POR ALDO VALENTE
Prezado Gerson,
Fiz recentemente uma cirurgia de cataratas, nos dois olhos com a esperança de enxergar melhor. Mas qual nada, quando vejo os jogos do vejo os jogos do Paysandu não consigo ver nada que muitos cronistas conseguem ver, eu creio que seja mesmo que ainda ficou catarata, queda d´água ou sei lá mais o que. Venho insistindo desde o início do ano que a diretoria do PSC errou terrivelmente em trazer um técnico sem gabarito para dirigir um time que pretendia subir para a Série A. Técnicos no nível do Chamusca temos pelo menos 3 por aqui: Lecheva, Cacaio e Léo Goiano e com salário bem menor.
A máxima do Falcão é correta se aplicada ao futebol: homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e veado é veado. Cada série do Brasileiro merece cuidados distintos.
Cavucando informações em Campinas soube que a folha de pagamento do Guarani está em torno de 800 mil reais com um técnico de primeira divisão. A do ABC é de 500 mil com um técnico de categoria como o Geninho. Estes são somente dois exemplos. Nossa folha parece estar em 800 mil reais com um treinador e uma legião de jogadores de Série C.
Então qual o motivo para que o PSC não tenha um treinador de gabarito que venha impor motivação e comando dentro de campo, implantar um esquema de jogo definido e acabar com estas discriminações dentro do plantel. O tempo do Chamusca já passou, mas a nossa sábia diretoria vai aguardar primeiro o PSC ser derrotado novamente em Belém, fazer um enorme suspense sobre que será o novo treinador, aí vazar várias falsas notícias com grandes nomes e finalmente anunciar Dado Cavalcante como novo treinador.
Diretoria do PSC, precisamos de pelo menos mais dois meias (ou melhor dois inteiros) e dois bons atacantes, e um treinador condizente com as aspirações do Paysandu.
Aldo Valente
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