Papão derrota PFC e assume liderança

Com boa atuação no primeiro tempo, o Paissandu passou sem problemas pelo PFC, na noite deste sábado, na Curuzu, marcando 3 a 1. Logo nos primeiros dez minutos, Eduardo Ramos e Djalma desfrutaram de chances preciosas para abrir o marcador, mas erraram nas finalizações. Com marcação eficiente no meio-campo, o Paissandu se mantinha sempre no ataque, pressionando e forçando erros da defesa do Paragominas. Mas foi um erro da arbitragem que acabou permitindo o gol de abertura. Eduardo Ramos, impedido, recebeu bola pela direita e cruzou para João Neto dominar e mandar para as redes, aos 16 minutos.

Logo aos 32 o Papão chegaria ao segundo gol em lance de puro oportunismo de Djalma. O goleiro Michael Douglas rebateu bola para a entrada da área e o meia tocou de cabeça, fazendo 2 a 0. O Paissandu jogava fácil, tocando muito bem a bola na saída para o ataque e conseguia envolver o PFC, mesmo sem contar com boas participações dos laterais Pikachu e Rodrigo Alvim, novamente com atuações discretíssimas. Iarley também se limitava a toques laterais, sem aprofundar jogadas.

O PFC até tentava ensaiar uma reação, mas esbarrava no excesso de passes errados no meio-de-campo, que não permitiam que o time organizasse bons ataques. Apesar disso, aos 38 minuto, o atacante Aleílson foi agarrado dentro da área pelo zagueiro Raul e o árbitro assinalou pênalti. O próprio Aleílson cobrou, mas o chute saiu à direita do gol de Zé Carlos.

Para o segundo tempo, o Paissandu voltou com o goleiro Paulo Wanzeller substituindo a Zé Carlos. O panorama não se alterou, o domínio bicolor era completo e o PFC desperdiçava as poucas chances que surgiram. Aos 10 minutos, Djalma levou o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando o meio-de-campo alviceleste desfalcado. Lecheva substituiu Iarley por Héliton e o time se manteve tranquilo, apesar da inferioridade numérica. Aos 16, Jaime acertou um belo disparo da entrada da área, mas a bola bateu na trave e saiu.

Em contra-ataque rápido, aos 26, Eduardo Ramos lançou Héliton, que chutou para marcar o terceiro gol do Paissandu. A bola ainda bateu no travessão antes de ser tocada para as redes. Aos 31 minutos, o PFC descontou com Paulo de Tarso, após falta cobrada por Aleílson. O atacante ainda desperdiçou excelente chance aos 38 minutos, limpando a jogada e batendo à direita de Wanzeller. Mas o gol mais “feito” da noite foi perdido por João Neto, que recebeu passe perfeito de Héliton e, na pequena área, chutou por cima da trave.

Resultado justo, que espelhou a disparidade técnica entre os dois times e a melhor arrumação tática do Paissandu em campo. Em nenhum momento, mesmo quando perdeu um jogador, o Paissandu teve sua vitória ameaçada pelo PFC.

A renda chegou a R$ 56.912,00, com 4.011 pagantes. Com os credenciados (1.007), o público total foi de 5.018 torcedores presentes.

10 comentários em “Papão derrota PFC e assume liderança

  1. Hélinton, sempre ele! Fico pensando na falta de visão de alguns treinadores, dirigentes e participantes do futebol que acabam criando onbstáculos para verdadeiros talentos e causando frustrações a verdadeiras revelaçãoes que acabam no meio do caminho.
    Sobre o nosso conterrâneo Helinton e seu “drama” no banco tenho a fazer as seguintes considerações:

    HELINTON, jogador atualmente no Paysandu, que apesar de seu enorme talento (já jogava com desenvoltura em seu clube anterior, o maior rival do atual) vem amargando desde a contratação o famigerado “banco”, mas, sempre que é lançado justifica a substituição, seja fazendo gols ou servindo a seus colegas para o gol. Sua condição de reserva se funda, provavelmente, em vários fatores que pesam na balança dos treinadores e técnicos, principalmente os brasileiros:

    1) “PRATA-DE-CASA”, ou seja, oriundo das divisões de base, fundado no axioma de que “santo de casa não faz milagre”, mas quando lançado no segundo tempo joga um bolão, ora fazendo gols ora participando efetivamente dos gols;
    2) BAIXINHO – tem baixa estatura física, contra os padrões atuais do futebol, apesar do maior jogador (Messi) da atualidade ser um chamado nanico, mas quando entra justifica a substituição com gols e jogadas que resultam em gols;
    3) EXCESSIVAMENTE HUMILDE E CONFORMADO – uf, esse é um outro fator de peso. Ele não reclama da reserva aos treinadores, ficando pacientemente sentado e caladinho no banco de reservas espiando o jogo e, quando lançado, deita e rola, fazendo gols ou servindo seus colegas para os gols;
    4) NOME ESQUISITO – grafado ao sabor da pronúncia (já houve, se não me enganom Uélinto). Portanto, seu prenome é uma corruptela de Wellington, o que deve pesar, diferentemente como não pesou para os Maicons (corruptela da pronúncia Michael, prenome muito popularizado pelo sucesso de Michel Jackson), prenome esse que deve incomodar (?) tal como o apelido Pikachu, mas, que nem por isso o inibe de bater um bolão e ser utilíssimo para o time quando lançado, seja contra qualquer um clube, daqui ou de outros Estados, como aconteceu nas últimas série C e Copa do Brasil, quando jogou com desenvoltura e fez e aconteceu, usou e abusou, fazendo gols e participando de outros.
    Além desses “motivos”, outros devem pesar (e como) contra o nosso Helinton, mas vejo como uma tremenda burrice que se origina no asqueroso preconceito. Mas, que fique claro uma coisa, o menino quando lançado, faz gols e participa de gols e aqui fica uma sugestão: deixa o cara jogar, lança o cara de primeira, titulariza o menino, senão ele vai acabar sendo vendido a preço de banana e vai brilhar em outro centro e encher os bolsos dos empresários, resultando em lamentação e saudosismo de torcedores, imprensa e diretores.

    1. Esqueceu de mencionar na boa descrição, amigo, que o Héliton foi dado de presente ao Papão pelo então mandatário azulino, Amaro Klautau. Fato raro, inédito e até hoje inexplicado.

  2. Caro Gerson e demais amigos do blog me permitam expor minha opinião sobre o time do Paysandú.
    Sobre os goleiros é interessante ver que apesar de grandes defesas e muitas delas decisivas não transmitem segurança para a fiel, ontem quando o Zé Carlos foi substituído pelo Paulo Wanzeler e este ao arrumar a barreira no momento da cobrança de falta foi idêntica a falha cometida pelo titular no jogo da decisão do primeiro turno! Quando “vi a situação cantei a bola: vai ser gol do PFC”, acertei em cheio, preferia ter acertado os números da mega sena, rs.
    Os laterais têm tido apresentações muito abaixo do esperado, Picachú desde o primeiro jogo contra o rival desaprendeu a jogar, não sabe o quanto está desvalorizando o seu “passe” no mercado da bola, ruim para ele e pior para o Paysandú!
    Rodrigo Alvim tem tido atuações regulares eu esperava mais do atleta que deixa a posição carente, no apoio ao ataque e como marcador fica dentro do padrão dos demais!
    A instabilidade da zaga alvi-azul é um calcanhar de Aquiles de dar medo a qualquer torcedor principalmente no final da partida quando o placar apresenta a vantagem mínima a seu favor! Exemplo? O penúltimo clássico contra os azulinos onde tomou aquele gol nos acréscimos, pura desatenção! Isso sem mencionar a primeira rodada contra o São Francisco, lembram?
    Infelizmente para a torcida e para quem investiu, Yarlei está decepcionante, quem esperava nele pelo menos as exibições feitas no Goiás, veio confirmar que o peso da idade cobra do atleta a sua parte, o Papão não pode depender dele, como diz o amigo Cláudio:”erro tático do Lecheva”, outra não consigo entender porque suas jogadas tem sido para as laterais do campo em vez de seguir na direção da área adversária, algo está errado no mundo bicolor! Ou não?
    Eduardo Ramos, a agradável contratação, o jeito de jogar de cabeça em pé, os passes sempre precisos, nos trás aquela pergunta que será respondida no próximo jogo e se ele não estiver? Veremos contra o Águia como o Papão irá se comportar!
    O meio de campo é o melhor setor do Paysandú e quiçá do parazão! Sem comentários!
    O nosso ataque, o mais positivo da competição com 35 gols, já era para ter marcado uns 50, sem exagero! Se não fosse a carrada de gols desperdiçados, pelo menos tem sido mais efetivo do que os de outrora,a atual situação do Rafael Oliveira é inaceitável contudo, se a contusão for balela é melhor este rapaz ir vender peixe no Ver-o-peso! Falta de profissionalismo! Ele tem que aguardar a nova oportunidade e fazer gols e se firmar no time.
    Heliton é outro injustiçado talvez por ser jogador de casa e seja baixinho (e Romário?), mas é um jogador que faz gol e melhor ainda serve e muito os companheiros no ataque!
    São problemas e incógnitas que o Papão tem para resolver!
    Enfim temos um bom time para o campeonato paraense, porém aguardo uma equipe melhor estruturada para a série B, pois o atual não garante o time entre os 16 remanescentes para 2014!

  3. Me desculpe quem tem opiniao contraria, mas aceitar que o helinton nao é titular pq é conformado ou outras teorias da conspiração no minimo é inaceitavel.

    O jogador ja teve suas chances de provar seu valor, no entanto, sofre qdo entra desde o inicio, sabe-se la porque!

    Vem demonstrando a cada ano que é o jogador apenas de segundo tempo que compoe o elenco….Em fi, um novo balão

  4. Quando será que o esforçado Lecheva irá perceber, enxergar, que a equipe poderia render melhor com Billy no lugar de Vanderson ?! Vou te contar, o Lecheva… Ah, tá, vai ver o Vanderson é o tal homem de confiança do Lecheva… Vou te contar…

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