“Agora eu estou investindo muito nas imagens do (arquipélago do) Marajó, porque em Belém, infelizmente, eu perdi a segurança de trabalhar. Eu entrava na periferia, só eu, sem ninguém, nunca tive assistente, muito raramente, uma vez ou outra, ia sempre sozinho e nunca ninguém me molestou. Eu tinha uma fluência fantástica. Hoje em dia você não consegue nem saltar do carro mais, e isso acabou dando uma guinada no meu trabalho. Eu fui pro interior, porque senti a violência da cidade me acuando”.
Por Luiz Braga, fotógrafo paraense, desiludido com o clima de insegurança que assola Belém. (Acima, foto de Luiz Braga)

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