Coronel do Exército é condenado por desvio de mais de R$ 4 milhões em obras

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Em julgamento realizado pelo Superior Tribunal Militar (STM) o coronel do Exército, Carlos Alberto Paccini Barbosa, e mais seis pessoas – entre elas, um ex-tenente -, foram condenados por fazerem parte de um esquema que desviou mais de R$ 4 milhões em dinheiro público de obras da BR-163, que liga Santarém (PA) a Cuibá (MT). A construção da via estava sob a responsabilidade do 8º Batalhão de Engenharia de Construção (8º BEC), quartel do Exército sediado em Santarém, oeste do Pará.

Em sua defesa, o coronel argumentou na apelação ao Tribunal Militar, que não haviam provas robustas que comprovar que esses crimes tenham sido de fato cometidos por eles. Porém, o Ministério Público Militar (MPM) apontou que, além de provas documentais, o resultado de perícias técnicas comprovaram as irregularidades.

O coronel Barbosa era o chefe Seção Técnica do 8º Batalhão de Engenharia de Construção. De acordo com a denúncia, tinha a função de fiscal do contrato referente à BR-163, à época dos acontecimentos. Foi acusado, entre outras coisas, de ter consignado a realização de serviços que não teriam sido concluídos pelas empresas de propriedade dos corréus civis, com a anuência de um tenente do 8º BEC, que teria liquidado os montantes de forma fraudulenta, em desrespeito à legislação, e de um ex-tenente também processado na ação penal.

Além disso, o serviço de base estabilizadora com areia que estava previsto num valor de R$ 266 mil, teve seu valor pago em cerca de 87%, quando a empresa contratada havia realizado apenas 12% do trabalho. Por essas denúncias, os réus já haviam sido condenados pela Auditoria de Belém (1ª Instância), mas decidiram recorrer da decisão ao Superior Tribunal Militar. (Da revista Forum)

Um comentário em “Coronel do Exército é condenado por desvio de mais de R$ 4 milhões em obras

  1. No militar julgam rápido, não acochambram e se culpado vai condenado e expulso, bem diferente do outro que leva mais de dez anos, não julga e não da em nada e repartem o roubo.

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