‘Time do século 21’ da Uefa exclui Zidane, Ronaldinho e Kaká

22 de novembro de 2017 at 12:04 3 comentários

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Continua a repercutir a escolha da seleção do século 21 organizada pela Uefa e divulgada na última segunda-feira, 20. Como critério, a entidade somou a quantidade de vezes que os jogadores foram escolhidos em eleições prévias para a lista anual ao longo dos últimos 16 anos, sendo que indicações aos prêmios anuais foram usadas como item de desempate.

Por essa razão, o craque francês Zinedine Zidane acabou fora da seleção, bem como os brasileiros Ronaldinho Gaúcho e Kaká.

A seleção da Uefa no século 21 ficou assim escalada:

Iker Casillas (6 vezes eleito)

Sergio Ramos (6)

Puyol (6)

Piqué (5)

Lahm (5)

Xavi (5)

Iniesta (6)

Gerrard (3)

Lionel Messi (8)

Thierry Henry (5)

Cristiano Ronaldo (11) 

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A escolha mais contestada foi a do inglês Gerrard, que foi para o time do ano em 2005, 2006 e 2007, mas que terminou incluído na seleção pelas sete indicações ao time anual da Uefa. Kaká e Ronaldinho também foram escolhidos três vezes, mas tiveram um número menor de indicações. O mesmo ocorreu com Zidane e Nedved.

A Espanha lidera em participações no “time do século” com seis jogadores. Alemanha, Inglaterra, Portugal, França e Alemanha têm um representante cada na lista final.

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3 Comentários Add your own

  • 1. Édson do Amaral. Torcedor do Paysandu.  |  22 de novembro de 2017 às 14:46

    Ronaldinho gaucho é melhor que qualquer um desses ai

    Curtir

  • 2. Gabriel Mendes  |  22 de novembro de 2017 às 14:56

    R. Gaúcho jogou futebol competitivo por pouco tempo. Aos vinte e cinco anos já estava enganando. Para ser craque tem de manter o alto nível ao longo de toda a carreira.

    Curtir

  • 3. Miguel Silva  |  22 de novembro de 2017 às 17:49

    Há muito tempo essas premiações, seleções e concursos deixaram de ser sérias. Atendem primordialmente a interesses comerciais e outros menos visíveis. Hoje, se o jogador de futebol não for jogar na Europa, ele nunca será escolhido como o melhor, o mais talentoso ou coisa parecida. Situações como a de Pelé, reconhecido como o melhor do mundo sem nunca ter jogado fora do Brasil, exceto em fim de carreira no Cosmos dos EUA, são coisas do passado.

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