Por Paulo Calçade
A seleção brasileira sofre de uma doença presente na maioria das equipes do futebol mundial: abusa dos passes e das jogadas verticais. Elas são fundamentais para definir o placar de uma partida, mas não servem de solução para todos os momentos.
O excesso gera descontrole e conduz o time a um ritmo frenético, que pode até ser bom, mas desde que faça parte de um jogo consciente, que seja uma decisão do grupo que estiver em campo. Não pode ser incontrolável.
Na construção de uma nova equipe, a seleção desperdiça bolas demais por ainda não saber avaliar o momento certo de cada jogada.
Esse entendimento passa por Paulo Henrique Ganso, que tem errado passes demais, mas não pode sair do time. Dos seis gols marcados, três foram passes diretos dele.
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