Por Fred Figueiroa

Neymar até fez um gol, mas não conseguiu ser decisivo diante do time reserva do pequeno (pequeno mesmo!) Recoleta, do Paraguai. Fica cada vez mais difícil projetar que ele conseguiria ser decisivo em uma Copa do Mundo. E, para completar, ainda vai rodar incansavelmente nas redes sociais o gol absurdo que ele perdeu com o goleiro completamente entregue.
Há, no entanto, um único ponto a se considerar: no Santos, Neymar adota a postura de ser um faz-tudo na criação ofensiva do time. Volta para pegar a bola no meio de campo e tenta ditar todas as jogadas. Na Seleção, naturalmente, não seria assim. Mas agora não tem muito o que fazer já que não haverá amistoso antes da convocação final.
Tomar por base atuações como essa e considerar a convocação é loucura. Fica tudo no cenário hipotético. E o cenário hipotético até faz algum sentido, mas não se sustenta na realidade.
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