10 comentários em “Galeria dos imortais

  1. Na minha opinião, o jogador brasileiro que estava em melhor fase em 1982, se chama Eder, autor de um dos mais belos gols de todas as copas.

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  2. O Brasil perdeu essa de 82 mas conquistou outras 5.
    A Holanda além dessa merecia ganhar a de 94 e a de 2006.
    Já a Hungria acho que foi só essa mesmo.

    Gerson além dessas seleções não podemos esquecer da antiga União Soviética que também formou grandes times.

    * O Brasil ganhou a copa de 94 com merecimento, mas a Holanda se fosse campeã também seria normal, pois tinha uma grande equipe, Van Basten, Gullit, os irmãos Koeman e o Rijkaard e Denis Bergkamp.
    Não foi a toa que foi considerada a final antecipada.

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  3. Depois do esfacelamento do Honved a Hungria nunca mais foi a mesma. Puskas e outros patriotas evadiram-se, espalharam-se, brilharam aos olhos do mundo livre e o futebol magiar ficou só na lembrança daqueles que viveram 1954. Os cronistas esportivos, da epoca, diziam que o Honved “jogava por música” e marcavam goals em tempos pré-estabelecidos.

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  4. Inconscientemente (?) sr.Tavernard falou tudo.Tempo. Relembrando recente post do blogueiro-mor lembro que há tempo para isso, para vencer , ser campeão e para perder.
    Tempo para tudo.
    Não era pra ser BRASIL EM 50, EM 82 .Coisas do LOGOS-CRONOS-SUPREMO. Em 50 e 54 eu não estava ainda no planeta , não havia projeto ainda para isso.Meu pai conheceu minha mãe só em 64.Ano duro.
    Mas voltando ao futebol , ah como relembro o Zico , seus dribles geniais, sua objetividade ,voleios, faltas no ângulo plásticas, era dificil ser Botafoguense vendo um genio daqueles no time contrário, Falcão então, SÓcrates, Éder.Leandro o MAIOR LATERAL que vi jogar .Sou justo , não é porque eram a maioria do Flamengo que vou ser mentiroso.
    Sem falar em Oscar , júnior Capacete.Mas amigos não era pra ser Brasil , penalti de Gentille no Zico, cabeçada do oscar à queima- roupa que o goleiro Zoff “catou’ em cima da linha de gol no minuto final o que daria o empate e a classificação p/ o Brasil, é assim mesmo a vida.
    Li dez anos depois que naquele dia o onibus da delegação brasileira foi para o estádio de Sarriá pelo outro lado do hotel, por outra rua e até telê ao sentar do outro lado , em poltrona diferente , disse que ” está tudo diferente hoje “.Para quem não acredita tá recente o post do sr.Gerson muittisssimo bem colocado. HÁ tempo PARA TUDO.Uma infelicidade para uma geração que jogava horrores. Os Ronaldos,Neymar, Robinho , Messi, SE BRASILEIRO FOSSE, talvez sentassem no banco daqule time.
    Ronaldo o 9 talvez fosse titular no ataque NO lugar de Serginho Chulapa, E olha que jogamos com 10 a Copa inteira , esqueceram de levar goleiro.
    Com todo respeito ao Waldir Peres.

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  5. Meu preclaro pastor, nunca tive a pretensão de falar tudo,seja qual for o assunto, mas falo com consciencia, até porque penso antes de falar (escrever)

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  6. Pastor depois que o Gerson postou este assunto fui buscar no you tube lembranças desse timaço de 82.
    E o Sr. disse tudo.

    Sobre o goleiro se não me engano o clamor do povo era pelo João Leite e no ataque queriam o Dinamite no lugar do Serginho, o tecnico era o Telê, que como todo tecnico brasileiro não deixou de ser teimoso. Era isso mesmo?

    Socrates, Eder, Leandro ( que pisou na bola em 86 ), Falcão, Zico, Junior, Oscar, Serginho, Cerezo ( imortalizado pela atravessada ).
    Sem duvidas, UM SENHOR TIME DE FUTEBOL, INESQUECÍVEL.

    Qual teria sido nossa maior perda este titulo ou o de 50?

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  7. irmão Edson o Dinamite foi , porque o Careca se machucou, mas ele foi e nem pro banco ia.E jogava muito o atual presidente do Vasco.O goleiro que deveria ter ido e estava comendo a bola era o LEÃO na época no gremio salvo o engano.joão leite foi na reserva junto com carlos Gallo.Qualquer desses era melhor que Waldir PERES.MAS TÉCNICO TEM UMAS coisa esquisitas.O Brasil treinou e fez amistosoS com Paulo isisdor que jogava muito tbm como falso ponta -direita.telê havia começado a jogar sem pontas com dois atacantes , um se movendo pelas laterias e outro plantado na área.O povo pedia ponta, Leão ,e que Roberto fosse o titular.Nem pntas, nem LEÃO e Serginho Chulapa que era desengonçado e não jogava nem metade do Roberto foi como titular.Na partida fatidica contra a italia Chulapa atrapalhou Zico várias vezes.
    Leandro em 86 desistiu da COPA por conta de ter problemas físicos.
    Queria Renato Gaucho no time para que não corresse muito.Renato foi cortado antes do embarque por chegar trançando as pernas na concentração ás 7 da manhã de uma noitada .Telê cortou o Boêmio e sem ele perdemos a copa.Isso já em 86.Renato foi um dos jogadores mais prejudicados em Copas poderia ter ido a 4 copas.Ao meu vr na época era o melhor atacante entre os idos anos de 80 até 95,96 ano em que inclusive foi campeão carioca pelo FLU.Ele foi a uma Copa,foi em 90 naquele arremedo de time do LAZZARENTO , digo Lazzaroni.Voltando a 82 Cerezzo deu um presentaço ao adversário ,mas o Brasil jogava muito melhor .Em todo caso se aqUela partida durasse dez horas ou o Brasil não faria gol ou se fizesse a itália faria sempre outro a mais.Quando não é pra ser ,amigo ,não é ponto.Mas acho que em 50 foi pior , afinal foi em casa, não e´?

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  8. Legal essa homenagem ao belo futebol. Hungria, Holanda e Brasil, cada uma a seu tempo, são exemplos que o bom futebol está acima de títulos. O Brasil, por exemplo, já ganhou 5 títulos, mas quem reivindica o péssimo futebol das duas últimas conquistas, principalmente a de 04. Na memória, de imediato, nos vem a escalação completa da melhor seleção de futebol brasileira após 1970: Waldir Perez, Leandro, Oscar, Luizinho, Júnior, Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico, Serginho e Éder. Agora, escalem a de 94, de sopetão! Só lembramos de Bebeto e Romário. Discordando de Otávio, penso que Falcão, Zico e Socrates estavem bem acima naquela seleção, sem contar com Leandro e Júnior. Éder não tinha a habilidade dos mesmos. Aliás, tornou-se titular por conta da queda de produção de Zé Sérgio após grave contusão do ponta são-paulino. A barração de Zé Sérgio contribuiu para que Telê praticamente extinguisse a figura dos pontas. Zé Sérgio, Joãozinho, Zezé e Júlio Cézar eram os últimos remanescentes da era dos pontas. Aqui no Pará, por exemplo, Lupercínio (PSC) e Paulinho (Remo) fora os últimos dos moicanos. De qualquer forma, Éder era um jogador moderno, falso ponta, atacando em diagonal, forte e com potente chute. Para variar, brigão e polêmico como os craques de sua tradição (Afonsinho e cia). No frigir dos ovos, a seleção de Telê era um combinado de Flamengo, São Paulo e Atlético, melhores times brasileiros da década de 80, tendo Falcão e Sócrates como intrusos. A escalação de Waldir Perez foi coerente ao que o velho arqueiro apresentou nas eliminatórias e nos amistosos de 81, principalmente nas vitórias sobre a poderosa seleção alemã no mundialito do Uruguai (4×1) e em amistoso na própria Alemanha (2×1). Serginho também por conta da fratura de Careca e das eternas contusões de Reinaldo (joelho de vidro), haja vista que o negão havia sido artilheiro no tricolor paulista. Sem dúvida, a década de 80 e Telê Santana foram o último suspiro de futebol arte no Brasil. Uma espécie de canto do cisne à tenebrosa era neoliberal do futebol truculento e de resultados que o São Paulo (de Telê) dos anos 90 tentou ser a última fronteira. O resto é isso que estamos assistindo.

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