Capa do Bola – quarta-feira, 21

21 de junho de 2017 at 3:41 7 comentários

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Novela Pimentinha perto do fim O passado é uma parada

7 Comentários Add your own

  • 1. celira  |  21 de junho de 2017 às 7:56

    PSC estava andando em campo no terço final da partida. Diogo Oliveira, que é um bom jogador, só rende um tempo. Daniel Amorim… Sem palavras.

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  • 2. Leonardo  |  21 de junho de 2017 às 9:21

    Mandar o cearense (pelo menos tinha raça) embora e contratar esse Daniel Amorim foi a piada do ano da diretoria do Paysandu, em parceria com Chamusca. Fernando Gabriel, Recife e Rodrigo Andrade e Leandro Carvalho carregavam esse time nas costas.

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  • 3. Alberto Moura  |  21 de junho de 2017 às 11:10

    A novos rumos sempre montou times fracos. O discurso propalado do aumento de patrimônio revela-se um engôdo, visto que o clube não dispõe de recursos financeiros para contratar atletas qualificados, o que torna tal patrimônio inútil. Vendeu-se ao torcedor a falácia de que a estrutura ganharia os títulos, mas a torcida percebe dolorosamente agora que o que torna um time bom são bons jogadores e a estrutura é tão somente um complemento…

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  • 4. miguelangelo1967  |  21 de junho de 2017 às 12:00

    O Paysandu padece de ter um elenco de série D tentando ganhar os jogos na base da “vontade”. Jogadores sem a menor noção do que fazer dentro de campo e aliado ao despreparo físico são dão evidências do quanto a diretoria brinca de série B é goza da cara dos seus torcedores.
    É frustrante ver que a cada ano que passa em vez de amadurecimento o que vejo no Paysandu é um amadorismo exacerbado e ego absurdo dos que comandam a instituição.
    Sem jogadores de qualidade é muito difícil para qualquer treinador montar um time que se mantenha na série B.

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  • 5. celira  |  21 de junho de 2017 às 12:58

    Alberto,

    É a estrutura que permite forma atletas que rendem qualidade é dinheiro, que permite recuperar atletas de forma rápida, que permite condições de trabalho e treinamentos específicos, que torna o clube grande.

    Você, na sua fala, parece desejar um time forte, mas não um clube grande. Eu, particularmente quero um clube grande, e não um time forte no momento.

    Qual a diferença?

    A diferença é que um está nos anos 2000. Quando tínhamos um grande time e um clube fraco. O que colhemos daquelas conquistas? Alegria e dívidas… muitas dívidas (vide Arinelso e Jobson). O que lutar para ter estrutura representa? Representa austeridade, mas, em um futuro médio, significa alegrias regulares.

    Eu acredito no grupo das Novos Rumos, apenas eles devem estar cientes que entre contratar um Daniel Amorim e ter um Jeferson na frente… Antes ter o Jeferson.

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  • 6. direitoeducacaoecafe  |  21 de junho de 2017 às 14:09

    O novo técnico será Marquinho e Banda?
    Vamos por setores: Goleiros: estamos bem; n precisava trazer o.novato do sul. Zagueiros: Perema e Gilvan são titulares; Lombardi é o reserva imediato e o Gualberto ninguém sabe como está. Laterais: triste sina do Papão; o Taylor tem mais mobilidade que Ayrton mas também é fraco; Peri é bom na marcação mas ainda muito restrito no apoio. Volantes: Rodrigo e Recife são titulares incontestáveis no momento; Meias: terra arrasada com a saída do Gabriel; Atacantes: salvam-se o Wellington, o Leandro e o Bergson.
    Ou seja, o Papão tem de contratar.
    José Eiro

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  • 7. Antonio Oliveira  |  21 de junho de 2017 às 15:30

    Depois do pouquíssimo futebol jogado na noite de ontem pelo Diogo, o Mesquita deve estar com um sorriso sarcástico no rosto.

    A título de louvar a marcação do jogo para a Curuzu, o Diogo desceu a lenha no gramado do Mangueirão, o qual, segundo o jogador, em parte teria contribuído para algumas dificuldades enfrentadas pela equipe listrada. Chegou até a dizer que o gramado não era cuidado.

    É claro que o gramado do Mangueirao, não é nenhum exemplo de impecabilidade. Todavia, ontem à noite, foi possível ver que a bola não corre melhor no viçoso gramado bicolor do que corre no Mangueiraão, e, principalmente, que com aquele futebolzinho jogado ontem, nem no lendário Wembley, o indigitado jogador conseguiria ajudar o Paysandou galgar um melhor resultado. É preciso jogar mais e falar menos Diogo.

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