Multa rescisória para Ceni abre crise administrativa no São Paulo

13 de julho de 2017 at 17:27 Deixe um comentário

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Em pouco menos de uma semana, conselheiros da oposição no São Paulo já conseguiram reunir 25 das 50 assinaturas necessárias para a convocação de uma reunião extraordinária do órgão. E a expectativa é de que tal número seja alcançado nos próximos dias com relativa tranquilidade. “Certamente conseguiremos as 50 assinaturas. É só uma questão de logística, para encontrar os conselheiros e pegar a assinatura”, explica Newton do Chapéu, que lidera o movimento.
A ideia de pedir uma reunião com o presidente Leco visa esclarecer uma série de pontos relacionados à atual administração, como o valor da multa rescisória, de R$ 5 milhões, prevista no contrato de Rogério Ceni para o caso de demissão. “Na história do São Paulo, nunca existiu multa. Nem com Telê Santana”, relembra Newton.
Além da situação do ex-goleiro, a oposição quer saber como os R$ 147 milhões que entraram nos cofres do Tricolor com as vendas de Maicon, Lyanco, Thiago Mendes, Luiz Araújo, David Neres e Augusto Galván foram usados. “Ninguém fala nada. Então queremos saber se o dinheiro serviu para alongamento das dívidas, pagamentos ou o quê.”
A reunião extraordinária também visa debater as escolhas feitas por Leco em relação a seus diretores-executivos, todos remunerados. “O estatuto diz claramente que os diretores devem ter notório saber na área de atuação e o Leco acabou colocando amigos ou pessoas que o apoiaram politicamente”, finaliza.

O fato de o São Paulo ter que pagar multa de R$ 5 milhões a Rogério Ceni por sua demissão gerou descontentamento em pelo menos três áreas no São Paulo. Os insatisfeitos estão na diretoria, no Conselho de Administração e no Conselho de Administração e no Conselho Deliberativo.

No último caso, especialmente entre os opositores. Na atual direção, há quem acredite que foi um erro da antiga diretoria de futebol e do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva concordar com o pagamento de multa. Mas, nesse caso, não há barulho. Já parte dos integrantes do conselho de administração mostra mais incômodo.

A ala insatisfeita quer que Leco explique os motivos que levaram o clube a aceitar a inclusão da multa e pretende sugerir ao presidente que ele defina um padrão para os próximos contratos de treinador. Não é usual o clube estipular multas contratuais para seus técnicos.

Os antecessores de Ceni demitidos receberam indenizações de um mês de salário. O sucessor dele, Dorival Júnior, tem previsão de multa equivalente a dois meses de pagamentos. Os pedidos de explicação e a sugestão sobre a definição de um padrão deverão acontecer na próxima reunião do Conselho de Administração. (Com informações de Gazeta Esportiva e blog de Ricardo Perrone, no UOL) 

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Tudo em nome do amor São Paulo tropeça em casa

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