Capa do Bola – quarta-feira, 17

17 de maio de 2017 at 1:20 6 comentários

unnamed

Entry filed under: Uncategorized.

Rock na madrugada – Black Rebel Motorcycle Club, Ain’t No Easy Way Um legítimo campeão

6 Comentários Add your own

  • 1. Antonio Valentim  |  17 de maio de 2017 às 8:33

    Desde que o Luverdense, e não qualquer outro, se classificou, ficou para mim a impressão de que o time do Norte matogrossense ficaria com a taça.

    A vantagem do PSC seria decidir em casa, porém, preocupado com o Remo, o sr. M. Chamusca poupou vários titulares no primeiro jogo. Deu no que deu.

    Luverdense é bem acima dos outros: Brasília,Cuiabá e Gama.

    Curtido por 1 pessoa

  • 2. Guilherme Vitorino Pereira da Silva  |  17 de maio de 2017 às 12:40

    Os Paraenses já estão sendo fregueses dos mato-grossenses em jogos de mata-mata! 1- Vila Aurora/MT eliminou o Remo/PA em pleno Mangueirão em Belém/PA pela Série D; 2- O Mixto/MT eliminou o Remo/PA também no Mangueirão em Belém/PA pela Série D; 3- O Cuiabá eliminou o Independente/PA pela Série D em 2011 em Tucuruí/PA; 4- O Cuiabá eliminou o Remo/PA na Arena Pantanal em Cuiabá em 2015 e sagrou-se campeão da Copa Verde; 5- Agora o Luverdense/MT eliminou o Paysandu/PA no Mangueirão em Belém/PA e sagrou-se campeão da Copa Verde de 2017! Haja freguesia!

    Curtir

  • 3. miguelangelo1967  |  17 de maio de 2017 às 16:37

    Antonio eu concordo com você pois desde o início da competição eu via o Verdão do Norte como franco favorito em face da total deficiência técnica dos times do Pará.
    O pior de tudo foi o time bicolor achar que poderia “poupar” alguém, égua como se o time considerado titular já era uma pustema?

    Curtir

  • 4. Antonio Oliveira  |  17 de maio de 2017 às 18:53

    Amigos, Valentim e Miguel, podendo analisar, agora, os fatos já passados, consumados, parece muitíssimo claro que se o Chamusca não tivesse poupado os atletas no primeiro jogo, muito provavelmente teria ficado sem a Verde e sem o Paraense. O rival claramente padece de falta de preparo físico. Prova disso é que, no Mangueirão, ajudado por mais de 30 mil torcedores, com os jogadores podendo se entregar fisicamente até o fim, eis que não haveria outro jogo decisivo depois, o time não conseguiu suplantar o Luverdense. Fez a pressão no máximo possível, arrefeceu, não conseguiu marcar o segundo, e acabou sendo obrigado a ceder espaço ao adversário. O Luverdense é um time qualificado, mas teve a tarefa facilitada pelo desgaste do listrado.

    Curtir

  • 5. celira  |  17 de maio de 2017 às 20:12

    Amigo Antônio Oliveira,
    O único desgaste do PSC é a escalação ou você seria capaz de apontar-me um único jogo bom realizado pelo PSC com esta escalação?

    Adianto a resposta… Não existe.

    PSC perdeu o jogo, mas facilitou a vida do LEC com a escalação totalmente equivocado.

    Curtir

  • 6. Antonio Oliveira  |  17 de maio de 2017 às 22:39

    Amigo Celira, sua condição de torcedor do rival, aliada ao seu conhecimento de futebol e serenidade com a qual você se manifesta, lhe dão autoridade para insistir neste ponto de vista que credita ao treinador as dificuldades do seu time.

    Todavia, eu lhe chamo a atenção para o fato de que a maioria dos jogos do rival, independentemente do adversário, ele sofreu no segundo tempo, mesmo nas vezes em que venceu. E, contra o Santos não foi diferente. Aliás, no jogo de sábado também foi assim.

    Quanto ao Recife, já há dois anos que ele vem claudicando exatamente por conta da condição física. Veja o Bergson vem sendo poupado, mas não aguenta um jogo todo. Contra o Remo, esgotado já ia sair e por uma conjunção do “Sobrenatural de Almeida” acabou ficando em campo para aproveitar aquele cochilo da zaga para fazer o gol do título. Ontem não aguentou e saiu. O lateral direito não vai à frente e quando vai ainda não consegue voltar, o volante Wesley deixa nítido na expressão que d metade do jogo pra frente fica esfalfado, o Diogo sempre desaparece no segundo tempo. Ontem até o goleiro sentiu. Valendo dizer que com o cansaço dos mais experientes, os mais jovens se desdobram e acabam também sentindo, especialmente o Andrade e o Carvalho (este, inclusive, precisa dosar seu esforço, se perde fisicamente porque se afoba e se desgasta mais e mais rapidamente).

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Trackback this post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


CONTAGEM DE ACESSOS

  • 7,240,063 visitantes

Tópicos recentes

gersonnogueira@gmail.com

Junte-se a 12.637 outros seguidores

VITRINE DE COMENTÁRIOS

Nelio(O Paysandu jam… em Aos trancos e barrancos, Remo…
Antonio Oliveira em Verdades incômodas
Alessandro em Aos trancos e barrancos, Remo…
Edson do Leão - meu… em Aos trancos e barrancos, Remo…
Janderson - Remo rum… em Aos trancos e barrancos, Remo…

ARQUIVOS DO BLOG

FOLHINHA

NO TWITTER

GENTE DA CASA

POSTS QUE EU CURTO


%d blogueiros gostam disto: