A arte de Atorres

21 de junho de 2017 at 11:21 13 comentários

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O passado é uma parada Série B – Classificação

13 Comentários Add your own

  • 1. Alberto Moura  |  21 de junho de 2017 às 11:46

    Durante algum tempo, ouvi dirigentes, e mesmo torcedores empolgados, dizerem que o Paysandu era “um dos times mais estruturados do Brasil”. Agora o marketing enaganoso, feito para atrair sócios-torcedores, sucumbe à realidade.

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  • 2. miguelangelo1967  |  21 de junho de 2017 às 12:12

    Na rodada de ontem nenhum mandante venceu.
    O Paysandu está no meio termo, dois para o céu ou dois para o inferno. Mas a queda de rendimento está inclinando a equipe Paraense a frequentar o Z4.
    Tem o jogo contra o Dado, CRB , acho que não colherá mais uma derrota, infelizmente!
    Mas ainda pergunto, o que aconteceu com o time que deu uma arrancada meteórica nas primeiras rodadas e de repente incinerou a gordura acumulada? Será que veio ordem de dentro do time ou os adversários estavam sem ritmo de competição?

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  • 3. miguelangelo1967  |  21 de junho de 2017 às 12:12

    Correção: acho que colherá mais uma derrota.

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  • 4. celira  |  21 de junho de 2017 às 13:03

    Alberto,

    O PSC é o clube mais estruturado do norte do Brasil é um dos mais estruturado do norte e nordeste. Fato. Isso não significa garantia de sucesso. Pois, no futebol o fator sorte conta muito. Mas, significa está mais próximo do sucesso do que times desestruturados e que atrasam salário.

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  • 5. Frederico Teron  |  21 de junho de 2017 às 17:56

    Não será uma sequência de má jogos que deixará o Paissandu ser o maior do norte e atualmente melhor estruturado. Há desajuste que obviamente precisam ser ajustados. Torcedor tem a sua opinião e deve expô-la. Chamusca mais prejudicou o time que ajudou. Contratações de medianas a fracas e nenhum avanço técnico deixado.

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  • 6. Jorge Paz Amorim  |  21 de junho de 2017 às 18:25

    Com todo o respeito ao profissional, mas essas charges associando Z4 com zona do meretrício já estão bastante surradas. Se pegarmos os jornais do ano passado certamente veremos trocentas charges assemelhadas.

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  • 7. Antonio Oliveira  |  21 de junho de 2017 às 19:40

    Amigo Celira, um contraponto: quando assumiu o presidente Serra, indireta e elegantemente como é do perfil dele, colocou alguns senões nesta estruturação da qual vc fala agora e que foi muito propagandeada na gestão anterior.

    Outra coisa: estará mesmo vinculada à sorte a contratações de certos e determinados jogadores.

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  • 8. Nelio  |  21 de junho de 2017 às 21:31

    O amigo sem noção Alberto Moura está confundindo alho com bugalhos. É muita falta de noção porque não se pode confundir boa estrutura com garantia de sucesso dentro de campo, mas tão somente melhores perspectivas em relação aos que estão desorganizado. Se organização e estrutura fosse garantia de sucesso dentro de campo teriam de dividir todos os títulos mundiais entre Barcelona e Real , mas a gente sabe que não é assim. O Barça, por exemplo , anda mal atualmente. Porém pela estrutura que possui logo logo estará em evidência novamente. Essa é a diferença ouviu Alberto Moura??

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  • 9. Sérgio Bruno  |  21 de junho de 2017 às 21:44

    Celira não vejo o fator sorte contando muito no futebol. Não sei como são feitas as contratações no Paysandu, se são indicações de empresários, se o clube tem olheiros, se ainda usam DVD pra contratar etc. O que vejo não somente no Paysandu, mas no Remo e inúmeros outros clubes brasileiros é uma falta competa de critérios e pré-requisitos para contratar um atleta. Não vou nem citar jogadores pois a lista seria muito extensa. Prefiro citar clubes que há anos vem contratando bem e não somente mantendo os jogadores em seu plantel, mais também lucrando com a venda de muitos, não somente de jovens talentos. Goiás, Vitória, Criciúma, Atlético Paranaense entre outros, clubes da primeira e segunda divisão que contratam bons jogadores usando tecnologias (vide o filme o homem que mudou o jogo) e critérios que não adotamos. Não acredito que eles tenham sorte e nós não temos, eles são mais competentes, possuem mais dinheiro e contratam melhor. Coloco a competência antes do dinheiro pois no Paysandu e Remo já tivemos o Raul e o Whelton que hoje valem milhões em Portugal, mas que devido a incompetência dos dirigentes e comissão técnica de nossos clubes não souberam ver o potencial dos jogadores e muitos menos desenvolver isso.
    Outro fator que não compreendo é a visão de curto prazo na hora de contratar. Times do segundo escalão como o Paysandu ainda precisam vender jogadores para ganhar dinheiro, claro que pra isso você precisa de um CT e de uma base decente, coisa que não temos por aqui. Então se não temos isso aqui no mínimo deveríamos ir atrás de milhares (sim, milhares) de jovens que sao dispensados das divisões de bases dos clubes brasileiros, contratar esses jovens e tentar desenvolve-los, já que não temos capacidade pra fazer isso. O que acontece é que os dirigentes preferem investir em medalhões e jogadores mais experientes (mais de 25 anos) para ter um resultado a curto prazo, do que contratam jovens que dariam um retorno muito melhor.
    A modernização do Paysandu ainda não chegou no departamento que trata de contratações, com certeza não chegou e enquanto isso vamos contratando mal, perdendo dinheiro, jogos e títulos.
    Prefiro dizer que a sorte são consequências boas das nossas escolhas e o azar seria o oposto. Contratar mal não deve ser considerado azar, pois desde o início já esperávamos que não desse certo. Contratar bem não deve ser considerado sorte, se fizéssemos o básico na hora de contratar, teríamos resultados muito melhores.

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  • 10. celira  |  21 de junho de 2017 às 22:03

    amigo Antonio,

    1) Serra foi extremamente deselegante com Maia quando falou sobre isso nas rádios, pois, da forma como falou parecia que o clube não tinha dinheiro para honrar pagamentos. Por sinal, esta fala vai de encontro com a fala do próprio Serra que afirmou em jornais que o PSC teria um orçamento anual entre 21 e 28 milhões. Mas, o pior da fala foi que ele gerou regozijo em alguns jornalistas esportivos torcedores declarados do rival que, na época, ficaram utilizando o microfone para diminuir os avanços estruturais e administrativos do PSC.

    2) O fator sorte sempre estará presente no futebol e nas contratações (atrelados a outros fatores).

    Exemplo:

    – Ano passado o PSC contratou (Rafael salve engano) um meia que a no anterior era titular no Paraná, o jogador foi mal no PSC.

    – O PSC recontratou João Lucas ano passado e ele foi mal.

    – PSC contratou Diogo Oliveira, jogador que é muito bem visto no sul, e ele não está bem.

    Poderia pegar outros, mas estes exemplos só reforçam que futebol não é exato, as chances de errar existem sempre, no maximo você pode tentar diminuí-las (falo isso no nosso nível amigos).

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  • 11. Nelio  |  21 de junho de 2017 às 22:06

    No que concerne ao que o Amigo Antônio Oliveira falou, honestamente nunca ví o Dr. Maia deslumbrar dizendo que o Paysandu estava cheio da grana , era a “melhor” estrutura do mundo, sinceramente nunca vi e ouvi. Não sou advogado do Dr Maia até porque ele é advogado e sabe se defender, mas o que ouvi ele dizer várias vezes em relação à estrutura é que um clube organizado com forte estrutura tem mais POSSIBILIDADES de conseguir alçar vôos maiores que os que não tem. Ele estava correto quando disse isso e falou também que queria dar o pontapé inicial para uma grande estrutura bicolor no futuro construindo logo o CT do Paysandu, mas todo mundo sabe que o Paysandu não subiu para a A como ele planejou e o CT ficou so na compra do terreno. Em relação ao que o Serra falou ou deixou de falar , acho que esse mandatário bicolor atual anda não está me gradando e aliais não está gradando muitos bicolores, pois só ouse crítica ao atual trabalho dele. Tenho fé que ele nos orgulhe igual Wandick e Dr. Maia, mas está devendo porque o futebol dentro de campo vai de mal a pior e ele esta aí vendo a banda passar, Nem o novo treinador contratou porque não tinha opções ou plano B que todo dirigente tem de possuir nessas horas e esta se enrolando na vinda do novo técnico. , Era o momento o cara devia estar nas cabines observando o time no jogo contra o Boa para assumir de fato contra o CRB . Se bobar o treinador não vai estar contratado nem no jogo contra o CRB, e vai insistir com gameleira. Tá mal o Serra. Para completar anda lavando roupa suja em público falando o que não deve e está de muito nhe nhe nhem com o pessoal azulino. Já tinha feito uma doidice não convidar o consagrado Wandick para compor a diretoria dele. Quando reclamaram ele convidou o Wandick mas o ex presidente já não tinha mais interesse.

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  • 12. Nelio  |  21 de junho de 2017 às 22:23

    Para finalizar me parece ou pelo menos dá a entender que o Serra queria assumir o Paysandu e encontrar os cofres abarrotados de dinheiro deixados pelo Maia mas infelizmente todos sabem que não é assim nem em mudança de governo quanto mais em diretoria de clube de futebol??? O Serra deveria saber disso e se não sabia era ingênuo e agora se arrepende. O Serra tem de botar na cabeça que quando Wandick assumiu o times estava devendo uma fábula em dívidas e tudo atrasado sem poder fazer muito, mas não reclamou do LOP, trabalhou sério, teve um imprevisto no início e depois conseguiu contornar tudo e sair como herói. Dr Maia continuo a mesma trajetória mas também não recebeu o Paysandu com cofre cheio de dinheiro. Serra deve fazer assim trabalhar serio e deixar de picuinha para vencer com o clube

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  • 13. Antonio Oliveira  |  22 de junho de 2017 às 22:08

    Amigo Celira:

    1) Diante do grande conflito que se comenta que há entre presidente atual e o anterior, dizer o que disse o atual (em público) não me parece destituído de elegância. Afinal, só pontuou alguns elementos que constituem a opinião dele próprio e que não discrepam da realidade. Aliás, o governo federal utilizou por mais de dez anos esta técnica de marketing criando uma atmosfera um tanto hipertrofiada das potencialidades da gestão.

    2) Acho que foi Nelson Rodrigues quem disse algo como que até para atravessar a rua o sujeito tem de ter sorte. Mas, descontada a licença poética, é de ver que para além destes exemplos que você escolheu muito bem, vale lembrar que há outros que mostram uma outra face que mais do que má sorte, revelam algo que vai para além (ou noutra direção) até mesmo das limitações relativas ao tirocínio na administração do mister futebolístico.

    Valendo dizer que tais posturas geradoras de perplexidades não são exclusividade do rival listrado, não.

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