória de 2 a 1, obtida domingo, o técnico amplia seu prestígio junto à torcida bicolor e aproveitou para destacar, após a partida, o trabalho realizado no PSC e, principalmente, o preparo físico de seus jogadores para.

“Hoje todo mundo correu muito. Você o PH fazer o jogo que fez… Ele tem um ano que não joga! Fez a pré-temporada, que tinha ‘nego’ enchendo o saco que o time não corre, que o time não tem preparo físico. Tem consistência naquilo que a gente faz. Hoje foi uma vitória difícil. Contra um Remo muito forte, não tanto em mobilidade, mas um time muito agressivo fisicamente, bem diferente de outros que nós enfrentamos. Um jogo mais físico, corpo a corpo. Tivemos uma guerra contra o Brasiliense e hoje tivemos outra guerra”, analisou.

“Tudo o que nós fazemos dentro do Paissandu é feito cientificamente. Ninguém aqui é idiota. Acham que tem leigo dentro do Paissandu, que a gente faz as coisas por fazer”, disparou o técnico.

Na entrevista, Hélio informou que o preparador Fred Pozzebon está de saída do clube. O técnico fez muitos elogios ao preparador físico, que aceitou proposta do Red Bull Bragantino, que vai disputar a Série A.

“Essa vitória é de um profissional que nós estamos perdendo, é do profissional que dá a condição física para o time. Estamos perdendo o Fred, o principal responsável por tudo isso. Ele está saindo para um time de ponta, contratado em cima de números. Desde anteontem estava vivendo essa situação do Fred sair. É uma perda muito grande pelo grande profissional que ele é. Ele é o executor de tudo isso aí. Eu sou o de menos, o Guilherme [dos Anjos, auxiliar] é o de menos”.

6 comentários em “Hélio dos Anjos ressalta o preparo físico do time

  1. Boa tarde querido Gerson!
    Na verdade, com o nível muito abaixo em termos de qualidade e de fraca intensidade do nosso futebol paraense nos últimos anos, fica cada vez mais evidente nos jogos, principalmente no RexPa, que precisamos evoluir muito em nosso futebol. Se não ocorrer tal evolução vamos amargar muitos anos ainda na série C e de fracassos em outras competições nacionais. Um grande abraço e que ” O diamante louco volte a brilhar”.

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  2. Fábio foi ao ponto: com essa baixa intensidade é muito difícil cansar. Nada contra o preparador físico, se está indo para esse time que promete muito, embora até aqui tenha entregue menos do esperado, é porque o cabra é bom mesmo.
    Na prática, no Paysandu, a situação é a seguinte: os três atacantes deveriam marcar a saída do adversário, porém, os dois da beirada jogam muito recuados, perto dos três meio campistas e dos dois laterais, então, o time tende sempre a ser amassado pelo adversário, até se for o horroroso time do Brasiliense. Ontem houve um lance em que o Alex Maranhão segurou a bola e chamou pra passar o David Souza, pensei até que o dito cujo estivesse fora de campo tamanha a demora, mas era a apenas a lentidão.
    Enfim, certo é que o Papão se mexe pouco, ataca pouco e está sempre chamando o oponente pra cima de si. Tomara que seja por conta do início da temporada, até mesmo porque jogadores como PH(a meu juízo, o melhor do jogo, ontem), Uchoa e Serginho(visivelmente fora de forma física) são jogadores de contenção que costumam chegar à frente.
    Que o próximo preparador físico diga ao treinador que seus jogadores podem correr cinco vezes mais, inclusive garantindo um time mais compacto e marcação mais alta são os votos deste torcedor bicolor, incomodado com o anacronismo do posicionamento atual da equipe.

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  3. Faltou inteligência ao time do Remo. Foi muita burrice em um jogo só.
    1 . Time lento demais no toque de bola, isso facilitou a defensiva bicolor.
    2 . Descontrole emocional de alguns jogadores.
    3 . Chutes ao gol pro Alto, rasteiro ou acerto ao gol poderia dar rebote no campo molhado.
    4 . Atacante marcando outro na área, só podia dar em pênalti.
    5 . Facilitou jogadas aéreas ao rival, todo mundo sabe que o Paysandu é forte nessa jogada.
    Nem tudo está perdido, mas jogando desse jeito, acho difícil superar os times do interior, como Castanhal, Paragominas ou Bragantino, prováveis clubes presentes na semifinal.

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  4. A baixa intensidade do futebol paraense, em particular da dupla RExPA, se deve única e exclusivamente à elevada idade média das equipes, há muitos anos privilegiando em suas formações ex-jogadores em atividade, sub-40. Não tem preparador físico, por mais capacitado que seja, que faça milagres ou consiga tirar leite de pedra, de jogadores que já perderam a condição atlética mínima.
    O preparador físico do Paysandú fez o melhor para sua carreira; se mandando para o Bragantino (SP) onde o patrocinador promete disponibilizar R$ 200 milhões para a campanha da Série A/2020, mas impõe premissas, como o pré requisito de idade máxima do jogador em 25 anos. Aqui os patrocinadores, incluído o Governo do Estado, nada exigem de contrapartida, e os clubes ainda são paparicados pela mídia.
    Participar da Série C, termina sendo um prêmio para nosso futebol !!

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  5. Infelizmente o nosso Futebol se acostumou ha viver apenas de RExPA, será que os dirigentes, imprensa e o grande patrocinador do futebol paraense ; Governo do Estado, acham que estes times medíocres de Remo e Paysandu podem chegar em algum lugar, creio que não, pois aqui no Pará é a terra e ex-jogadores em atividade, e ou, de jogadores meia-boca, que não tem culpa de estarem aqui. Os principais culpados pelo atual estagio do futebol paraense, somos todos nós que sempre queremos contratações no inicio de temporada, a imprensa que precisa de noticia e acaba dando muito espaço para estes pseudos reforços. Nós precisamos começar do zero, e isso significa se chorar e sofrer agora , para sorrir mais adiante, temos que valorizar a base e buscar no interior jogadores novos e promissores. vamos salvar o futebol paraense.

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  6. Concordo.
    Remo e Paysandu são reféns da sua própria tradição, isso inclui torcida, imprensa, rivalidade…
    Por isso o açodamento, os pés pelas mãos, a bateção de cabeça…

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