Uma avalanche de gols

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POR GERSON NOGUEIRA 

Não é todo dia que se vence por 9 a 0. Acontece fortuitamente, meio que por acidente – tanto que a última vez que o Papão conquistou esse placar foi em 1977, contra o Sport Belém. Ontem, o ataque bicolor superou todas as expectativas. Como bem lembrou Carlos Castilho, citando a música do Jota Quest em seus comentários na Rádio Clube, o jogo foi fácil, extremamente fácil. E não apenas pelas inúmeras deficiências do São Francisco – a começar pelo goleiro.

Na verdade, o massacre de 9 a 0 deveu-se na totalidade ao futebol envolvente, rápido e objetivo do time de Dado Cavalcanti. Serviu para compensar todas aquelas oportunidades que tinham sido criadas e desperdiçadas nos últimos jogos.

Ontem, além dos gols marcados, o Papão poderia ter marcado pelo menos mais três ou quatro, mas aí já não seria futebol, aproximando-se mais do basquete ou do handebol. O fato é que, com um meio-de-campo aparentemente conservador, tendo apenas Djalma a cuidar da articulação, a equipe pareceu até mais leve, jogando mais à base de passes verticais.

Auxiliado por Augusto Recife (autor do golaço que abriu o placar) e Radamés, Djalma não ficou solitário. Usou todo o entrosamento que tem com Pikachu para fazer a bola fluir e chegar aos atacantes Bruno Veiga (principalmente) e Aylon. A zaga teve desempenho razoável, mostrando algumas dificuldades no primeiro tempo, quando Jaime levou perigo em três investidas.

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Depois de fazer 2 a 0 no primeiro tempo, o Papão precisou de apenas 16 minutos de bola rolando no segundo tempo para construir a goleada histórica: o terceiro gol (Bruno Veiga) foi marcado aos 11 minutos e o sétimo (Ricardo Capanema) saiu aos 27. Lembrou, guardadas as proporções, a marcha no placar da goleada alemã sobre o Brasil na Copa.

De quebra, o centroavante Souza finalmente balançou as redes em jogada bem ao seu estilo. Pode-se dizer que, mais do que os três pontos obtidos, o Papão se beneficia das circunstâncias da vitória. O time ganha com a goleada um novo impulso para as decisões que virão pela frente – semifinais do campeonato e da Copa Verde.

Todos jogaram em alto nível, não cabendo nem destacar individualidades.

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Com raça, Leão arranca vaga

O Remo tinha uma missão a cumprir em Paragominas: vencer para classificar. Cumpriu à risca, sem sobras. Conseguiu a contagem mínima, segurou a pressão meio desordenada do time da casa e saiu extenuado, mas com presença garantida na semifinal do returno.

A batalha da Arena Verde foi mais disputada basicamente no meio-de-campo. Pouquíssimas jogadas de grande área. A luta foi encarniçada no espaço entre as duas intermediárias. Três volantes de um lado, três de outro. E meias que se comportavam mais como marcadores do que como articuladores.

Ratinho, por exemplo, que tinha a tarefa de abastecer o ataque, acabou preso à cobertura de Roni pelo corredor direito do Remo. Sem apoio dos laterais, os atacantes ficavam isolados, dependendo de tentativas esporádicas. Roni, por sinal, foi o mais ativo deles, enfrentando a ríspida marcação e levando certa vantagem.

O atacante sofria faltas seguidas junto à área, mas o Remo não aproveitava, mesmo tendo um especialista (Alberto) em cobranças. A melhor chance ocorreu aos 28 minutos, com a bola passando perto do gol.

Depois disso, o lance mais contundente foi aos 44 minutos, quando Max desviou cruzamento de Alex Ruan e quase alcançou Rafael Paty, que fechava no segundo pau.

Cacaio alterou o meio-de-campo, substituindo Alberto por Bismarck e Felipe Macena. Com Bismarck avançado, buscando a área junto com Roni pela direita, o time cresceu em agressividade e confundiu o bloqueio defensivo do Paragominas.

Aos 22 minutos, veio o gol. Roni invadiu a área, driblou um zagueiro e foi derrubado. A bola sobrou para Bismarck finalizar e fazer 1 a 0. Em seguida, lance polêmico na área do Remo. Dewson mandou seguir, mas as imagens da TV indicam que o atacante do PFC foi tocado. Depois, Roni também caiu na área, atingido por trás quando se preparava para o arremate.

No final, quando a torcida remista driblou a segurança para comemorar no gramado, o policiamento disparou bombas e balas de borracha, quase causando uma tragédia. Dadá e Roni foram atingidos, sendo que o atacante chegou a desmaiar. Ato desnecessário, revelador do despreparo dos policiais.

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Pebas goleia e ganha ajuda do Gavião

A rodada foi mais dramática nos minutos finais dos jogos de Parauapebas e Tucuruí. No estádio Rosenão, o Cametá sofreu o primeiro gol no final do primeiro tempo, mas alcançou o empate aos 17 minutos do segundo. Resistiu até os 30 minutos, quando o Pebas tomou de vez as rédeas da partida, marcando três vezes seguidas e estabelecendo o placar de 4 a 1.

Para se classificar à semifinal, o Pebas dependia do resultado de Tucuruí, onde o Independente penava para vencer o já eliminado Gavião. Um penal marcado para o Galo Elétrico foi defendido pelo goleiro, mas Rai aproveitou o rebote para marcar, aos 30 do segundo tempo. O protesto dos jogadores do Gavião paralisou o jogo por cinco minutos.

Apesar de não ter maiores interesses no jogo, o Gavião foi aplicado e buscou o empate até o final. A recompensa veio aos 44 minutos, através de Cléo. O gol fez justiça ao equilíbrio em campo e tirou o Independente (campeão do turno) da briga pelo título do returno.

Em Santarém, outro resultado surpreendente envolvendo um time já eliminado. De virada, o Castanhal dobrou o Tapajós, marcando 3 a 2. O Boto alimentava parcas chances de classificação, mas não teve forças para se impor dentro de casa.

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Cruzamento favorece grandes

Remo e Paragominas se cruzam numa semifinal, no dia 21, às 16h. O Papão encara o Parauapebas no dia seguinte, às 20h30. Os jogos serão no estádio Jornalista Edgar Proença. Os times interioranos mostraram arrojo e ousadia no returno, mas é indiscutível a vantagem que os grandes da capital têm por jogarem ao lado de suas torcidas. Vem daí o favoritismo de ambos para chegar à decisão do turno. Mas ainda estão rolando os dados.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 13)

38 comentários em “Uma avalanche de gols

  1. Além do placar elevado (até 5 a 0 era o esperado) do Paysandú aplicado sobre o S. Francisco, a grande surpresa da rodada (não para mim, que já esperava por isso) foi o tropeço do poderoso Independente, ex-galo da Marambaia. Todos os analistas de futebol, de rádio, televisão, jornal e internet, eram unânimes em apontar o Galo Elétrico como um dos detentores da vaga no grupo 1, ficando Remo, S. Francisco e Parauapebas a disputarem a vaga remanescente.

    Eu comentei aqui que os times do interior acabam se equivalendo e mesmo o tido como poderoso Independente, campeão do primeiro turno e jogando em casa, favoritíssimo contra o já rebaixado Gavião Kyikategê. Resultado: Galo fora do segundo turno.

    Outro resultado extravagante foi a derrota do Cametá, para mim a grande decepção deste turno, contra o perigoso e aplicado Parauapebas. Desta vez, creio eu, o time do interior não terá chances contra o Paysandú.

    Quanto ao Remo, desde o início, sempre acreditei por depender apenas de si mesmo e bastava uma vitória magra por 1 a 0 para conquistar seu intento. Também é favorito em casa contra esse mesmo Paragominas, embora tenha que respeitar a equipe interiorana. Aliás, para o Clube do Remo, cada jogo é uma batalha. Sua comissão técnica e seus atletas sabem disso, e o Fenômeno Azul comparecerá em peso a apoiar a equipe.

    Se nada de anormal acontecer, teremos um grande Remo e Paysandú na final deste returno.

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  2. Alguns analistas, como costuma ocorrer, preferem creditar a vitória do Clube do Remo somente ao futebol praticado pelo adversário, desmerecendo as qualidades do time azulino em Paragominas.
    Para muitos – inclusive os analistas do blog – o Remo já estava desclassificado. Não existe jogo previamente perdido.

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  3. Bela análise Valentim, agora como o Remo deve se preparar para o jogo contra o Atlético-PR ?

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  4. Alguns aspectos no jogo de ontem do rival devem ser ponderados. O fato do PFC ter entrado em campo, praticamente classificado, fez com que se tornasse um time sem aspirações de vitória na partida de ontem. Quanto ao rival, além da transpiração advinda desde os tempos de seu boneco, não vi nenhum progresso técnico e tático no time. As bolas alçadas na direção do pitbul (Rony), coitado, que sai correndo para apanhar a bola e ver no que dá, é o indício de que o Cacaio não trouxe nada de novo ao Baenão. Mas, às vezes, dá certo.

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  5. Os caras não ganharam de ninguém de maneira convincente e ainda se acham no direito de desdenhar do massacre de ontem.
    Cara, o time de vocês está pedindo esmolas para a torcida e se ontem fosse um time, ao menos com vontade de jogar a enfrentar o Remo, o resultado teria sido outro.
    Teremos o tira-teima, claro que com vantagens para o azulino, em breve!

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  6. O jogo esteve amarrado no meio-campo, mas mais pela cautela dos dois técnicos. PFC irreconhecível, é verdade, mas que se destaque o empenho do time azulino. Não é de hoje que observo que a escalação do Alberto tá sobrecarregando a marcação, assim como a “cerca de arame liso” Igor João não “morde” na defesa… Levy mostrou insegurança para apoiar, mas mais pela ineficiência de Alberto e Igor João, já que Dadá pôde suprir a insuficiência de um, não dos dois. É preciso resolver esse problema da cobertura pela direita, que já é crônico. Alex Ruan, contando com o ótimo Ilaílson, destoou e não se destacou pela esquerda, mostrando que Jadilson é mesmo o titular. Uma pena. Dadá, Ilaílson, Roni e Ratinho foram os meus destaques. O time deve evoluir mais um pouco e melhorar com o retorno do Eduardo Ramos. Eu acredito! Bora Leão!

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  7. Também acredito que deve ter Re-Pa na final do estadual. Os interioranos cansaram com seus elencos limitados nesse segundo turno. O único que eu acredito ainda ter forças é o IAC que, acredito eu, vai ficar com a vaga na Série D.

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  8. Francamente seu Miguel, esse placar acontece a cada 30, 40 anos e embora o Gerson tenha destacado a qualidade do time bicolor em campo, não se deve ignorar, por outro lado, a fragilidade apresentada pelo time santareno, que, basicamente, deixou de jogar bem sem boa parte dos seus chamados titulares. Além do mais, os próximos jogos do Paysandu mostrarão outra realidade, mesmo com vitória, que não serão mais por 9×0. Não tenho a menor dúvida de que o jogo de ontem na Curuzu foi atípico e que o Paysandu só jogou muito bem contra um adversário que sabíamos de antemão que viria bastante enfraquecido…

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  9. Remo tem que dar prioridade a Copa Verde e ao estadual.
    No jogo de quarta-feira,colocar os jogadores que não estão sendo aproveitados no momento.
    Ex: (Yan,Nadson,Silvio,Ameixa) entre outros.

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  10. Alguém pode discordar mas esse Alberto e muito ruim de bola, è inconstante não sabe dá um passe de um metro, Entrega a bola de graça para o adversário. Contra a mucura deu várias bolas pra eles. Ontem foi um desastre dando bola para o adversário. Tá bom de tirá-lo do time e colocar outro jogador.

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  11. A salvação do sem divisão foi o Árbitro, novamente ele, salvando a pele do falido. Penalty escancarado, em favor do Paragominas, não marcado pelo apitador. É o sistema do Mazola.

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  12. Infelizmente hoje os jornais da cidade estão querendo fazer o remo de vitima na historia da invasão de campo ontem, INVASÃO.

    Hoje vendo algumas imagens, ví que crianças e marmanjos entraram no gramado de jogo após o apito final.

    Entre os marmanjos, estavam alguns da famigerada remoçada.

    A Policia errou, não tenhamos duvidas, mas fico pensando o que esses caras aprontam, na sua chegada a cidade, durante o jogo acaba fazendo a policia criar todo ato suspeito, então quando viram aquela turma invadindo o gramado, de forma despreparada foram logo ao embate, mas não podemos condena-los, pois quem conhece essa torcida sabe muito bem do que ela é capaz.

    Ontem era uma partida de campeonato e não um amistoso, então não justifica esse papo de entrar no campo pra pedir autografo.

    A própria imprensa tem que ser a primeira a defender isso, pois até o seu próprio trabalho pós jogo fica prejudicado.

    Até parece que tinham ganho champions league ontem kkkkkkkkkkkk

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  13. Esta goleada ainda que histórica tem menos relevância que o apelo do jogo em sí, o qual demonstra que quando um clube grande quer impor seu futebol jogando em casa contra um timinho, ele consegue sim senhor como venho falando aqui há muito tempo e dei inclusive exemplo do tempo do Mazola em que era difícil no tempo dele um time pequena aprontar para cima do Paysandu como fizeram Cametá , Paraupebas e Tapajos. Isso sim é inadmissível porque com todo respeito que se deva, mas o Paysandu é clube de série B, tem folha quase 10 vezes maior que esses timinhos, e não se pode se dar ao luxo de sofrer reveses absurdos dentro de casa como ocorreu contra o Pebas que deixou o time quase eliminado do Parazão e com prejuizo incalculável. Esses timinhos de respeitar o Paysandu e isso não estava ocorrendo. Talvez com esse sapeca iaiá eles passem a respeitar pelo menos um pouco. Em relação à classificação azulina e penal claro não marcado em favor do PFC é motivo para outros times abrirem o olho porque aí tem. Afirmo isso porque quem viu ontem o jogo pela TV cultura da para perceber novamente aquela “operação” livra remo da degola, porque na NA INVASÃO IRREGULAR DE VÂNDALOS AZULINOS DENTRO DO CAMPO, COISA QUE É TERMINANTE PROIBIDA, quem viu os comentários após o episódio PELO CARAS DA CULTURA, INCLUSIVE AQUELE AZULINO CHATO, ENJOADO DE NOME ABNER LUIZ, parecia que os torcedores do PFC tinham jogado bomba, tentado agredir jogadores azulinos. A encenação foi tanta que até um diretor azulino se sentiu no direito de culpar a segurança do estádio, pedir inclusive interdição, culpar até a policia que tentou impedir a invasão. Quer dizer, os azulinos mais uma vez fazem baderna dentro de estádio , e a culpa é dos outros???? muito bonito isso.. Mas apesar do penal não marcado contra o azulino, ressalvo que a vitória não foi injusta, porque o PFC perdeu gols, e no futebol quem não faz leva. E ainda digo mais: Se essa denúncia de invasão para para o STJD poderia causar sérios danos ao azulino. Mas logo que a FPF, com bororó lá vai fazer isso. So que tem um dirigente azulino deb que está querendo denunciar o PFC pela falta de segurança lá. So que a imagem da TV é muito clara e mostra somente azulinos invadindo o gramado após o jogo. SERÁ QUE ESSE DIRIGENTE AZULINO VAI TER ESSA CARA DE PAU E LOUCURA DE DENUNCIAR O PFC??? DUVIDOOO.

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  14. Acho que a vitória do CR foi na marra e não na raça, não vi essa raça. A tática é assim, colocar o melhor juiz e aí, o que ele fizer tá certo, lembrei do Júlio Lima. O resultado moral do jogo foi o empate, duas equipes quebrado a bola, os goleiros quase não participaram do jogo, sendo assim penso que o PFC não está morto, elenco por elenco é pau a pau.

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  15. Caro Rodrigo Cavalcante, a minha opinião é a mesma que do Fábio Cebolão.

    O Remo deve alinhar em Curitiba com os atletas que normalmente não vem sendo aproveitados. Deve jogar com bastante cuidado para honrar a camisa azul-marinho.
    Prioridades: Campeonato Paraense e Copa Verde.
    Como já disse, cada jogo é uma batalha hercúlea a ser vencida. Ganhando do PFC de meio a zero é o bastante, e assim os jogos seguintes.

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  16. Mais indo com o time reserva não pode levar uma surra e baixar a moral da equipe para o jogo de sábado ?

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  17. É verdade, infelizmente. Mas o torcedor azulino de verdade tem, ao menos desta vez, encarar os fatos com a razão.

    Não dá pra levar os titulares e estes ficarem sem pernas como ocorreu no último jogo contra o Psc, ocasião em que perdemos o nosso principal jogador. Isto nos fez uma falta grande. Com Eduardo Ramos naquele jogo a história teria sido outra. Não podemos incorrer nesse erro agora.

    Não podemos nos iludir quanto ao jogo de quarta em Curitiba. No entanto, como neste peito bate um coração azulino, mesmo assim vou torcer para que os nossos reservas honrem as tradições azulinas.

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  18. Comentei quanto ao moral do torcedor. Quanto à equipe, eles sabem que cada jogo é uma história, e que o que nos interessa mesmo é manter-nos vivos, vencendo o confronto contra o perigoso time do PFC.
    Muitas vezes a gente tem de fazer escolhas difíceis.

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  19. Então, faça o favor de não generalizar e nem rotular a torcida do Paysandu. Até mesmo o torcedor mais fanático, sabe da deficiência e da urgência de reforçar o elenco para um campeonato dificílimo, como é a série B.

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  20. Na minha humilde opinião, o campeão paraense deste ano, será um time da capital, podem anotar, a dupla RE x PA vem muito motivada depois do susto que levaram.

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  21. As mocinhas estão preocupadas contra o maior do Norte, é?
    Qualquer pessoa sabe que o PFC facilitou, sem falar que o jogo do sem divisão foi o único que começou com atraso. Mas não adianta, desejo que passem pelo PFC pra encontrar o pai de vocês com a chibata pronta pra passar na leoa. hehehehehe….

    Será que a vaquinha deu pra pagar as passagens é a boieira do terminal de Paragominas? hahahahaha….

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  22. Joseney, paixões clubisticas cegam, imagina pra quem torce por um time da marca do remo.

    Não perca seu tempo por quem não consegue discutir futebol sem dá chiliques.

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  23. Tá faltando aí a foto dos jogadores da mucura rezando no meu de campo pra não pegar o Leão nas semis kkkkkkk

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