Tribuna do torcedor

14 de novembro de 2017 at 10:47 3 comentários

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POR ROSELINO ALMEIDA – rgcalmeida@hotmail.com

Bom dia Gerson,

O futebol em grande parte dos embates não tem lógica, por isso é que é atrativo. No jogo de hoje, o Ceará é favorito mas o Papão pode surpreender como tem acontecido nos jogos fora de Belém. Prognóstico: não há.

No caso da Itália e Holanda, principalmente da Itália, ficar fora de uma Copa do Mundo é terrível para os torcedores que gostam de futebol, porém, houve uma forma de chegar à classificação em que todos concordaram, e chegaram à classificação quem melhor jogou e/ou tiveram sorte em alguns confrontos.

Por isso, que o futebol é paixão mundial. Nos outros esportes, existir uma zebra é algo raro, mas no futebol não. 

Então, para preservar um banquete com os melhores, a FIFA deveria mudar o regulamento atual, mas não sei de que forma isso seria possível.

Sds

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3 Comentários Add your own

  • 1. Antonio Carlos Mesquita do Amaral.  |  14 de novembro de 2017 às 11:25

    VITÓRIAS E DERROTAS
    04/Mai/2014

    Resultados inesperados em embates futebolísticos não estão relacionados somente pela qualidade do grupo, do atleta individualmente, da capacidade e inteligência do técnico, ou mesmo do conjunto em si. Mesmo havendo estas quatro situações em dado momento, falta ainda os efeitos das influências astrais que se resumem em emanações fluídicas carmicas que interferem nos desempenhos em campo, relacionados a erros ou acertos.
    Não acreditar em tais efeitos extra terrenos é pensar que se trata de coincidência, mas como explicar atletas não terem aprovação numa agremiação e em outra se transformarem na principal figura das partidas.
    Foi o caso dos dois que estiveram na Grêmio e não apareciam em campo e uma vez transferidos para o Flamengo, foram os que mais se salientaram durante os jogos em 2013. Um desaprovado no Beira Rio, o Jô, foi ser destaque no Atlético em Belo Horizonte.
    O melhor da Copa do Mundo de 2010 demonstrou mediano desempenho no Beira Rio. Que espírito de luz interviu no cérebro do Abel campeão da Libertadores de 2006 para que solicitasse bem antes a direção do Clube, para vinda a Porto Alegre de um jogador do Paraná, o Adriano (Gabiru) que levado ao Japão com despesas pagas pelo técnico uma vez que a Direção do Inter o descartou da Delegação, acabando por ser a peça saliente para a conquista do título. Nada acontece por acaso.
    Antonio Carlos Mesquita do Amaral

    Santa Maria – RS

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  • 2. Miguel Silva  |  14 de novembro de 2017 às 14:37

    Empresto um velho jargão do mundo do futebol para comentar a desclassificação da seleção de futebol italiana: “não existe mais bobo no mundo do futebol”. Não há como negar que é uma seleção vencedora, tetracampeã mundial, e dona de alguns vice-campeonatos. Um destes conquistado diante da inesquecível seleção brasileira de 1970 e outro perdido na roleta russa dos pênaltis, em 1994, para a pouco criativa seleção do Parreira. Nos mundiais de 2010 e 2014 patinou e foi eliminada no início do torneio, sintoma de desarranjos já antigos na forma de jogar dos italianos. Outrora um futebol forte nos torneios europeus de clubes e de seleções, a Itália, com exceção hoje do time da Juventus, recheado de estrangeiros, amarga um ostracismo no continente. A Copa do Mundo começa nas eliminatórias. Negligenciá-la é namorar com o fracasso de não chegar entre os melhores. Não vale agora idealizar arranjos heterodoxos para colocar seleções no mundial, com base apenas em seu currículos lustrosos, sem passar pela peneira imposta a todos. Quem viu os últimos jogos da seleção italiana e, particularmente, o jogo de ontem contra a Suécia, pode constatar o futebol horroroso praticado pelos italianos. Muitos dos selecionados da azzurra são tecnicamente medianos, incapazes de mudar o rumo de uma partida truncada pelo adversário. Por isso, os italianos não vão fazer falta na copa da Rússia. E, se tomarem a desclassificação de ontem como lição, logo retornarão ao topo junto com os melhores.

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  • 3. 09751  |  14 de novembro de 2017 às 17:49

    Agora só as seleções brasileira e alemã é que nunca fracassaram em uma eliminatória de Copa do Mundo. Holanda, Itália e quase a Argentina ficaram de fora. Tempos de vacas macras toda seleção tem e a bola da vez é a italiana. Querendo ou não, vai ser uma pena não ver a azzura em campo.

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