O “gato” de Marin das Medalhas

Por Juca Kfouri

20130217-185440Um respeitado cidadão brasileiro que prefere não ser citado, mas que certamente testemunhará na Justiça se for o caso, mora no mesmo prédio de José Maria Marin. Um dia passou a estranhar o alto valor de sua conta de luz, em milhares de reais. Solicitou então verificação da empresa fornecedora de eletricidade e descobriu que pagava, além seu consumo, o do vizinho futeboleiro. Que, constrangido diante do gato flagrado, se prontificou a desfazer o cambalacho.

As relações de boa vizinhança foram preservadas e a vítima preferiu calar delicadamente, embora em pelo menos uma ocasião tenha contado o episódio para mais de uma pessoa — e confirmado depois para este que vos fala. Reflita você sobre em que mãos estão a CBF e o Comitê Organizador Local da Copa do Mundo no Brasil.

Pondere a presidenta da República se não há nada a fazer em relação a personagem tão bizarro.

Porque, se não houver, o planeta o verá abrindo a Copa do Mundo?

6 comentários em “O “gato” de Marin das Medalhas

  1. E por falar em pilantragem…..

    ABAIXO O JORNALISMO! VIVA A CORRUPÇÃO!

    Peço desculpas aos leitores, mas resolvi mudar de profissão: vou deixar o Jornalismo e virar corrupta.

    “Mas corrupto não é profissão”, dirão os leitores.

    Ora, ora… Pra ver como vocês “num capiscam niente”, né mermo?

    Corrupto é a profissão mais promissora de todos os tempos, nesta República-Imperial do Pará.

    Pra começo de conversa, corrupto tem isenção de impostos.

    Aliás, não apenas isenção.

    Tem o direito de ASPIRAR impostos, para gastar alegremente nas chiquérrimas capitais europeias.

    Tem adubadas sinecuras para toda a família – e até para o cachorro, o periquito e o papagaio.

    Tem salvo-conduto contra todas as prisões, as leis, as investigações, os processos que se possa imaginar.

    É sempre Digníssimo, Meritíssimo, Excelentíssimo!…

    Vira nome de rua, é incensado nas academias, tem a foto estampada nas colunas sociais.

    Porque, como diria o poeta, os corruptos que por aí “gorjetam”, não “gorjetam” como cá!…

    E ai de quem acusar um corrupto de corrupção!…

    Será processado, amordaçado, espancado em praça pública e condenado a pagar impressionantes indenizações.

    Ele, o espancado, a vítima.

    Afinal, corrupto que é corrupto tem de deixar uma biografia inatacável à posteridade.

    Espelho entre os espelhos, para as futuras gerações…

    “E o Jornalismo?”, perguntará o estressante leitor.

    Bem, a verdade é que Jornalismo não tem presente nem futuro no estado do Pará.

    Como até já escrevi, no Pará da bandidagem, o bandido tem sempre razão!

    Porque ao lado do bandido, do corrupto, sempre haverá um Meritíssimo disposto a assinar graciosas sentenças.

    Ou a sentar, por décadas, em cima de processos, até que prescrevam.

    Ou a censurar e ameaçar de prisão àqueles que se recusem a calar.

    E que não pense o leitor que é tudo uma questão de bufunfa.

    Trata-se, também, de uma sebosa compulsão de servir.

    Servir ao rei. Ao preposto do preposto do rei. À criadagem do rei.

    Uma ânsia, um desejo incontornável, que leva o sujeito até a se colocar de quatro e latir…

    Mas, é claro, há também o necessário espírito de corpo.

    Afinal, se a bandidagem não se proteger, quem a protegerá?

    E não me venha dizer, desinformado leitor, para chamar a polícia.

    Que polícia?

    Essa que troca de comando como quem troca de roupa?

    Essa que aluga carros de uma empresa mafiosa?

    Essa que é assaltada em plena luz do dia, em pleno centro de Belém?

    Então, já decidi: vou me graduar em Corrupção – e “farcudadis” é que não faltam no Pará…

    Terei diploma, anel.

    Serei, enfim, Digníssima, Excelentíssima, Meritíssima!…

    Doutíssima e, o que é melhor, dulcíssima!…

    E se você, leitor intriguista, sair por aí dizendo que escrevi tudo isso porque o Lúcio Flávio Pinto foi condenado a pagar mais de R$ 400 mil de indenização aos Maiorana, eu processarei você por dano moral!

    Afinal, até as pedras do Pará sabem que os nossos desembargadores são honestíssimos!…

    E tão doutos, mas tão doutos que levariam até Kelsen a perguntar: “mas como é que eles puderam chegar a essa conclusão?!!!”

    Claro está, por envergonhado, acabrunhado, ao perceber o seu miserável saber jurídico, diante desses nossos… (como direi?) tão impressionantes luminares!…

    E tire mais é esse sorriso do rosto, “visse”?

    Vou já, já é redigir uma retratação, para o caso de algum desembargador acreditar nas suas intrigas, leitor futriqueiro!…

    Ela começará assim: “Nunca antes se viu desembargadores tão honestos, tão íntegros, tão sábios, tão desprendidos, em toda a História Universal!”.

    FUUUUUIIIIIIIII!!!!!!!

    FONTE: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2013/02/abaixo-o-jornalismo-viva-corrupcao.html

  2. kkkkk rsrsrsrs esse velho só tem essa cara dele de santo rsrsrs, será que ele não é benemerito do nosso clube do remo não? cara de mumia ele já tem , ainda por cima é gateiro.

  3. sugestão ao governo do estado.

    projeto para se aumentar á capacidade do mangueirão é bem simples, a antiga geral ainda está lá intacta é só refase ou melhor fazer uma nova arquitetura nesses lugares , colocar um pequeno alambrado e pronto , já tem a saida externa é so questão de querer fazer nada,,nada..mas uns 3.000 á 4.000 mil lugares daria para se aproveitar ali, poderia tambem ser vendido só para pessoas cadstradas e devidamente indentificadas para que não ouvece excesso para quem fosse assistir daquele local o jogo , ou seja seriam privilegiados pois iam ver o jogo mais de perto, assim sendo a capacidade poderia chegar até 48 á 50 mil lugares. será que esses caras não veem isso.

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