O passado é uma parada…

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Praça do Relógio, começo dos anos 60. Jipes, Gordinis e algumas Rural Willys atestam a época da foto. Vale registro também a beleza da jardinagem em torno do velho relógio e o casario em ótimo estado. Tudo no capricho. Bem ao contrário de hoje.

14 comentários em “O passado é uma parada…

  1. Estamos falando de riquezas e belezas,aí o torcedor fanático e frustrado que ainda está anestesiado,vem falar da vergonha do Pará. Vamos ao que realmente presta e tem valor. A beleza dessa inesquecível paisagem que tive a oportunidade de presenciar e até usufruir de momentos importantes de seu belo visual.Os antigos carros bem citados,que faziam companhia aos famosos ônibus Zepilin,Triunfão e outros que à época transitavam pela cidade e que pertenciam a um tio meu ! Saudades desses tempos bons que não voltam nunca mais !

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  2. Ao lado está a Pharmacia Cardoso onde dei meu primeiro beijo….1976….. inesquecível….é isso que o amigo Rocildo tem que falar agora da antiga Belém…e esquecer por oito meses seu time…

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  3. Amigos, só uma informação rápida. O estádio ainda chamado de Mané Garrincha que teve valor de construção inicial de R$500 milhões, hoje ultrapassa R$1.4 bilhões. É revoltante gastarem tanto dinheiro em um estádio dito por todos como mais um elefante branco, enquanto isso diversos serviços nesse país necessitando de recursos. É demais para o pobre brasileiro. Muita gente enchendo o bolso, com certeza.

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  4. Atras e ao lado esquerdo do relogio era a parada de onibus, cansei de pegar o Arsenal e o Cremacao ali, o intinerario pegava a dr. Assis, arsenal ate a Estrada nova, o final da Linha era na caripunas, hehehe Tempo bom!

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  5. Tempo bom, antes de 1964, e bem antes desse inferno em que “furibundos” transformaram Belém. Feia, suja e malvada.

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  6. Gerson, também notei que o estado do casario apresentava melhor que atualmente. Bem que a prefeitura e o Estado poderiam convocar patrocinadores para realizarem a reforma da praça, com jardim e tudo, e a pintura das fachadas de todo o casario. São ações perfeitamente ao alcance, amigos. Mas o problema é: VONTADE para de trabalhar, ir atrás, buscar, enfim, ser um verdadeiro gestor público, cuidar da cidade (patrimônio e população) como quem cuida da sua casa e família.

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  7. Ali durante a noite e madrugada funciona o mercado ao ar livre do peixe. São muitos caminhões frigoríficos, camionetes etc, de diversas cidades do Brasil, que vem negociar com os balanceiros a carga que chegou nas geleiras. Por conta desse comercio ali se instalaram vendedores de café, lanches, bebidas, drogas, etc. e que acabam ficando por lá mesmo a esperar a próxima noite. Os ladrões também estão atentos ao movimento e suas principais vítimas são os que trazem dinheiro: os balanceiros e caminhoneiros. Se aqueles casarões ao fundo fossem desaproriados, restaurados, adaptados para o tipo de comercio que lá acontece, poderiam funcionar como agencias bancárias para o horário, portos fiscais de saude e da fazenda, restantantes, lanchonetes, enfim toda a infra estrutura que tal comericio requer. Daria segurança aos negociantes que deixariam de transportar vultuosas quantias de dinheiro consigo e preservaria a beleza do ponto turístico

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  8. A gente percebe que existe tranquilidade na Belém daqueles anos!
    Quando criança o meu passeio dominical era pegar ônibus no Guamá e seguir para a belíssima praça do Relógio, tempo bom!

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  9. Hoje mesmo fiz uma caminhada pelo centro da cidade, pelo comércio e parte do centro histórico. Deu uma tristeza enorme perceber que vivemos em um lugar onde grande parte de seus habitantes, bem como os seus gestores, estão divorciados do conhecimento da história de sua própria cidade e por isso não a preservam e tampouco a acolhem. Meus pais vindos do interior e que conheceram Belém no período retratado na imagem acima dizem que a cidade, antes tão bonita e bem cuidada, não existe mais como outrora. Triste Belém do “já teve”.

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