Tribuna do torcedor

13 de junho de 2017 at 22:34 7 comentários

POR ALDO VALENTE

Prezado Gerson,

Fiz recentemente uma cirurgia de cataratas, nos dois olhos com a esperança de enxergar melhor. Mas qual nada, quando vejo os jogos do vejo os jogos do Paysandu não consigo ver nada que muitos cronistas conseguem ver, eu creio que seja mesmo que ainda ficou catarata, queda d´água ou sei lá mais o que. Venho insistindo desde o início do ano que a diretoria do PSC errou terrivelmente em trazer um técnico sem gabarito para dirigir um time que pretendia subir para a Série A. Técnicos no nível do Chamusca temos pelo menos 3 por aqui: Lecheva, Cacaio e Léo Goiano e com salário bem menor.

A máxima do Falcão é correta se aplicada ao futebol: homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e veado é veado. Cada série do Brasileiro merece cuidados distintos.

Cavucando informações em Campinas soube que a folha de pagamento do Guarani está em torno de 800 mil reais com um técnico de primeira divisão. A do ABC é de 500 mil com um técnico de categoria como o Geninho. Estes são somente dois exemplos. Nossa folha parece estar em 800 mil reais com um treinador e uma legião de jogadores de Série C.

Então qual o motivo para que o PSC não tenha um treinador de gabarito que venha impor motivação e comando dentro de campo, implantar um esquema de jogo definido e acabar com estas discriminações dentro do plantel. O tempo do Chamusca já passou, mas a nossa sábia diretoria vai aguardar primeiro o PSC ser derrotado novamente em Belém, fazer um enorme suspense sobre que será o novo treinador, aí vazar várias falsas notícias com grandes nomes e finalmente anunciar Dado Cavalcante como novo treinador.

Diretoria do PSC, precisamos de pelo menos mais dois meias (ou melhor dois inteiros) e dois bons atacantes, e um treinador condizente com as aspirações do Paysandu.

Aldo Valente

Sócio bicolor; BsC – PhD Lab-Chagas
Instituto Evandro Chagas 

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Papão sofre 3ª derrota e despenca na classificação França supera Inglaterra em Paris

7 Comentários Add your own

  • 1. Comentarista  |  14 de junho de 2017 às 6:16

    Qualquer semelhança com a música “Brasil Pandeiro”, de Moraes Moreira, será mera coincidência mas lá vem o Paysandú descendo a ladeira…. !!!

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  • 2. Jorge Paz Amorim  |  14 de junho de 2017 às 7:12

    Por esse tipo de raciocínio, então, o Inter estaria obrigado a estar com 21 pontos nos sete jogos já feitos, por ter uma folha na casa dos R$7 milhões/mês. Mas isso nada tem a ver com a incapacidade de Chamusca, a meu juízo a principal causa do desempenho sofrível do Papão ao longo deste ano.
    Também não vejo coerência nas críticas ao dito cujo e a Dado Cavalcanti, entremeadas com tolerância a Cacaios, Lechevas e outros placebos que só curam a distância. Por isso, continuo achando que a anacrônica polêmica entre regionalismo e cosmopolitismo influi negativamente no desempenho administrativo do negócio futebol bicolor.
    E o avesso do avesso tem mostrado isso: o líder Juventude, treinado pelo desdenhado Dal Pozzo, tem em see time titular Fahel e Domingues, este um dos vilões no ano passado; o escorraçado João Lucas come a bola na Ponte Preta, enquanto Aylon passou por aqui na sexta última pra lembrar que continua bem, obrigado. E por aí vai.

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  • 3. celira  |  14 de junho de 2017 às 8:40

    Amigos,

    Futebol é um esporte emocional.

    É um esporte atrelado a confiança.

    Não por acaso, em um time confiante, até jogadores medianos tornam-se quase craques. E, em um time sem confiança, os craques tornam-se quase peladeiros.

    Dito isso, penso que o PSC perder jogos faz parte do processo e não há nada de anormal nisso.

    Contudo, o PSC não perdeu apenas os jogos. O PSC perdeu a confiança, sendo este o grande problema do time no momento.

    Sobre perder a confiança, eu devo dizer que não tenho dúvidas, aqui tem as digitais de Chamusca.

    Chamusca conseguiu ser genial ao ler rapidamente a série B nas 4 primeiras rodadas.

    Ele foi capaz de achar uma onzena dentro de um esquema tipicamente da série B para conseguir excelentes resultados.

    Todavia, ele foi bestial ao mexer na estrutura do time depois da primeira derrota para o ABC.

    E, para piorar, foi mais bestial ainda ao novamente insistir no erro ao alterar o time no jogo de ontem contra o Guarani com a escalação de Hayner – jogador que somente jogou bem de lateral esquerdo e olhe lá!

    Cabe a Chamusca refletir sobre as bobagens que vem fazendo.

    Cabe a Chamusca dar um tempo nos Chamuscas-boys como Hayner.

    Cabe a Chamusca voltar ao esquema com as peças que existem no elenco.

    Afinal as peças existem no elenco ou será que ninguém estranhou o fato de Jonhatan não substituir Rodrigo Andrade no jogo contra o Goiás e contra o Guarani?

    Seria Hayner tão genial assim para barrar o volante Jonhatan (que ano passado fez dois gols contra o Vasco em São Januário)?

    Tenho profundas dúvidas…

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  • 4. Nelio  |  14 de junho de 2017 às 10:15

    De fato o Paysandu tem tido enormes dificuldades na contratação de treinadores e comandante de ataque nos últimos tempos. Esse treinador de serie C para disputa de dificil serie B é incompreensível, quando presenciamos um ABC com o mestre Geninho desde 2016 e outros times de menos expressão que o Papão com treinadores de gabarito como bem citou o amigo acima. Na questão de centroavante é pior, é vergonhoso. Muito dinheiro gasto e cada um que vem é só para enganar a torcida e o clube. Esse Marcão é mais um exemplo triste de enganação como centroavante como foram Souza, everaldo, bruno veiga(que o clube paga para ele jogar em outro time) , alessandro e muitos outros. O treinador so ganhou o paraense pela fragilidade dos adversários inclusive o micro remo, e com sorte porque se na decisão o jogo vai para os penais, ja era título estadual. Passou atestado de burrice ao escalar time reserva na decisão do título mais importante do ano para o Paysandu, ja que é sonho distante ganhar a série B. Então por tudo isso é que temos público de apenas 5 mil pagantes em plena jogos de serie B do bicolor. E ainda acho muito porque o time realmente não transmite confiabilidade alguma.

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  • 5. Nelio  |  14 de junho de 2017 às 10:31

    A nossa briosa midia também tem um grau zinho de culpa ao dar muita desculpa para o péssimo desempenho dos atacantes bicolores. Esse de dizerem que o motivo é falta de bom camisa 10 para deixa-los na cara do gol não concordo. Em 1991 o Paysandu levou o titulo nacional so perdendo 4 jogos tendo um treinador horrivel que a torcida pediu o ano todo a saída dele, o time do Paysandu no geral era fraco com vários atletas refulgos do micro remo( jorginho macapa, edgar, dadinho, pedrinho etc) e outros daqui da região. Mas no ataque o Cacaio fazia muito gol, até de olhos fechados , fazia e diferença e foi artilheiro da B e sem assistência de camisa 10 nato porque o Paysandu nem tinha esse tal 10. O caso é que cacaio era artilheito nato e vei para K para trabalhar sério e vencer no futebol. Conseguiu o que queria e fez A nação bicolor feliz . Em 2001 foi idêntico a 91, onde o time era tinha limitações , não tinha um 10 nato, inclusive o travoso Claudio Gavião era titular, mas o ataque era goleador com Wandick, Ze terçado e outros marcando gols aos montes. Em 2014 subimos para a B porque o centroavante bruno veiga inspirado começou a fazer gol de todo jeito. Ja disse: time que não tem bom goleador não vai a lugar algum.

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  • 6. Jorge Paz Amorim  |  14 de junho de 2017 às 10:32

    Há controvérsias, amigo Celira. Por mais estranho que possa parecer, o surto de ‘zérricardite’, que produziu Hayner e Airton pelo corredor direito, vinha até dando certo, tanto que a força ofensiva do Guarani era pelo outro lado. e mesmo com o Guarani mais encorpado, se não fosse a cretinice do Capanema(novidade!) penso que o jogo caminhava pra 0x0 no primeiro tempo.
    No segundo tempo, o time melhorou ligeiramente e a partida adquiriu uma feição do jogo contra o ABC, pois o Bugre não segurou fisicamente o jogo de pressão do 1º tempo, o lance do pênalti no Marcão é emblemático disso, até o desatino seguinte do Leandro Carvalho, que levou o Papão a tomar o segundo gol.
    Falta ao Paysandu postura de time vencedor. Marca atrás, não tem posse de bola, em razão disso parece que a bola queima nos pés de seus jogadores, enfim, falta padrão de time competitivo e isso é veneno demais para o jogo coletivo. E o único responsável por essa mediocridade é o treinador, salvo engano.

    Curtido por 1 pessoa

  • 7. Anônimo  |  14 de junho de 2017 às 14:24

    Quero aqui aproveitar o espaço para criticar também grande parte da imprensa esportiva paraense, muitos comentaristas encheram a bola do time, ouvi vários elogios a equipe, mais de um comentarista dizendo que o Paissandu estava jogando com propriedade. A nossa imprensa não sabe o que fala, nos ilude, ouvi apenas um dizendo que as coisas não estavam indo bem. Vamos melhorar nas análise pessoal da imprensa, ficou feio

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