O passado é uma parada…

Tempos em que o transporte para o interior era quase todo feito pelos navios da Enasa. O “Lobo D’Almada” fazia viagens para o Baixo Tocantins, Marajó e Baixo Amazonas. A foto é dos anos 70.

22 comentários em “O passado é uma parada…

    1. Meu caro conterrâneo, o Lobo D’Almada raramente ia até Baião, limitando-se a chegar até Cametá. A chatinha que fazia linha pra Baião era a Imediato Carepa.

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  1. Égua agora o gerson mexeu comigo.

    Esse navio fazia viajens para Soure, onde morei na adolescência.

    Lembro como se fosse hoje que em 82 ou 83 ainda fomos pra lá só passar as férias, toda nossa família.
    E na volta meus irmãos mais velhos e alguns amigos que foram pra lá tiveram que retornar bem antes.
    O meu irmãos Luiz que hoje mora em Jundiaí, só me lembro dele apanhando da policia, pois chegou atrasado e queria embarcar com o navio já em movimento.

    Depois esse anvio parou de fazer viajem pra lá, iam só o Augusto Montenegro, Rondonia e Roraima e o Pará ( navios de duas próas) e os pequenos Soure, Salvaterra e Barcarena.

    Tempos bons que nunca mais voltarão…

    Hoje as viajens não são mais feitas diretas e sim pela linha Belém>>Camará>>Salvaterra e Soure.

    Valeus Gerson, uma lembrança pra mim.

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    1. Eram 5 navios,Lauro Sodré,Augusto Montenegro,SALDANHA Marinho,Leopoldo Peres,Lobo D’almada.Fotam construídos na Holanda especialmente para navegação fluvial,e pertenciam originalmente a uma companhia chamada SINAPE ou SINAPI,não lembro o correto,a Enasa já foi a sucessora após a estatização.Na época os bares desses navios serviam a suprema novidade.Pepsi Cola!

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  2. Gerson, também cheguei a viajar nesse navio pra Soure. Se não estou enganado, esse navio foi o que afundou no estreito de Breves, quando ia pra Manaus.
    Inclusive, esse navio, parece ser o mesmo que aparece em uma foto postada há poucos dias da Praça do Pescador.
    Nessa foto, lá no fundo, encontra-se o navio atracado no o galpão Mosqueiro e Soure. Será que tem como confirmar se é o mesmo navio?

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  3. Gerson, as chatinhas, de fabricação holandesa, faziam a linha do tocantins, indo de Belém até Tucurui, passando por Cametá, Vila do Carmo, Mocajuba, Baião e Tucurui. Além da “Imediato Carepa”, tinha a “Irineu Evangelista”.Na 1a. classe, andar de cima, ficavam os camarotes, e no segunda andar, a 2a classe, com atadores de redes. Estas viagens foram extintas em 1987.

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  4. No Fortaleza eu ainda viajei… Já no PV, também não tive oportunidade. A propósito, é verdade, o PV afundou lá mesmo em frente ao “pontão”, em Soure.

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  5. Hehehe amigos, também para Soures e Cameta neste navio, mas também tenho saudades das viagens de barco para o cafezal, quando ia para minha querida Abaetetuba. Tempo bom, nos só queríamos era ser felizes.

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  6. Sr. Edson do Amaral, este é realmente o porto de Soure que, à época chamávamos simplesmente “a ponte de Soure”. Só não sei o nome. Aliás acho mesmo que nunca o soube. Se o senhor souber,
    por favor informe.

    Se não me falha a memória esta é a segunda ponte. Da primeira, mais próxima ao mercado só lembro das ruínas.

    Eta saudade que chega a doer.

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  7. Sr. Antonio Rafael (postagem 5)

    Fiquei em dúvida quando o Sr. escreveu que o Lobo D’Almada teria afundado no Estreito de Breves.

    Após pesquisa na net (vide Frota Branca) constatei que o navio que afundou no estreito de Breves foi o Leopoldo Peres.

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  8. Luiz Fernando, realmente vc tem razão, o navio que afundou no estreito de Breves foi o Leopoldo Perez, no qual também viajei para Soure, como também no Augusto Montenegro e Fortaleza.

    Queria aproveitar a oportunidade, já que aqui tem muita gente que viajava pra Soure nos navios da Frota Branca da Enasa, gostaria que me informassem caso fosse possível, por qual motivo não existe mais navio fazendo a linha Belém-Soure, obrigando o pessoal que vai pra Soure a passar pelo porto Camará.

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  9. Oi Gerson, gostaria de entrar em contato contigo para tirar umas dúvidas a respeito de um trabalho realizado por dois mergulhadores em 1972 no Fortaleza. Eu tenho um recorte de jornal com a foto dos dois e queria entrar em contato para saber se conhece algum deles.
    Se puder mim responte ok!

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  10. sou Diego Fernandes Viana e gostarie muito que postassem uma imegem da embarcação “chatinha” que fazia linha Baião-Tucuruí-Mocajuba. pois quando era criança costumava viajar nesse navio. tenho poucas recordações de seu design, quero construí-la em em miniatura.

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  11. gerson, além do saudoso “inca”, outros navios/chatinhas deslizavam pelo nosso tocantins: percival falquar, imediato carepa, irineu evangelista, pimenta bueno e um outro que no momento não consigo lembrar.
    abraços

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  12. Esse assunto daria um filme. Aquilo foi um crime, uma sabotagem preparada pelos tubarões da ENASA para desviar as atenções de um rombo milionário praticado por eles dentro da empresa. Quem contava essa estória com todos os detalhes sórdidos era o finado comandante Sinfrônio Queiroz, que descobriu tudo e botou a boca no trombone. Infelizmente, ninguém conseguiu provar nada, e os mosqueirenses e veranistas ficaram sem seu lindo navio. Há quem diga que nas noites de lua cheia, à meia-noite, quem está no trapiche da Vila consegue ver o vulto do “Presidente Vargas” passando ao largo, e ouvir seu sonoro apito. Virou um navio fantasma. Mas um fantasma muito querido…

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  13. Fiz a minha ultima viagem no Lobo D’almada no ano de 1982 para votar em São Sebastiao da Boa Vista na eleição para prefeito

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