Principal porta-voz da oposição, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR), que chegou a defender a CPI do caso Rosemary, foi condenado por não ter pago pensão a uma filha fruto de relacionamento extraconjugal com uma funcionária pública. A ação judicial pede a anulação da venda de cinco casas em Brasília avaliadas em R$16 milhões e o acusa ainda de abandono afetivo.
A imagem que ilustra este texto é o retrato do senador Álvaro Dias (PSDB/PR), um parlamentar que se especializou em apontar o dedo para os outros. Até recentemente, esse papel era exercido pelo ex-senador Demóstenes Torres, que caiu quando foram descobertas suas relações promíscuas com o bicheiro Carlos Cachoeira. Com Demóstenes fora do jogo, o papel foi assumido por Álvaro Dias.
Recentemente, o senador tucano pediu a abertura de uma CPI para investigar o chamado Rosegate, sobre a secretária Rosemary Noronha. “É um escândalo de baixo nível, que expõe a postura descabida de quem preside o país, antes e agora”, disse ele, que chegou a propor a coleta de assinaturas para a instalação de uma comissão sobre o caso.
Agora, no entanto, é Álvaro Dias quem está na defensiva. Ele foi condenado pela Justiça por não ter pago pensão a uma filha fruto de relacionamento extraconjugal com funcionária pública. A ação judicial pede ainda a anulação da venda de cinco casas em Brasília avaliadas em R$16 milhões – patrimônio relativamente alto para alguém que vive apenas da atividade política. (De Brasil 247)
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