Remo, na Série C, tem mais público e o dobro de renda do Paysandu, na Série B

23 de agosto de 2017 at 18:20 24 comentários

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DO SR. GOOOL

A torcida do Paysandu irá esperar o time entrar na zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro ou descer até a Série C para marcar presença nas arquibancadas? O Papão, mesmo estando uma divisão acima do Remo, tem média de público inferior a do rival, assim como arrecadação menor. A renda líquida do Leão, aliás, é duas vezes maior do que a apresentada pelo Bicolor, segundo levantamento do Sr. Goool. (Clique na imagem abaixo e confira o ranking agrupado das Séries B e C!)

E não pense que o Remo faz uma campanha exemplar na Série C. Pelo contrário. O Leão já passou por altos e baixos e, no momento, está no limite da zona de classificação. Ainda assim, a torcida tem feito sua parte. O Remo lidera a média de público do terceiro escalão nacional com 9.773 pagantes. Tal marca deixa o clube de Belém no 18º lugar no ranking agrupado com participantes das Séries A, B, C e D.

O Paysandu, por sua vez, aparece apenas na 26ª posição com média de 5.748 espectadores. No ranking da Série B o Bicolor ocupa a 3ª colocação. Sem tantos torcedores nas arquibancadas, o Paysandu deixa de arrecadar. Em 11 partidas como mandante, o Papão amealhou R$ 523.816,00. O Remo, em oito jogos ao lado da torcida, já abocanhou R$ 1.082.555,45 – valor duas vezes superior ao apresentado pelo rival bicolor.

O Remo tem como sua maior renda líquida o duelo ante o Confiança (R$ 296.398,22), enquanto o jogo contra o Botafogo recebeu o maior número de pagantes (18.124). Já o Paysandu, nem mesmo com a presença do Internacional, conseguiu fazer receita. O duelo contra o Colorado garantiu a melhor renda ao Papão que embolsou apenas R$ 150.657,91. Enquanto isso, a partida contra o Paraná garantiu o maior público (11.784).

Em campo, o Papão ocupa o 14º lugar com 27 pontos, quatro a mais do que a zona de rebaixamento. O Remo, por sua vez, está na 4ª colocação do Grupo A com 21 pontos, um a mais do que o primeiro rival fora da zona de classificação. O Leão voltará a campo no sábado, às 17h15, para encarar o Moto Club no Estádio do Castelão, em São Luís, pela 16ª rodada da Série C. Já o Paysandu enfrentará o Inter na sexta-feira, às 21h30, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, pela 22ª rodada da Série B.

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24 Comentários Add your own

  • 1. Jorge Paz Amorim  |  23 de agosto de 2017 às 18:59

    Mas é exatamente isso: só na adversidade mais braba é que a torcida do Papão dará resposta. Lembremos que a massa bicolor ganhou o apelido de ‘fiel’ na década de 1970, época em que o Remo surfava nas ondas da simpatia do regime militar e foi ‘nomeado’ o representante do Pará nas disputas nacionais, mesmo com a Tuna sendo campeã de 1970, e o Paysandu bi, em 1971 e 1972.
    E passou a nem dar a mínima pro campeonato local, a ponto de retirar-se do Parazão de 1976. Tentando ser igual ao rival bem aventurado, a torcida do Papão lotava o estádio em qualquer jogo, alheia ao jogo político que criou aquela situação.
    Veio o século XXI e o Papão passou a ser hegemônico, com conquistas até então impensáveis pra realidade do nosso futebol e junto vieram os maiores públicos já registrados na história do Mangueirão.
    Hoje essa hegemonia perdura, todavia, muito mais pela decadência do rival, daí a torcida bicolor demonstrar ter hoje o mesmo nível de exigência que tinha a massa azulina há tempos atrás, enquanto hoje os azulinos dormem, sonham e acordam pensando em superar o rival, esta a maior motivação da torcida remista ter comportamento semelhante aos torcedores do Papão daqueles tempos e vice versa.
    São válidas análises a respeito desses fenômenos, porém, colocar consequências como se causas fossem não diagnostica um centavo do que está em questão.

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  • 2. Mauricio Carneiro  |  23 de agosto de 2017 às 20:15

    “azulinos dormem, sonham e acordam pensando em superar o rival, esta a maior motivação da torcida remista ter comportamento semelhante aos torcedores do Papão daqueles tempos e vice versa.”
    Amorim, extraí esse trecho do seu comentário porque acho que realmente essa é uma explicação plausível, inclusive já falei mais ou menos isso, aqui mesmo no blog, sempre que esse tema vem à tona. Concordo plenamente com você. Outra, a era Campeão dos campeões, Libertadores, série A, deixou a fiel mal acostumada e os azulinos invejosos.

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  • 3. Edson do Leão - meu time nunca fugiu de campo  |  23 de agosto de 2017 às 22:01

    Papo furado, a mucura não faliu graças a lavagem de dinheiro q o Tourinho fez na Sudam e os títulos comprados pelo finado Miguel q confessou antes de partir! Um dia vou ver a mucura depender da torcida!

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  • 4. Antonio Oliveira  |  23 de agosto de 2017 às 23:35

    Faz tempo que não trato deste tema. Mas, como aqui se está falando sério, me permito dizer uma ou duas palavras, expondo uma síntese minha opinião a respeito.

    Pois bem, a tese defendida pelo Amorim, pode ser plausível como diz o Maurício, mas carece de verosimilhança como mostram os fatos.

    É lógico que há páginas na história do rival que interessaria não só à torcida azulina quanto à varias outras no Brasil.

    Todavia, não é isso que vai fazer a dita fiel crescer a ponto de ultrapassar quantitativamente o Fenômeno Azul.

    Tampouco é a má fase já delongada que os “indigestores” vêm há décadas impondo ao Clube do Remo que explica o rival não conseguir lhe ultrapassar em número de torcedores.

    O Fenômeno é maior porque é maior. Porque de time o sujeito não muda e porque sua descendência tende a lhe acompanhar, naturalmente ou “nem tanto”. Talvez se explique pelo rival ter sido fundado depois.

    E a questão da má fase como elemento indutor do crescimento da massa ou da acorrida ao estádio não se ampara nos fatos e isso pode ser sucintamente exemplificado: quando vinha bem o Leão obteve e manteve o título de o Mais Querido; o rival, mesmo quando também esteve próximo ao fundo do posso, e por isso experimentou o cuidado da dita Fiel, sempre esteve em inferioridade no que concerne ao número de torcedores, nas pesquisas e até nos estádios. Aliás, recentemente, segundo pesquisa publicada aqui no Blog, a torcida azulina cresceu mais do que a do rival entre as crianças; os grandes públicos que encheram o Mangueirao na era Tourinho, eram formados por torcedores que eram atraídos em número elevadíssimo pelos adversários, Clubes de prestígio no Brasil e no mundo. Nestes jogos além dos torcedores do rival, compareceram também torcedores dos grandes adversários, pessoas que nem se interessam por futebol e até simples secadores; a torcida do Remo sozinha lotou o Mangueira em jogos contra times do Tocantins e de outros centros menos prestigiados ainda.
    Deveras, a Torcida bicolor é menor. E vem comparecendo em menor número porque o time vai mal das pernas. Aliás, é um estranho mistério o moralista ir mal das pernas quando joga em Belém. Mas, isso é tema para outra hora.

    Agora, numa coisa eu concordo: há algumas coisas em comum entre o que se diz dos feitos da dupla RE-PA.

    Um bom exemplo desta semelhança é a história contada, sem as prometidas interpelações judiciais, pelo famoso “Homem do Sapato Branco”.

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  • 5. Jaime (Atlanta, EUA)  |  24 de agosto de 2017 às 0:20

    Enquanto os outros apenas torcem pelo seu time, nós Remistas amamos o Remo simples assim, vamos ao estádio porque temos um amor que é maior que o infinito, quanto ao resto? Bem é apenas o resto.

    Curtido por 2 pessoas

  • 6. miguelangelo1967  |  24 de agosto de 2017 às 1:53

    Existe uma grande diferença entre disputar uma série C onde o time por ser eliminado em 18 rodadas e uma divisão com 38 rodadas na temporada.
    Mas a torcida bicolor mostra que não está nenhum pouco satisfeita com o trabalho realizado pela Novos Rumos dentro de campo.
    Acredito ainda que com um time fraco e nada confiável dificilmente a média de público do Paysandu aumente.

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  • 7. miguelangelo1967  |  24 de agosto de 2017 às 1:58

    Também vale atentar que em outros estados como Pernambuco, o Santa Cruz deixou de atrair o grande público dos tempos em que disputou as séries D e C.
    Mas acredito mesmo é que o fraco e nada convincente futebol bicolor seja o maior culpado pela desmotivação da torcida alviceleste.

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  • 8. Jorge Paz Amorim  |  24 de agosto de 2017 às 6:33

    Perdão, meu caro Oliveira, mas acho que em matéria de inverossimilhança acabamos empatando. Sim, porque atribuir a torcedores do Cruzeiro, Corinthians e uma até aqui só conhecida sua invasão de hermanos para o jogo com o Boca, como a justificativa para o fato concreto e irrespondível de ser o Papão detentor dos maiores públicos já registrados no Mangueirão é tão procedente quanto a afirmação do MT de que em um ano ele fez mais do que fizeram os presidentes legítimos, eleitos nos 25 anos anteriores.

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  • 9. Antonio Valentim  |  24 de agosto de 2017 às 7:27

    Há que pessoas que mudam de mulher, de religião, de lado político, de endereço, de emprego…
    Mas de time de futebol não.

    Sou da época em que jogavam Remo e Paysandú, cada um no seu respectivo estádio, na mesma hora, como uma espécie de tira-teima, e também como atrativo para o torcedor que queria ver o seu time levar mais torcida.
    Sei que nunca vai ficar esclarecido, como no caso do homem do sapato branco que confessou ter comprado títulos para seu clube de coração, mas noticiava-se à boca pequena que endinheirados do Paysandú chegavam a comprar ingressos e distribuir a seus torcedores como forma de engordar o número de público. Pois bem, nem assim o time bicolor conseguia botar mais gente no estádio como o Remo.

    Isso, como bem disse o azulino Antonio Oliveira, é porque a torcida do Leão Azul é maior, simplesmente maior. Além disso, o público do Remo que vai a estádio é também maior.

    Contra fatos não há argumentos.

    SAZ!

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  • 10. Raime  |  24 de agosto de 2017 às 8:26

    Jorge Paz, você foi perfeito em sua análise. Simples assim, como diria um navegante na mosca, e tenho dito.

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  • 11. Nelio - O Paysandu nunca teve presidente derrubador de estadio a marretada kakakakakak  |  24 de agosto de 2017 às 9:33

    Não tem como negar mais que o nosso Gerson Nogueira é um verdadeiríssimo propalador da Torcida remocreia azul. Assim entendo porque esses números agora a favor do remocreia neste mesmo site estiveram a favor do Paysandu por todo primeiro semestre onde o Paysandu junto com o Bahia lideraram os números de público e renda até meados de julho. Jamais ví aqui no blog alguma coluna sobre isso, e quando postei menagem querendo saber o porquê, tive como resposta do Gerson que essas pesquisas de público oscilam muito e por isso ele so iria postar a respeito no final da temporada para saber quem é quem. Não isso Gerson???

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  • 12. Marcelo Bezerra - Manaus  |  24 de agosto de 2017 às 9:35

    “hoje os azulinos dormem, sonham e acordam pensando em superar o rival, esta a maior motivação da torcida remista”…perfeito Jorge Paz….só essa frase resume seu comentário e a minha opnião.

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  • 13. Jorge Paz Amorim  |  24 de agosto de 2017 às 10:08

    Nesses tempos de pós verdades, meus caros Oliveira e Valentim, há pessoas que trocam de mulher, religião, partido…e até de paixão clubística. Conheço umas oito ou dez pessoas que, injuriados com a desdita que ora acomete sua devoção, acabam mudando. Sem contar aqueles(as) que por conveniência afetiva acabam aderindo ao clubismo do(a) amado(a). Isto pode até não ter considerável peso estatístico, mas quem liga pra estatísticas quando o assunto é paixão clubística?

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  • 14. blogdogersonnogueira  |  24 de agosto de 2017 às 10:12

    Nélio, este é um blog jornalístico, acima de tudo. A notícia está em todas as redes sociais, por isso postei aqui. Mas, para quem alega ter tanta noção de superioridade (em tudo) sobre o time rival, você às vezes é contraditório. Quem é superior não teme verdades.

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  • 15. Leoaca  |  24 de agosto de 2017 às 10:30

    Prefiro o Paysandu na Série B com apenas 1 torcedor na arquibancada, do que o Paysandu na Serie C com o estádio cheio. É uma questão de visibilidade, de patrocínio e cotas da CBF e de televisão.

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  • 16. Antonio Valentim  |  24 de agosto de 2017 às 18:39

    Ou 205!

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  • 17. Antonio Valentim  |  24 de agosto de 2017 às 18:40

    Pode ser, caro companheiro Jorge Paz.

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  • 18. Nelio( O Paysandu nunca teve presidente derrubador de estádio a marretadas) kakakakakakakak  |  24 de agosto de 2017 às 18:52

    Faz tempo que troco ideias com o amigo azulino A Oliveira, azulino forte mas consciente, e sábio no assunto política. António Oliveira, nesta sua opinião sobre essa pesquisa de público e renda favoráveis ao azulino não vou dizer que esteja puxando sardinha para sua brasa, mas me permita discordar incisivamente: Em primeiro lugar acompanho o raciocínio do Jorge Paz Amorim, e o motivo da lotação por vcs é carência sim amigo, onde as provas de tudo o que ele falou já vem de muitos anos, da década de 70 quando o Seu time dominava dentro e fora de campo o futebol no Norte. Único que tinha estádio apropriado para jogos de elite que formava fortes times igual o de 77 , detentor das melhores campanhas nacionais e ganhador de vários torneios internacionais no caribe, Paramaribo etc. Já o Paysandu era um time quase amador e deprimente em nacionais, onde sua torcida vivia da glória dos 7×0 e títulos do estadual, quando ganhava. No entanto mesmo com tanta vantagem naquela época em favor azulino, quem lotava os estádios em Belém era a nação bicolor que ganhou por tudo isso o apelido certíssimo de fiel. Não por acaso colocou no estádio de vcs o primeiro grande público da história cerca de 30 mil pagantes e renda em valores de hoje de uns 850 mil, contra o inexpressível Sport Belém na estreia de Chico Spina em 80. Na época o fato foi muito propalado A Oliveira. >>>>>>>>>>>>>>>segue .

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  • 19. Nelio( O Paysandu nunca teve presidente derrubador de estádio a marretadas) kakakakakakakak  |  24 de agosto de 2017 às 19:12

    Mas A Oliveira , o azulino era muito superior era superior na década de 70. Não sei se vc lembra ou vai lembrar que tinha um sarro doido que os azulinos tiravam com bicolores onde diziam Mas que o único jeito do Papão se nivelar ao azulino era ter Manoel Ribeiro como presidente. Mas como citou o Jorge P Amorim, tudo começou a mudar a partir dos anos 80 e hoje é o inverso de 70 e muito mais em favor bicolor porque mesmo quando era superior ao Papão, o azulino nunca colocou 33 posições acima do listrado no ranking. Nunca teve títulos nacionais a mais , nunca participou de uma Libertadores e tão somente boas campanhas nacionais e torneios amadores internacionais e regionais pelo Brasil. Já o Paysandu hoje na sua superioridade é detentor de tudo isso a favor. Tomou todas as vantagens que o azulino possuía e só restou o maior número de vitórias em REXPA graças ao tabu. Mas isso só vale por aqui para torcedor. a nível nacional pouco tem importância, Nem ponto dá para o ranking, E isso eu sei que doi em vcs A Oliveira. E como dói. E por isso vcs tentam amenizar a dor indo no embalo da mídia que lhes colocou o apelido de fenômeno azul e prestigiam em massa ficando com essa sensação ilusória de superioridade. E K para nós: A Oliveira, conseguir méritos de ser a torcida que mais prestigia seu time é infinitamente muito mais fácil conseguir vários títulos nacionais de série , participação relevante em Libertadores etc porque só depende de vcs e mais ninguém. Se for glória para vcs colocarem público de 100 mil torcedores num jogo contra o Tabajara FC vcs colocam. Mas se vcs desejarem muito para o ano que vem tirarem a diferença de 30 posições no ranking , ganharem um titulo nacional de série B, aí pega pra capar, Oliveira , porque isso não depende só da vontade de vcs, mas depende de muitas outras coisas. Inclusive da sina de papa títulos, garra, determinação e sorte. OK??????

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  • 20. Frederico Teron  |  24 de agosto de 2017 às 22:26

    Não sei por que essa polêmica? Sempre haverá alternância de números conforme o momento de cada clube. Só não muda os históricos e conquistas obtidas.

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  • 21. Antonio Oliveira  |  24 de agosto de 2017 às 23:08

    Meu caro Amorim, de fato, estaríamos empatados no inverossímel se eu realmente tivesse dito ou querido dizer o que você afirma que eu disse.

    Mas, não! Não, eu não quis dizer e nem disse que foram os torcedores dos adversários do rival que lotaram o estádio nos jogos da fase áurea do listrado.

    Porém, não o culpo por ter atribuído um sentido inexistente àquilo que eu disse.

    Na verdade, tudo decorre do fato de meu escrito ter sido vítima do indomável “deformador” ortográfico do teclado do telefone. Aí conserta aqui, coloca ali, tira d’acolá, já impaciente, inadvertidamente acabei sacrificando uma ou duas palavras importantes no texto.

    Deveras, para remediar incluí as palavras em caixa alta no texto originário: “os grandes públicos que encheram o Mangueirão na era Tourinho, eram formados EM PARTE NADA DESPREZÍVEL, por torcedores que eram atraídos em número elevadíssimo pelos adversários, Clubes de prestígio no Brasil e no mundo.

    E militam em prol deste indispensável adendo que ora faço dois aspectos.

    O primeiro é que já sustento esta verdade de há muito, inclusive aqui no próprio Blog: além dos torcedores do rival, na época, o estádio recebeu também milhares de outros torcedores, seja dos adversários, seja de secadores, seja de quem não torcia por ninguém, mas ia pelo simples evento, para acompanhar namorado, namorada, amigos etc). E tanto isso é verdade que no Mangueirão, até para os torcedores do visitante, era reservada uma área bem extensa. Aliás, até hoje isso acontece. Tanto que já gerou reclamações até aqui no Blog.

    O segundo está na parte final do próprio parágrafo que compreensivelmente gerou seu equívoco interpretativo. Lá tá escrito: “… Nestes jogos ALÉM dos torcedores do rival, compareceram TAMBÉM torcedores dos grandes adversários, pessoas que nem se interessam por futebol e até simples secadores” (a cx alta, na falta de outro recurso) é só para identificar e localizar com precisão as palavras relevantes).

    Quanto aos “vira-casaca”, eles são coisa muito, mas muito antiga (como revela o próprio termo ‘vira-casaca’), mas constituem fator numericamente desprezível, inclusive porque ocorre de parte a parte e se neutralizam reciprocamente. São exceções que confirmam a regra, segundo a qual o sujeito é capaz de mudar de todo o e qualquer tipo de preferência, menos de time.

    Com efeito, ratificando os demais argumentos (os quais nem foram contraditados), sustento que não há inverossimilhança qualquer no que afirmei no particular que você contesta.

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  • 22. blogdogersonnogueira  |  25 de agosto de 2017 às 0:59

    Como sempre usando do exagero e do histrionismo para defender suas teorias conspiratórias, Nélio confirma a mania de refutar sempre qualquer referência positiva ao clube rival. Repito, com o risco de ser redundante e óbvio, que o levantamento do Sr. Goool obteve ampla repercussão jornalística, justificando plenamente a postagem. Chama atenção a tendência ao patrulhamento à linha de conduta do blog e a crônica dificuldade – típica da velha cartolagem – em lidar com notícias desfavoráveis. Por desnecessário, não retornarei mais ao tema.

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  • 23. Nelio( O Paysandu nunca teve presidente derrubador de estádio a marretadas) kakakakakakakak  |  25 de agosto de 2017 às 15:06

    Antônio Oliveira, ainda sobre sua postagem 21, onde tenta tirar os méritos da nação bicolor e afirma com tanta força que os recordes de público do Paysandu principalmente na era Tourinho se deram só por causa das competições, presença de adversários de peso, presença de torcedores adversários no estádio , me responda então se for possível porque o seu Remocreia não bateu todos os recordes de público quando era o maior do Norte na década de 70, montava fortes equipes, fazia grandes campanhas na elite e já tinha à disposição a partir de 1978 o Mangueirão que comportava 80 mil torcedores, lembrando que jogou aqui muitas vezes contra Flamengo, do Zico e Corinthians as maiores torcidas do Brasil , pela elite etc ??????????????

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  • 24. redaçăo para enem regras  |  28 de agosto de 2017 às 21:42

    amazing content http://www.biciclette.realb.it/notiziario-febbraio-2013/

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