28 comentários em “Isto é Pará

  1. Bela foto. É em Alter do Chão. Vê-se a serra da Pira Oca (à direita, ao fundo). Ainda vou fazer uma trilha para ir até ao mirante que há no pico.

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  2. Viajar de barco nos rios amazônicos e uma aventura e tanto. Nunca viajei em barcos pequenos, apenas nos barcos da Enasa de Belém à Manaus, mas não deixou de ser uma grande experiência.

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  3. Verdade Edson. Sou descendente de Muaná, até a geração de meu pai, que veio pra Belém na adolescência. Fui muitas vezes de barco pra lá até meus 10-12 anos. Antes de entrar na baía, o comandante dava uma encostada pra verificar as condições e só ia na boa, de preferência após contato por rádio com outro barco mais à frente. Na baía de Marajó de julho a outubro o bicho pega mesmo. Saudade das viagens nesses barcos, Bergantim, Silgar, Ayrez da Costa

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  4. Amigos do blog, passei 4anos da minha vida viajando em barcos maiores que esse pelo rio Amazonas em direção aos municípios de Óbidos, oriximiná, Santarém, monte alegre etc… Tudo quando funcionário do governo federal. Posso afirmar que é maravilhoso essa região. Tenho saudade desse tempo e espero voltar um dia para rever tudo.

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  5. Em tarde recente, caiu uma chuva violenta, daquelas que fazem anoitecer mais rápido. Como se diz “gosto não se discute”, presenciei aquel toró na nova orla de Belém (devidamente protegido em um quiosque) e achei o encontro da água da chuva com a do rio Guamá simplesmente fantástico. Parabéns ao fotógrafo pela imagem e ao blog por sua divulgação (em preto-e-branco a tempestade fica ainda mais ameaçadora).

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  6. Pois circunaveguei o Marajó, saindo de Belém rumo a Macapá, num navio da Marinha, pelo oceano Atlântico até o Oiapoque e retornei pelo estreito de Breves (5 dias de ida, 2 de volta). E também já fui a alguns “interiores” do estado de barco. É maneiro! Mas a pior foi a melhor. Voltando de Cotijuba, num dos últimos po-po-pô, umas 5 h da tarde, pegamos uma chuva daquelas, vários colegas de colégio, e o barquinho descrevia um pêndulo de uns 45 graus de inclinação, a bombordo e a boreste. Quando adernava a bombordo, entrava água. Quando, a boreste, também. Aí, a morena gata da turma, que não me deu bola o dia todo na praia, veio parar bem no meu colo. Com medinho da situação, se agarrou, gritou (ela não sabia nadar). Bem, namorei uns seis meses com ela por causa desse dia!

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  7. Até 1966, com 11 anos, viajei muito nesses barcos/navios sangrando o Rio Amazonas de Manaus até Benjamin Constant (onde nasci) por conta do meu pai que era na época Coletor de Rendas e viajava por todos os municípios do Estado do Amazonas. Mas sou PAYSANDU! Feliz 2013 para todos participantes deste BLOG, em especial ao amigo Gerson, botafoguense que nem eu.

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  8. Já fiz essa viagem para Santarém , via barco( 11 de Maio-cujo proprietário é um deputado por Santarém)e singrei o Rio Amazonas sob nuvens maiores que essa).Isso é Pará, fui tres vezes à Pérola do Tapajós, duas via barco.Nunca aconteceu nada de anormal.O que seria de amedrontar em outros lugares no Pará é somente uma forte chuva.

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  9. 1 hora de baia do Guajará numa tarde de setembro numa balsa cheia de búfalos é experiência pra esquecer. Mas é impossível …

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  10. Pessoal, sou bragantino, e minha família mora parte em Belém e Bragança, mas estou trabalhando e morando em Santarém, desde Abril de 2010. Sim, a região, aqui, é de uma lindeza tremenda, espetacular ! Este ano, fui passar o carnaval em Óbidos e achei
    muito legal e a cidade é também muito agradável, que deu até vontade de comprar uma casa por lá ! rs O rio amazonas é lindíssimo. Mas também vejo o descado dos governantes para com esta região, assim como há descaso na região do Marajó e descaso na própria região metropolitana de Belém !! O quão “bons”
    são nossos políticos, hein ?! Como alguém disse em outra postagem do blog, SAUDADES DO INTENDENTE ANTÔNIO LEMOS !! Mas a pergunta é: ATÉ QUANDO ?!

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  11. 1- Alguêm durante a viajem já se deliciou de uma caldeirada de gurijuba com água do mar? Eu já, e tava gostoso, com vinagreira então.

    2-Mauricio, pra qm não quer sofrer com as viajens pela contra costa do Marajó, é só ir por dentro do Ararí. Coisa maravilhosa, rios pequenos, o problema é quando tem galho de arvore atravessado.

    3-Em Soure tinha um barco que era mais rapido que os navios da Enasa, o Abdon. Sobrenome de uma família de posses lá de Soure.

    4-Meu irmão mais velho quando tava por cima( farra acabou com ele) tinha um barco que transportava madeira, certa vez me levou pra Igarapé Mirim e de lá me levou pro Meruú. Uma viajem longa e recompensadora. O sogro dele já falecido tomava banho todos os dias 5 da manhã no rio na frente da casa dele, detalhe, água geladinha.

    5-Lembro que bem criancinha meus pais me levaram pra Chaves no Cisne Branco, alguêm já viajou nele?

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  12. Devidamente liberados da mediação, pastor. Desculpe. Tive que adotar alguns cuidados em função de algumas participações aqui, nos últimos dias.

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  13. Essa e um linda foto, mostrando uma linda imagem de um pequeno pedaço do nosso lindíssimo estado do Pará, que e tão marginalizado por alguns cabeças ocas. Mais e assim mesmo, infelizmente e assim a vida e o mundo em que vivemos.

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